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Uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, revelou que 90% dos brasileiros usuários da internet, estão propensos a realizar algum tipo de curso online, sendo que, dentre eles, 61% já fizeram. Esses números, demonstram que nos últimos anos os cursos online se popularizaram e se estabeleceram como uma alternativa no País.

Segundo Felipe Simões, Diretor de Produto da NZN,  o e-Learning parece atrair cada vez mais os brasileiros que não tem tempo, mas que desejam se aperfeiçoar em alguma área ou precisam adquirir novos conhecimentos por exigência do mercado.

aluno a distância

A pesquisa aponta que entre as pessoas que disseram que não fariam um curso à distância, 64,5% nunca tiveram essa experiência, enquanto 35,5% já haviam realizado algum curso pela internet. Os que nunca fizeram e não pretendem fazer, apontaram a desconfiança na qualidade do ensino em relação aos cursos presenciais como principal motivo para isso.

Com relação ao nível de educação entre as pessoas que fariam cursos pela internet, 58% apontaram os cursos livres, 47% cursos técnicos, 44% cursos profissionalizantes e 41% cursos de Ensino Superior - com mais de uma resposta.

Entre as pessoas que já fizeram cursos pela internet, 57% fizeram cursos livres, 23% cursos técnicos, 22% cursos de Ensino Superior e 20% cursos profissionalizantes (mais de uma resposta permitida).

Os cursos que mais despertam o interesse dos usuários brasileiros de internet são disparadamente os de idiomas (59%), seguidos pelas Engenharias (25%), Administração (22%) e Gestão (21%) – com mais de uma resposta permitida.

Perguntadas sobre qual o valor máximo que investiriam em cursos online por mês, 26% dos pesquisados se mostraram dispostos a gastar R$ 50 por mês.

A pesquisa foi aplicada a um público predominantemente jovem, com 41% de 18 a 24 anos, 35,7% de 25 a 34 anos e 12,87% de 35 a 44 anos. As mulheres representam 43,5% do público, e os homens 56,5%.

From Último Segundo - iG.

 
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Em passagem pelo Brasil durante o Fórum de Lideranças: Desafios da Educação, Katie Blot (Diretora de estratégia da Blackboard, com mais de 23 anos atuando com educação) afirmou que a tecnologia é o caminho para democratizar a educação ao redor do mundo.


Segundo Katie, hoje os estudantes esperam aprender e estar conectados com todos e não somente com quem está ensinando, eles esperam se relacionar com pessoas de dentro e fora das disciplinas, como também ter as coisas no momento em que querem,ou seja, on demand.

Num futuro breve, a educação será muito mais sobre conseguir trafegar por diversas áreas e possuir determinados talentos, do que dominar apenas aquilo que estudamos e o desenvolvimento das chamadas soft skills estará entre um dos pontos que mais serão abordados.

Os empregos estão mudando, assim a educação também precisa mudar, pois precisa desenvolver diversas habilidades e não apenas uma, ou seja, o Ensino Superior será mais sobre talento do que currículo.

Por fim, Katie afirma que a tecnologia está sendo implementadas pelas instituições, pois já se explora questões como foco em dados e insight, novos modelos de entrega para os estudantes, foco na experiência do estudante e muito mais conteúdo on-line. Ao que tudo indica, o conceito de sala de aula, professor único e mesas seguidas, umas das outras, não terá vida longa.

From Universia Brasil.

[ Modificado: segunda, 10 Abr 2017, 17:24 ]
 
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Formar equipes é essencial para que as redes de franquias consigam manter um padrão de atendimento, aumentar as vendas e fidelizar o cliente. "Por mais que a marca seja forte, o serviço prestado é o grande diferencial do negócio", diz Luciano Kliemaschewsk, presidente da Pearson no Brasil, grupo que reúne as marcas Wizard, Yázigi e Microlins, entre outras.


