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Agora é a vez da Samsung aderir o e-Learning, em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico, instituição de desenvolvimento tecnológico, a Samsung está oferecendo cursos de programação, eletrônica básica, robótica e desenvolvimento de aplicativos Android.

O Code IoT, nome dado à plataforma, é uma iniciativa que faz parte do Tech Institute, programa da Samsung que oferece a oportunidade para jovens obterem uma formação técnica por meio de cursos gratuitos ou concessão de bolsas de estudos.

Internet das Coisas (IoT)

A Internet das Coisas (IoT) é um tema que está cada vez mais presente nas nossas vidas. Já não devemos apenas conectar grupos, mas também pessoas com seus objetos. Nas próximas décadas, espera-se que bilhões de dispositivos inteligentes estejam interconectados, interpretando informações do ambiente e interagindo com o mundo. Essas tecnologias permitirão a otimização de diversos aspectos da vida cotidiana em áreas como saúde, transporte, agricultura e gerenciamento de resíduos.

Os cursos são destinados a estudantes e professores do ensino fundamental e médio. No entanto, qualquer interessado nos conteúdos ofertados pode se inscrever e fazer as aulas normalmente. Com duração média de quatro a seis semanas, os cursos são gratuitos e os participantes que cumprirem as tarefas propostas receberão um atestado de conclusão.

From Code IoT .

[ Modificado: terça, 22 Ago 2017, 16:34 ]
 
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Flávio Augusto da Silva, brasileiro, que aos 23 anos de idade, fundou a escola de inglês Wise Up, vendida em 2013 por cerca de R$ 1 bilhão e recomprada, dois anos depois, por metade do preço. Além disso, é proprietário do time de futebol Orlando City que agora tem estádio próprio, para 25 mil pessoas e que custou aproximadamente US$ 110 milhões. Bom, dias atrás, Flávio indicou este vídeo para reflexão!

From Pepe-School-Land

[ Modificado: terça, 8 Ago 2017, 19:04 ]
 
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Em junho de 2016, foi anunciada a fusão entre a Kroton e a Estácio. Desde então, ficou sob os holofotes, pois o negócio foi avaliado em R$ 5,5 bilhões, além de criar uma gigante do ensino superior privado, com valor de mercado de cerca de R$ 30 bilhões, uma receita combinada de R$ 8,4 bilhões e uma base de 1,6 milhão de alunos.

ChaimZauer e RodrigoGalindo

No entanto, o fato de o negócio figurar como o maior da história do mercado brasileiro de educação não foi o único ponto a chamar a atenção. Após meses de negociações para que os conselhos de administração das duas empresas aprovassem a fusão, uma série de episódios deixou claro que o caminho para que o casamento fosse sacramentado seria tortuoso.

A contestação de concorrentes e as extensas tratativas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) foram algumas das tramas paralelas desse roteiro. Os exemplos mais emblemáticos, porém, envolveram conflitos entre executivos, acionistas e conselheiros da Estácio. Maior acionista individual da companhia, com uma fatia de 9,7%, o empresário Chaim Zaher fez uma proposta para assumir o controle da Estácio. Outro capítulo dessa difícil parceria incluiu uma troca de e-mails no qual Pedro Thompson, CEO da Estácio, supostamente tramava contra o acordo. Seu antecessor, Gilberto Melzi, foi acusado de ter liderado a clonagem do computador do executivo e de ser o autor da denúncia anônima que trouxe o caso à tona. O caso acabou gerando um inquérito policial.

No final de junho, depois de quase sete horas de sessão, o acordo foi rejeitado pelo Cade, por cinco votos a um, sob a alegação de que as contrapartidas propostas pela dupla não resolveriam “os potenciais impactos concorrenciais identificados durante a análise da operação”. Em fato relevante, Kroton e Estácio informaram que, conforme previsto nos termos da transação, a aprovação “tornou-se sem efeitos”. Na prática, o negócio foi encerrado, sem multas e obrigações de ambas as partes. “A Kroton respeita a decisão final do órgão regulador em não aprovar a transação e, assim, as companhias seguem atuando de maneira independente”, escreveu a companhia liderada pelo CEO Rodrigo Galindo, em outro comunicado.