Só que quando há falhas no atendimento, é certo que o problema começou em etapas anteriores. Para Américo José da Silva Filho, diretor da Cherto Atco, empresa de educação corporativa especializada em redes de franquias, falta a algumas marcas desenhar uma sequência de padrão de atendimento. "Em cada momento o treinamento é trabalhado de um jeito, sem uniformidade", critica Filho. "É preciso ter um planejamento, para saber qual capacitação deve ser feita primeiro, qual vem depois e assim por diante."

A universidade corporativa, adotada por algumas redes, tem esse objetivo. "As trilhas de aprendizagem estabelecidas mostram que existe um planejamento para o desenvolvimento dos funcionários, está claro o que é preciso aprender em cada cargo e fase dentro da empresa", diz Filho. "Quando não existe a trilha, há uma grande chance de o treinamento ficar repetitivo e uma pessoa receber a mesma capacitação mais de uma vez."

As universidades corporativas das redes englobam treinamentos presenciais e a distância. Como as marcas têm franquias espalhadas pelo país, muitas optam por fazer o primeiro treinamento, pré-inauguração da loja, de forma presencial. O resto é on-line.

É o que acontece no grupo SMZTO, que abriga diversas redes de franquias, entre elas Casa X, EspaçoLaser e Instituto Embelezze. Trinta dias antes da inauguração da loja, a equipe da nova unidade vai para uma franquia-piloto da marca e vivencia a operação, ao mesmo tempo em que é treinada. Os demais programas de desenvolvimento, com poucas exceções, são feitos a distância. "Eu diria que 90% da capacitação é online", afirma Daniel Guedes, diretor de operações da SMZTO. Guedes explica que, na plataforma on-line, para cada indicador de desempenho há ações de capacitação que ajudam o franqueado e equipe a melhorarem a métrica. Além disso, alguns funcionários, conforme a função, têm a obrigatoriedade de cursar determinados programas periodicamente.

Na Multicoisas, os cursos a distância também predominam. Apenas o treinamento inicial é feito na sede da Universidade Multicoisas, que fica em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O prédio, aliás, foi construído a partir de uma percepção da empresa de que era preciso fortalecer o atendimento diferenciado, um dos pilares da marca. Hoje, o edifício tem 800 m2 e abriga seis salas de aula. No treinamento inicial, franqueado e equipe vão até Campo Grande para a capacitação. "Como toda a equipe é nova e ainda não teve contato com a Multicoisas, entendemos que é o momento de transmitir a cultura da empresa", explica Rodolfo Martin, gerente geral da Universidade Multicoisas. Já na capacitação de reciclagem, o ensino a distância é priorizado.

Na Pearson, a universidade corporativa engloba desde programas de integração das novas equipes até a capacitação inicial e a reciclagem dos funcionários mais antigos. A maior parte também é feita a distância. Em 2016, 1.400 pessoas foram treinadas presencialmente e 20 mil receberam capacitação online. Na fase que antecede a inauguração de novas lojas do grupo Pearson, apenas o franqueado é treinado presencialmente. As equipes fazem a integração e um nivelamento de conhecimento a distância e, depois, a consultoria de campo vai até a unidade para capacitar os funcionários.

Na Ecoville, rede que comercializa produtos de limpeza, o fundador Leonardo Castelo acredita no mix entre capacitação presencial e a distância para alcançar a padronização no atendimento. As trilhas de conhecimento desenvolvidas para gestores e funcionários das lojas são outro aspecto essencial para garantir a capacitação adequada. "A frequência dos treinamentos vai diminuindo à medida que a loja vai amadurecendo." O empresário acredita ainda no papel de um multiplicador em cada franquia, que cabe ao franqueado.

Na rede de cafés especiais Cheirin Bão o formato é o mesmo. "Como temos um modelo de negócio enxuto, capacitamos o gestor em relação à marca e também como figura atuante no processo de desenvolvimento de todas as unidades", explica Renata Galante, diretora comercial da empresa.

Via Jornal Valor Econômico.

[ Modificado: terça, 4 Abr 2017, 19:23 ]
 
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O Meet by Google Hangouts para empresas foi lançado ontem pelo Google sem muito alarde. O aplicativo permite aos usuários do G Suite (produtos para empresas do Google) configurar e participar de reuniões de vídeo HD. Até o momento, só possui aplicativo para Web e iOS. Para Android ainda não existem informações.

Como o Hangouts, o Meet também oferece chamadas de vídeo em grupo, e não apenas bate-papo por vídeo. Porém, enquanto o Hangouts é limitado a 10 pessoas, o Meet informa que suporta reuniões de vídeo HD, com até 30 participantes.

Além disso, na tela principal do aplicativo, é exibida uma lista de reuniões agendadas pelo usuário, juntamente com outros detalhes como hora, local, assunto, participantes e muito mais. O usuário pode clicar em um botão verde "join", para participar de uma reunião do seu telefone, que lança a interface de bate-papo por vídeo. Os botões permitem silenciar a chamada ou desligar o vídeo. Já em grandes conferências, há uma janela principal no topo, onde o usuário pode assistir com quem está falando, seguido por uma lista dos participantes, nomes e e-mails.

O momento do lançamento do Meet pelo Google chama atenção, pois há duas semanas atrás, a Amazon lançou o seu aplicativo para videoconferência, Chime. Assim, é difícil dizer se o lançamento do Google é para se posicionar junto aos concorrentes,  Microsoft Skype e GoToMeeting.

No entanto, a integração com as ferramentas de produtividade para empresas do Google - o que também pode significar o seu custo incluído na taxa de assinatura do G Suite - pode torná-lo uma boa opção, para as 3 milhões de empresas que já estão investidas, no conjunto de aplicativos do Google.

Via TechCrunch.

 
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Principalmente em tempos de crise, os gestores se questionam se vale mesmo a pena investir em treinamento? A resposta é SIM, uma vez que não faltam estudos na área, que comprovam a importância de possuir recursos humanos capacitados. No artigo, A Study on Training Importance for Employees of their Successful Performance in the Organization, publicado no International Journal of Science and Research, o pesquisador, UMA S. N, revela a existência de uma relação intensa entre a qualidade de capacitação dos colaboradores e a sua produtividade. Outros questionamentos estão relacionados ao timing para iniciar um treinamento, por exemplo: Como saber se capacitação é a resolução para o(s) problema(s)? Quais são os sinais de que a equipe, em termos de competências, está aquém do que seria esperado? Quais os indicadores de uma formação insuficiente ou ineficiente entre os meus colaboradores? Para responder a esses questionamentos, preparamos uma lista dos motivos que indicam a necessidade de treinar seus colaboradores.

10 motivos

1. Metas não são atingidas

É um sinal de que pode estar faltando treinamento, pois será que os colaboradores sabem exatamente que metas atingir? Será que está claro o papel de cada um, dentro da empresa? Será que as competências de cada colaborador estão alinhadas com seus cargos e até mesmo com suas expectativas? Esses questionamentos, podem levar a empresa ou área de recursos humanos,a perceber a necessidade da capacitação dos colaboradores, como estratégia! 

2. Queda nas vendas

É um indicativo importante e com grande impacto em toda a empresa.  As razões podem ser diversas, por exemplo: será que os profissionais estão utilizando as técnicas de vendas adequadas? Será que sabem se relacionar com o cliente? Será que estão focando o público-alvo certo? entre outros.

3. Baixa participação em atividades ou projetos

Baixa participação ou participação deficiente, sempre causa resultados negativos. Diante disso, é necessário realizar uma análise sobre esse baixo comprometimento. Será que o colaborador não se sente valorizado pela empresa? Que recursos são necessários para aumentar a motivação? Como reverter, em curto espaço de tempo, a situação? Ao responder estes questionamentos, torna-se obrigatório a aplicação de treinamentos.

4. Falta de assiduidade e pontualidade

Quando o colaborador é assíduo e de repente muda seu comportamento, a empresa deve ficar em alerta e não apenas encarar como um simples descaso do colaborador. Pouca motivação e sentimentos inadequados, na maioria das vezes, são o cerne do problema.