E AGORA?

A Kroton parece disposta a dar essa resposta ao mercado rapidamente. Na manhã seguinte à reprovação, a empresa realizou uma reunião de quatro horas com 70 diretores, que formam a cúpula da companhia, para começar a discutir o planejamento para o período de 2018 a 2020. Após o encontro, Rodrigo Galindo reforçou essa mensagem a outros 500 executivos por meio da TV Kroton. Conforme apurou a DINHEIRO, o principal impacto com a negativa do Cade é uma mudança na estratégia de aquisições. A ideia agora é focar os ativos de pequeno e médio porte, especialmente em regiões nas quais ela ainda tem pouca ou nenhuma presença, como Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Outra frente que pode envolver aquisições e que ganhará peso é a educação básica. No segmento, a Kroton já atua na oferta de sistemas de ensino, com a bandeira Pitágoras. O plano é investir na gestão direta de colégios, um mercado que movimenta R$ 57 bilhões no País. “A Kroton tem uma posição de caixa confortável e esse segmento ainda tem muito espaço para consolidação”, diz Bruno Giardino, analista do Santander. Com uma receita de R$ 5,2 bilhões em 2016, a companhia encerrou o primeiro trimestre de 2017 com R$ 1,3 bilhão em caixa.

Já os rumos da Estácio, ao menos nesse primeiro momento, parecem longe de uma definição. Para alguns analistas, a preparação para a fusão fez com que a empresa, que faturou R$ 3,2 bilhões em 2016, alcançasse avanços em sua gestão. Especialmente no que diz respeito às políticas comerciais. “A Estácio deixou de ser tão agressiva em preços e descontos, e passou a privilegiar a rentabilidade”, diz Vinícius Ribeiro, analista do Brasil Plural. “A companhia arrumou a casa e ser uma consolidadora é um dos planos na mesa”, afirma uma fonte próxima à empresa. Em contrapartida, uma parcela do mercado entende que todos esses esforços tiveram como única finalidade a união com a Kroton.

E que o fato de a nova gestão estar há pouco tempo à frente da operação deixa a companhia ainda mais fragilizada para seguir com suas próprias pernas, o que a colocaria como um alvo a ser disputado no mercado. A lista dos candidatos a investir na Estácio inclui dois nomes que já tentaram adquirir o controle da operação no início da negociação da empresa com a Kroton. O primeiro deles é Chaim Zaher. Apesar de ressaltar que está mais focado na educação básica, segmento no qual atua por meio da SEB., com marcas como Pueri Domus e Dom Bosco, o empresário observa que encabeçar uma nova proposta é uma possibilidade. “Quero analisar como o mercado vai se comportar nas próximas semanas”, afirma. “Afinal, preciso proteger meu patrimônio.”

À parte dessas movimentações, os analistas consultados pela DINHEIRO apontam um outro fator que deve trazer impactos para a Kroton e para a Estácio. Há duas semanas, o Ministério da Educação publicou uma nova portaria que regulamenta e acelera a oferta de cursos superiores na modalidade de ensino a distância (EAD).

Apesar da tendência de crescimento do “bolo” desse segmento, a perspectiva é de que a Kroton, líder em EAD, com 37,2% de participação, sofra consequências. “Hoje, muito da liquidez da empresa vem desse segmento. A concorrência vai aumentar e a tendência é que ela passe a ser mais baseada no preço”, diz Willian Klein, CEO da consultoria Hoper Educação. Em contraponto, ele enxerga boas perspectivas para a Estácio, dona de uma fatia de 9,3% nessa vertente. “Com o novo marco, a Estácio e outros players vão poder acelerar sua expansão. Para o bem e para o mal, esse é um mercado que as duas empresas terão de olhar com mais atenção.”

From Isto é Dinheiro.

[ Modificado: segunda, 24 Jul 2017, 16:52 ]
 
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Agora, pense se não gastasse horas no trânsito para se deslocar, já imaginou?

Esta é uma das razões que levam o e-Learning a ser uma das grandes tendências do mundo moderno. 

Porém, é muito mais do que isso! Pois,  revoluciona a vida de  milhões de pessoas, na medida em que proporciona o amplo acesso e a redução dos custos. Além de possibilitar assistir na hora, lugar e quantas vezes quiser aulas definitivas e recursos multimídia.

e-learning

Não à toa, que o investimento nesta área, está cada vez mais nessa modalidade, com grande predominância pelo formato audiovisual. A seguir, as vantagens dessa modalidade.

Vantagens do e-Learning

Provavelmente é possível encontrar vantagens e aplicações extras, assim listamos abaixo os motivos mais comuns que levam empresas do setor corporativo e educacional, adotarem o e-Learning.

1.  Flexibilidade

É uma das principais vantagens dos cursos e-Learning, pois alunos e colaboradores podem se organizar da melhor forma possível.

2. Sem Fronteiras

Outro obstáculo que o e-Learning ajudou a superar, foram as fronteiras. Já que não é preciso estar presencialmente num determinado local para assistir uma aula ou treinamento.

3. Economia

Redução progressiva dos custos para as empresas, devido à escala e à perenidade do conteúdo. Já  para as pessoas, a redução dos custos envolve o deslocamento e as perdas de tempo.

A importância dos vídeos no e-Learning

Decidir o formato do conteúdo é uma das fases mais importantes do e-Learning. Assim, o vídeo tem sido a opção mais comum, pelas razões abaixo:

. Os vídeos prendem melhor a atenção

Por unir os canais visual e auditivo (Teoria dos Dois Canais), o formato em vídeo aumenta o entendimento das pessoas em mais de 70% e também está associado a um elevado nível de lembrança sobre o conteúdo. No Brasil, 58 milhões de vídeos online são assistidos mensalmente, com uma média de 5 vídeos por visita de usuário. Ao todo, são gastos 6 horas diariamente assistindo vídeo online, segundo a comScore. 

. As pessoas preferem vídeos

O vídeo online já é parte de nossas vidas, 80% dos internautas preferem ver vídeos a ler conteúdos em textos. No Brasil, 86% dos dos usuários de internet assistem conteúdo em vídeo, sendo que 36% veem pelo menos uma vez ao dia, de acordo com a comScore. Outro dado que chama a atenção vem da Forrester Research, segundo o qual 75% dos colaboradores de uma empresa estão mais propensos a assistir a um vídeo do que ler um artigo, e-mail ou documentos disponíveis na web.  

. A valorização do dispositivo mobile 

Diversos estudos mostram que quanto mais cresce o uso dos dispositivos móveis, mais o formato vídeo irá prevalecer, o que também pode ser muito bem aproveitado no e-Learning, já que muitas pessoas têm tempo livre durante os trajetos do dia a dia. No ambiente organizacional, é muito útil um vendedor rever um módulo relacionado a um determinado produto ou no caminho de uma reunião, por exemplo.  

. A viabilidade financeiramente 

O vídeo é uma opção extremamente viável, pois quando as aulas estão prontas podem ser reproduzidas em escala, pulverizando os custos unitários ou de turmas, principalmente quando se leva em conta um prazo maior de utilização. Este ponto é extremamente útil para empresas com alta rotatividade ou que precisam atualizar os colaboradores frequentemente.

. Efetividade dos vídeos

Ao assistir um vídeo, há uma melhora de 74% na compreensão da mensagem. Além disso, 70% do conteúdo lido e escutado é recordado, de acordo com dados do Infopresse. Os formatos audiovisuais captam melhor a atenção dos espectadores e requerem menos esforço do que o texto.

Segundo Forrester Research, "uma imagem vale mais que mil palavras, enquanto um minuto de vídeo equivale a 1.8 milhões de palavras?"

. Os vídeos geram mais confiança

Um estudo divulgado recentemente pela Animoto, 71% das pessoas afirmam que assistir um vídeo deixa uma impressão muito positiva sobre a empresa. Além disso, melhora os índices de reputação, gerando uma confiança maior dos usuários.

Segundo Lara Krumholz, gerente-geral da DynAdmic na América Latina, "58% dos consumidores acreditam que as empresas que utilizam uma estratégia de vídeo são mais confiáveis".

[ Modificado: terça, 4 Jul 2017, 17:23 ]
 
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Nova norma também vai permitir credenciamento de instituições para cursos de educação a distância sem credenciamento para os presenciais.