5. Aversão à mudança

A aversão à mudanças é característico de cenários de pouca criatividade e com colaboradores estagnados. Assim, vale uma reflexão mais profunda, sobre a visão global da empresa, passando por questões culturais e políticas corporativas. 

6. Retrabalho em processos

Esse é clássico da necessidade urgente de treinamento. Nesse caso, é fundamental que a empresa avalie seus processos e verifique se os envolvidos conhecem e compreendem seus papéis no mesmo. Além disso, é importante verificar se existe suporte adequado quando surgem as dúvidas.

7. Turnover elevado

Turnover elevado é um problema comum nas empresas. É fundamental analisar os reais motivos do colaborador ter deixado a empresa. Casos de desligamentos por baixa performance e participação, são os mais comuns, e podem ser superados com treinamento. Já a tendência dos próprios profissionais optarem por deixar a empresa, podem estar relacionados com falta de perspectiva de crescimento, cultura organizacional, problemas com a liderança, ausência de reconhecimento e outros. Quantos desses itens podem ser minimizados com treinamento dos próprios colaboradores, ou do seus gestores direto? Turnover elevado causa custos elevados a médio prazo para empresa.

8. Conflitos generalizados

Conflitos internos representam sempre um grande transtorno para as organizações. Mesmo que em muitas vezes não causem desligamentos, ainda mais num cenário de crise. Porém, impactam de maneira negativa na produtividade. Os sintomas mais comuns são a redução da quantidade produzida e a baixa qualidade da comunicação interna. Nessas situações, a capacitação em diferentes direções é, sem dúvida, uma poderosa ferramenta para minimizar as falhas.

9. Ausência de estratégia de diferenciação

Já teve a sensação que apesar de ter uma equipe forte, trabalhando em ações de melhoria contínua parece que os clientes cada vez mais veem sua empresa ou seu produto como mais um? Realmente, é uma tendência em todos mercados, e por isso os caminhos para se diferenciar com poucos recursos, dependem da criatividade e proatividade da sua equipe. Diante disso, além da participação, é necessário capacitar constantemente a esquipe.

10. Falta gestão do conhecimento

Nos últimos 20 anos houve um crescimento vertiginoso do mercado acadêmico no Brasil,  com isso se previa que o padrão de efetividade seria multiplicado. Infelizmente, outros problemas apareceram, por exemplo: os mercados, regulamentação, processos, tecnologias estão cada vez mais segmentados e específicos; o estudo formal é muito valioso, mas é básico; boa parte do conhecimento chave é aprendido no trabalho, porém é demorado aprender na prática; grande número de pessoas graduadas, cada vez mais ouvindo sobre gestão de conhecimento, trilhas de aprendizado, entre outros, mas absorvendo muito pouco.

Diante desses motivos, a principal forma de acelerar esse processo é treinando a distância. Para se ter ideia, acredita-se que até 2020, o mercado global de e-learning movimentará mais de US$ 30 bilhões, pense nisso!

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 16:44 ]
 
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Em seis anos, o número de alunos matriculados em cursos a distância deve ultrapassar o ensino presencial. A estimativa em 2023 é de 4,7 milhões de alunos em faculdades privadas estudando on-line, ou seja, 51% do total de 9,2 milhões de estudantes, de acordo com os dados da consultoria Educa Insights. No último dado divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2015, era de apenas 20% dos alunos estudando a distância. 

A projeção leva em conta o histórico de crescimento dos últimos 5 anos, como também a entrada de instituições renomadas no mercado de graduação a distância como FGV, PUC, USP, entre outras. 

Além disso, o Ministério da Educação (MEC) liberou um grande número de polos para variados grupos de ensino e aprovou novas graduações a distância, como engenharia e outras na área da saúde, já que até 2014 apenas os cursos de administração, pedagogia e licenciaturas eram permitidos a distância.