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, no Diário Oficial da União na última quarta-feira (21/06), uma portaria que vai ampliar a oferta de cursos superiores a distância no Brasil. A norma possibilita o credenciamento de Instituições de Ensino Superior (IES) para cursos de Educação a Distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais.

Na prática, isso significa que as instituições poderão oferecer exclusivamente esses cursos na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial. A medida deve ajudar o País a atingir a meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida em 33% da população de 18 a 24 anos.

Na mesma linha, as instituições de ensino públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta de EaD, devendo ser recredenciadas pelo MEC em até 5 anos após a oferta do primeiro curso na modalidade. A portaria reitera que a oferta desses cursos requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento, exceto para as instituições de ensino superior que possuem autonomia, e que todas as instituições devem manter cursos de graduação em funcionamento, não sendo permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu. 

Outra inovação que a portaria traz é a criação de polos de Educação a Distância pelas próprias instituições já credenciadas para essa modalidade de ensino. O documento detalha ainda a quantidade de polos que as instituições poderão criar, baseado no Conceito Institucional (CI) mais recente da instituição.

From Portal Brasil.

 
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O Ministério da Educação (MEC) publicou no final do mês passado, um decreto que amplia os casos em que é autorizada a oferta de aulas a distância para alunos dos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). A modalidade poderá ser adotada quando os estudantes estiverem "sem acesso às disciplinas obrigatórias do currículo escolar".

ensino fundamental 2

O ensino a distância para o ensino básico (do 1º ano do fundamental ao 3º do médio) já era liberado em "situações emergenciais" em que o estudante está impedido de acompanhar as aulas presencialmente, como motivos de saúde, os que se encontram no exterior ou privados de liberdade. Com o decreto, o MEC passou a liberar também a modalidade para os casos em que as disciplinas obrigatórias não estiverem sendo ofertadas para os alunos dos anos finais

O decreto também alterou as regras para o ensino a distância no ensino médio e superior. As mudanças, segundo o MEC, atendem à reforma do ensino médio - o texto sancionado pelo presidente Michel Temer (PMDB), em fevereiro, já abria a possibilidade para que algumas disciplinas fossem ofertadas nessa modalidade.

Os critérios de como será a oferta das disciplinas a distância ainda não foram definidos. Segundo o ministério, eles serão estabelecidos em conjunto com os sistemas de ensino, o Conselho Nacional de Educação (CNE) e Secretarias Estaduais de Educação.

Para o ensino superior, as mudanças vão permitir agora que as instituições possam criar cursos e polos de ensino a distância (EaD) sem exigir o credenciamento prévio para a oferta presencial. Elas também poderão ofertar exclusivamente os cursos a distância, sem que haja a oferta simultânea presencial.

Dessa forma, as instituições vão apenas comunicar o MEC sobre a criação dos polos e deverão respeitar os limites quantitativos, que serão definidos com base nos indicadores de qualidade de cada uma.

Janguiê Diniz, presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), diz que as mudanças vão agilizar a oferta de vagas e cursos.

Segundo o ministério, as mudanças fazem parte de uma estratégia para ampliar a oferta de vagas no ensino superior no País para atingir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) que prevê elevar até 2024 a taxa de matrícula para 33% da população de 18 a 24 anos - em 2015, ela era de 18,1%.

From Uol Educação.

 
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Segundo a tese do americano Marshall Van Alstyne, professor da Universidade de Boston e autor de A Revolução das Plataformas, o produto, por melhor que seja, nunca vai vencer uma plataforma.

plataformas

No começo desse mês, Marshall esteve no HSM Summit 2017 em São Paulo, realizando uma palestra sobre como empresas tão novas têm criado disrupções profundas em todos os setores. A seguir, alguns trechos da palestra

O Uber é hoje mais valioso que a BMW, o Airbnb caminha para se tornar mais valioso que o Marriot, o Facebook já vale hoje duas vezes mais que a Disney. Todas essas novas empresas ultrapassaram, em pouquíssimo tempo, gigantes tradicionais nos setores automotivo, hoteleiro e de entretenimento, porque foram construídas em cima de plataformas e não produtos.