Outro fator que impulsiona esta projeção, é que algumas pessoas moram em regiões distantes dos grande centros e os cursos on-line são a única opção. Em 2015, eram apenas 434 municípios com cerca de 153 mil alunos, que contavam somente com graduações a distância. No Brasil hoje, são 3,8 mil polos de ensino a distância em operação, conforme tabela abaixo. 

Até 2023 graduação a distãncia será maior que a presencial

Segundo Luiz Trivelato, sócio da Educa Insights, um curso a distância é rentável a partir de 10 mil alunos". Além disso, a força da marca no presencial é importante para atrair alunos para os cursos a distância, porém a instituição precisa ter fôlego financeiro, pois o ensino a distância demanda um investimento alto antes da geração de receita.

O MEC projeta novas regras para o segmento, como a de permitir que as universidades e centros universitários tenham autonomia para abrir novos polos, sem precisar de aval do ministério. Hoje, a aprovação de pedidos de abertura dessas unidades pode levar anos, espera-se que com isso, a concentração de polos nas mãos dos atuais grupos diminuam.

Quer saber mais, clique aqui.

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 16:50 ]
 
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Facebook vai transmitir ao vivo futebol

O Facebook fechou uma parceria inédita com a Univision Communications para mostrar, ao vivo, os 46 jogos do principal campeonato mexicano, Liga MX. Os jogos serão exibidos na página da Univision em inglês, que hoje conta com mais de 5 milhões de assinantes, mas esse número pode crescer graças ao acordo, já que a Liga MX é o campeonato de futebol mais assistido nos Estados Unidos. "O Facebook representa a nova onda de TV e, dada a sua escala, eles são um parceiro ideal para distribuir a nossa Liga MX em inglês", comentou, em nota, Tonia O’Connor, que cuida de parcerias na Univision.  A primeira transmissão acontecerá nesse sábado, 18/02,  com o jogo América X Chivas e se estenderá ao longo do ano. Os telespectadores não verão as propagandas no intervalo do jogos, já que o Facebook ainda não definiu sua posição em relação ao formato, segundo a Bloomberg.

Quer saber mais, clique aqui.

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 16:54 ]
 
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A incrível descoberta

O Prof. José Moran considera que o mais importante de todo o processo, foi sua decisão no período de crise profissional, onde deixou o modelo convencional para experimentar pequenas inovações. Isso aumentou a sua confiança, sua visão de mundo sobre educação e a sua realização em todos os níveis (pessoal, familiar, profissional e social). Agora o seu desafio maior é aprender a envelhecer, mantendo a mesma paixão por viver e por contribuir para melhorar nossa educação. 

Quer ler o depoimento na íntegra, clique aqui.

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 16:56 ]
 
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O debate sobre o uso ou não da tecnologia como ferramenta de aprendizado, já é passado. A tecnologia não só faz parte do aprendizado, como é fundamental no modo como a geração atual lida com o mundo. 

A evolução do ensino

De maneira rápida e fácil, pois com qualquer dispositivo móvel, mesmo os mais simples, o ser humano já não tem mais dificuldades em buscar qualquer tipo de informação. A escola já abandonou o posto de mera disseminadora de informação. Não se pode negar que a internet hoje é o maior acervo de conhecimento, apesar dos livros e dos professores. Desta forma, ignorar isso é contraditório, assim o mais lógico é incorporar isso na estratégia de ensino. No decorrer do tempo, a tecnologia vem mudando a prática do ensino, causando uma reciclagem e uma mudança nas estruturas escolares e nos seus profissionais. A evolução vem ocorrendo de maneira natural, partindo do princípio de que a mente das pessoas já se habituaram a uma quantidade muito maior de informação desde muito cedo. 

O uso da tecnologia, se bem orientada, estimula a criatividade, o raciocínio, o estudo, a capacidade de pesquisar, por isso se prender simplesmente à técnicas ultrapassadas é sub aproveitar o potencial das pessoas. Entretanto, é necessário planejamento das aulas como também a escolha do método de ensino, pois o foco dessa orientação é o que deve ser trabalhado pelo professor, evitando o vício em atividades inúteis, e encaminhando o aluno para um uso prático. 