O presente e o futuro dos negócios, se resumem a saber gerenciar plataformas e as empresas que estão vencendo hoje, são aquelas que mudaram o modelo de negócios fundamentado há décadas, pois ganham dinheiro e fazem sucesso a partir da interação com os clientes e suas respectivas comunidades e não com a venda, em escala, de produtos inovadores.

Um exemplo desse sucesso, é a Warby Parker, empresa americana fundada em 2010 que vende óculos online. A empresa envia cinco armações de óculos para os clientes que postam e compartilham cinco fotos pedindo opiniões. Os amigos, o ajudarão a escolher o melhor óculos, ele faz a compra e, de quebra, divulga a mensagem da empresa. Neste caso, a inovação não está em oferecer o melhor e mais bonito óculos, mas na forma como a empresa cria a interação de seu produto com o cliente.

Uma outra característica dessas empresas, aprendemos nas aulas de logística, que a cadeia de valor é um modelo de negócios, visto que o processo inclui pegar insumos, agregar valor e entregar ao cliente. Entretanto, essas empresas de plataforma mudaram completamente isto, pois a produção e o suprimento ficam de fora e os custos são menores para estruturação do negócio. O Uber não tem carros e nem motoristas, o Airbnb tem 40 mil locais para locação em Paris sem ter comprado uma casa, isso demonstra que as empresas tradicionais cresceram olhando a demanda da oferta e esse é o problema, uma vez que o custo inicial para criar uma oferta, é altíssimo. No caso do Uber e da Airbnb, a preocupação maior, é em atrair usuários e criar um ecossistema que se retroalimenta pelos próprios usuários.

Diante disso, é possível criar plataformas em empresas que vendem produtos simples ou tradicionais, como as empresas americanas que vendem sal e pimenta, que por meio da plataforma sugerem e compartilham receitas, os usuários copiam as receitas como base para criar as suas próprias, colocam o tempero a gosto e depois, compartilham com os outros.

Neste cenário, Marshall defende que o maior erro das empresas é matar o efeito de rede que seus produtos e serviços podem gerar. Por exemplo: a IBM errou ao acordar com os seus clientes do produto Watson, que tudo que fosse criado por eles seria de propriedade dela, o resultado foi a baixíssima adesão. Isso ocorreu, porque é necessário se perguntar em como criar ecossistema e depois se preocupar como monetizar. Além disso, é preciso focar na qualidade e não jogar todo o risco do negócio para o usuário, pois de nada adianta crescer, montar uma ampla base, se o serviço oferecido não for bom e "expulsar" as pessoas.

O Facebook ganhou muito ao abrir a plataforma para desenvolvedores oferecerem jogos, como o sucesso do Farmville. Porém, quando o Zynga Poker começou a irritar os usuários com virais, o facebook o expulsou da plataforma.

Para Marshall, o difícil é convencer gestores e CEOs a colocá-lo em prática em nome da inovação, já que é preciso antes de tudo ter uma visão de fora para dentro. Nesta linha, o profissional de finanças precisa pensar de forma estratégica, nos ativos que estão na comunidade e o de TI precisa saber como integrar todas as áreas, fechar-se em núcleos ou dentro da própria empresa é fatal. 

A Sony tinha tudo para ser a Apple, porém a empresa japonesa por muitos anos deteve o monopólio dos sistemas de entretenimento, os melhores jogos (Playstation), conteúdo (Sony Pictures), computadores e sistemas. Hoje vale apenas US$ 71 bilhões, enquanto a Apple chegou a US$ 800 bilhões, isso ocorreu porque suas inovações funcionavam como silos de produtos, tudo estava desconectado, não havia um ecossistema sendo criado. Cada produto, passou a concorrer com outros produtos da empresa e não por usuários. Entretanto, a Apple entre as décadas de 80 e 90, cometeu o mesmo erro, por isso quase faliu. Mas, em 2000, a Apple entendeu para onde deveria caminhar.


From Época Negócios.