O e-Learning é a palavra da vez, porém é fundamental a participação do aluno na construção deste processo. Como o giz está ficando de lado, o e-Learning está gerando mudanças na dinâmica do aprendizado, ganhando mais adeptos, não só em cursos inteiros, mas também em conteúdos complementares.  

O tempo de aprendizado e a busca do conhecimento se ampliou, pois também ocorre fora da escola. Atualmente, o estudo, os trabalhos, o reforço de aulas e simulados são realizados por meio de plataformas interativas, conteúdos online, seja através de um curso com professores online, vídeos e podcasts, havendo um maior aproveitamento do aluno. Assim, o tempo do professor em contato com o aluno deve ser bem aproveitado, não só para repassar o básico, mas sim para ensinar formas de como buscar o conhecimento. 

A tecnologia mudou a profissão do professor, pois hoje ele é um produtor de conteúdo, independente da escola, veja os diversos conteúdos disponibilizados no youtube como em outras plataformas. Talvez ainda exista resistência, em virtude de alguns desses profissionais ainda não acreditar nessa mudança. 

Um erro comum hoje, é o professor disponibilizar uma videoaula ou um vídeo numa sala de aula ou plataforma, achando que está praticando o e-Learning, todavia isso não produz interatividade. É necessário interagir, engajar o aluno e fazê-lo usar a tecnologia para solução de problemas, isto é, a tecnologia deve ajudar, não ser só uma via expositiva. Há uma demanda em inovar no currículo que forma o profissional da educação. Essa mescla de prática com teoria, ferramenta física, com ferramenta mental, tudo isso ainda precisa ser melhor pensado. 

As universidades já formam professores que consideram a internet fundamental para o seu cotidiano, mas não formam profissionais que reconhecem a tecnologia como indispensável para o ensino. Pode-se ir muito mais longe, se refletirmos sobre as possibilidades, no entanto o que falta efetivamente é compreender o que fazer com tudo isso. 

Sinceramente ainda não sabemos ser completamente "digitais", mas é um caminho sem volta, assim deve-se investir cada vez mais na formação dos professores para que possam expandir seus horizontes, assim como os alunos. O homem é um ser que precisa de orientação e informação, e a tecnologia ampliou muito isso e está a favor da educação.

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 17:01 ]
 
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O Ministério da Educação (MEC) lançou em abril de 2016 a "Hora do Enem", programa de TV e plataforma de estudos voltados para preparação de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O conteúdo poderá ser acessado pelo site horadoenem.mec.gov.br.
ENEM e-Learning

Os programas na TV da "Hora do Enem" são transmitidos pela TV Escola e 40 emissoras parceiras (sobretudo educativas e comunitárias). 
Já a plataforma on-line que é a grande atração do portal "Hora do Enem", recebeu o nome de Mecflix e é um “Netflix” gratuito para que o aluno se prepare com eficácia para ter um bom desempenho na prova do ENEM, nessa plataforma o aluno tem a oportunidade de assistir às aulas e estudar para a disciplina que precisa melhorar.

A partir dos dados do aluno, o sistema do Geekie Games ajuda na montagem de um plano de estudos personalizado, auxiliando-o na realização de exercícios, simulados e em mais de 600 videoaulas.

Na semana passada o MEC disponibilizou uma consulta popular aberta na internet, pois o MEC (Ministério da Educação) na qual cogita a aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em apenas um dia, e não mais dois. Também há uma pergunta sobre a possível realização da prova no computador. O questionário ficará disponível até 10 de fevereiro e a consulta pode ser acessada aqui.

Com e-Learning, o MEC pretende atingir um número ainda maior de jovens, já que virou uma espécie de vestibular nacional, pois algumas instituições já adotaram o exame como vestibular disponibilizando as vagas num sistema on-line, chamado Sisu (Sistema de Seleção Unificada). Além disso, a prova também passou a ser critério para certificação do ensino médio, uso de que deve ser descontinuado.

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 17:04 ]