[ Modificado: terça, 8 Ago 2017, 11:15 ]
 
businesseducation
por Business Education - segunda, 15 Mai 2017, 16:10
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Em 2003, depois de pelo menos sete anos de tramitação no Congresso Nacional, o Estatuto do Idoso foi finalmente aprovado. No mês seguinte, em outubro do mesmo ano, o Estatuto foi sancionado pelo Presidente da República da época, garantindo maior abrangência dos direitos dos cidadãos com idade superior a 60 anos. Muitos daqueles que são classificados como indivíduos componentes da Terceira Idade estão enquadrados dentro desse código de leis que prevê o respeito, os direitos e os deveres do idoso. No entanto, uma grande parcela da sociedade – até mesmo entre aqueles a quem o Estatuto assiste – não tem conhecimento prático desses direitos e deveres. Talvez por falta de costume de conhecer os próprios direitos, ou pela cultura de conhecimento distante que é conservada no nosso país, torna-se comum não conhecer algumas das leis que regem a nação, bem como os direitos dos cidadãos, sejam eles crianças, adolescentes, adultos ou idosos.

Desta forma, a Business Education se orgulha de ter produzido o vídeo da Campanha do Direito dos Idosos.

[ Modificado: segunda, 15 Mai 2017, 16:19 ]
 
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Em uma sociedade conectada, a demanda por cursos online dos mais variados segmentos está crescendo rapidamente, em virtude dos benefícios e do avanço de soluções EAD, existentes hoje no mercado de educação a distância.

sociedade conectada

Implantar o e-Learning, é uma excelente oportunidade para empresa, visto que o investimento para tal é considerado baixo, frente à outros investimentos existentes.

O gasto para treinar colaboradores em outra cidade pode ser muito grande, em virtude do deslocamento e hotel. Além da flexibilidade geográfica, os cursos online possibilitam mais versatilidade, pois os colaboradores que trabalham em diferentes períodos podem compartilhar do mesmo curso. Assim, o mundo corporativo cada vez mais, vem adotando o formato à distância, pois representa maior eficácia e redução de custos, uma vez que quanto maior o número de colaboradores treinados dessa maneira, menor é o custo para a empresa.

No EAD, é possível fazer um mix de tecnologias e metodologias que otimizam o aprendizado do aluno, assim no futuro a realidade aumentada em todos os cursos, será ainda maior.

[ Modificado: segunda, 8 Mai 2017, 18:53 ]
 
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A Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), operacionaliza a plataforma Brasil Mais TI, que oferece capacitação gratuita a jovens e adultos, por meio do ensino à distância. Durante a 62ª Reunião do Conselho de Administração da Softex, realizada no mês passado, em Brasília (DF), a associação apresentou o relatório anual de 2016 sobre o programa.

Brasil mais TI

Segundo Ruben Delgado, presidente da Softex, os dados comprovam que o Brasil Mais TI é o maior portal de educação tecnológica gratuita do mundo, com mais de 278 mil alunos cadastrados, 610 cursos em andamento e 175 mil seguidores nas redes sociais. Em 2016, foram mais de 4 milhões de acesso à página da plataforma, em 35 diferentes cursos oferecidos. Além disso, a plataforma, atualmente, alcança mais de 61 mil alunos matriculados em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs), que a utilizam como ferramenta de aprendizado.

A associação também desenvolve ações para promover a melhoria da competitividade da indústria brasileira de software e serviços de TI e a disponibilidade de recursos humanos qualificados em pesquisa e negócios. Para isso, foi lançado um portal para conectar empresas com vagas disponíveis a estudantes que tenham entregado currículo, um matchmaking entre quem estudou e quem precisa de recursos humanos.

A Start-Up Brasil, é mais um programa da Softex, que busca agregar um conjunto de atores e instituições em favor do empreendedorismo de base tecnológica. De acordo com Ruben Delgado, a Start-Up Brasil representa um marco entre os projetos do governo, pois para cada dólar investido pelo governo, a iniciativa privada aportou 3,5 dólares, o que demonstra o sucesso.

Em 2018, o Brasil receberá a 19ª edição do Encontro Internacional Virtual Educa, considerada a maior feira do mundo na área de tecnologia para educação, promovida pela Organização dos Estados Americanos [OEA], que busca difundir projetos inovadores no campo da educação e da formação profissional, com impacto no desenvolvimento humano.

From Agência ABIPTI.

[ Modificado: terça, 2 Mai 2017, 20:29 ]