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Segundo a tese do americano Marshall Van Alstyne, professor da Universidade de Boston e autor de A Revolução das Plataformas, o produto, por melhor que seja, nunca vai vencer uma plataforma.

plataformas

No começo desse mês, Marshall esteve no HSM Summit 2017 em São Paulo, realizando uma palestra sobre como empresas tão novas têm criado disrupções profundas em todos os setores. A seguir, alguns trechos da palestra

O Uber é hoje mais valioso que a BMW, o Airbnb caminha para se tornar mais valioso que o Marriot, o Facebook já vale hoje duas vezes mais que a Disney. Todas essas novas empresas ultrapassaram, em pouquíssimo tempo, gigantes tradicionais nos setores automotivo, hoteleiro e de entretenimento, porque foram construídas em cima de plataformas e não produtos.

O presente e o futuro dos negócios, se resumem a saber gerenciar plataformas e as empresas que estão vencendo hoje, são aquelas que mudaram o modelo de negócios fundamentado há décadas, pois ganham dinheiro e fazem sucesso a partir da interação com os clientes e suas respectivas comunidades e não com a venda, em escala, de produtos inovadores.

Um exemplo desse sucesso, é a Warby Parker, empresa americana fundada em 2010 que vende óculos online. A empresa envia cinco armações de óculos para os clientes que postam e compartilham cinco fotos pedindo opiniões. Os amigos, o ajudarão a escolher o melhor óculos, ele faz a compra e, de quebra, divulga a mensagem da empresa. Neste caso, a inovação não está em oferecer o melhor e mais bonito óculos, mas na forma como a empresa cria a interação de seu produto com o cliente.

Uma outra característica dessas empresas, aprendemos nas aulas de logística, que a cadeia de valor é um modelo de negócios, visto que o processo inclui pegar insumos, agregar valor e entregar ao cliente. Entretanto, essas empresas de plataforma mudaram completamente isto, pois a produção e o suprimento ficam de fora e os custos são menores para estruturação do negócio. O Uber não tem carros e nem motoristas, o Airbnb tem 40 mil locais para locação em Paris sem ter comprado uma casa, isso demonstra que as empresas tradicionais cresceram olhando a demanda da oferta e esse é o problema, uma vez que o custo inicial para criar uma oferta, é altíssimo. No caso do Uber e da Airbnb, a preocupação maior, é em atrair usuários e criar um ecossistema que se retroalimenta pelos próprios usuários.

Diante disso, é possível criar plataformas em empresas que vendem produtos simples ou tradicionais, como as empresas americanas que vendem sal e pimenta, que por meio da plataforma sugerem e compartilham receitas, os usuários copiam as receitas como base para criar as suas próprias, colocam o tempero a gosto e depois, compartilham com os outros.

Neste cenário, Marshall defende que o maior erro das empresas é matar o efeito de rede que seus produtos e serviços podem gerar. Por exemplo: a IBM errou ao acordar com os seus clientes do produto Watson, que tudo que fosse criado por eles seria de propriedade dela, o resultado foi a baixíssima adesão. Isso ocorreu, porque é necessário se perguntar em como criar ecossistema e depois se preocupar como monetizar. Além disso, é preciso focar na qualidade e não jogar todo o risco do negócio para o usuário, pois de nada adianta crescer, montar uma ampla base, se o serviço oferecido não for bom e "expulsar" as pessoas.

O Facebook ganhou muito ao abrir a plataforma para desenvolvedores oferecerem jogos, como o sucesso do Farmville. Porém, quando o Zynga Poker começou a irritar os usuários com virais, o facebook o expulsou da plataforma.

Para Marshall, o difícil é convencer gestores e CEOs a colocá-lo em prática em nome da inovação, já que é preciso antes de tudo ter uma visão de fora para dentro. Nesta linha, o profissional de finanças precisa pensar de forma estratégica, nos ativos que estão na comunidade e o de TI precisa saber como integrar todas as áreas, fechar-se em núcleos ou dentro da própria empresa é fatal. 

A Sony tinha tudo para ser a Apple, porém a empresa japonesa por muitos anos deteve o monopólio dos sistemas de entretenimento, os melhores jogos (Playstation), conteúdo (Sony Pictures), computadores e sistemas. Hoje vale apenas US$ 71 bilhões, enquanto a Apple chegou a US$ 800 bilhões, isso ocorreu porque suas inovações funcionavam como silos de produtos, tudo estava desconectado, não havia um ecossistema sendo criado. Cada produto, passou a concorrer com outros produtos da empresa e não por usuários. Entretanto, a Apple entre as décadas de 80 e 90, cometeu o mesmo erro, por isso quase faliu. Mas, em 2000, a Apple entendeu para onde deveria caminhar.


From Época Negócios.

[ Modificado: terça, 8 Ago 2017, 11:15 ]
 
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por Business Education - segunda, 15 Mai 2017, 16:10
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Em 2003, depois de pelo menos sete anos de tramitação no Congresso Nacional, o Estatuto do Idoso foi finalmente aprovado. No mês seguinte, em outubro do mesmo ano, o Estatuto foi sancionado pelo Presidente da República da época, garantindo maior abrangência dos direitos dos cidadãos com idade superior a 60 anos. Muitos daqueles que são classificados como indivíduos componentes da Terceira Idade estão enquadrados dentro desse código de leis que prevê o respeito, os direitos e os deveres do idoso. No entanto, uma grande parcela da sociedade – até mesmo entre aqueles a quem o Estatuto assiste – não tem conhecimento prático desses direitos e deveres. Talvez por falta de costume de conhecer os próprios direitos, ou pela cultura de conhecimento distante que é conservada no nosso país, torna-se comum não conhecer algumas das leis que regem a nação, bem como os direitos dos cidadãos, sejam eles crianças, adolescentes, adultos ou idosos.

Desta forma, a Business Education se orgulha de ter produzido o vídeo da Campanha do Direito dos Idosos.

[ Modificado: segunda, 15 Mai 2017, 16:19 ]
 
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Em uma sociedade conectada, a demanda por cursos online dos mais variados segmentos está crescendo rapidamente, em virtude dos benefícios e do avanço de soluções EAD, existentes hoje no mercado de educação a distância.

sociedade conectada

Implantar o e-Learning, é uma excelente oportunidade para empresa, visto que o investimento para tal é considerado baixo, frente à outros investimentos existentes.

O gasto para treinar colaboradores em outra cidade pode ser muito grande, em virtude do deslocamento e hotel. Além da flexibilidade geográfica, os cursos online possibilitam mais versatilidade, pois os colaboradores que trabalham em diferentes períodos podem compartilhar do mesmo curso. Assim, o mundo corporativo cada vez mais, vem adotando o formato à distância, pois representa maior eficácia e redução de custos, uma vez que quanto maior o número de colaboradores treinados dessa maneira, menor é o custo para a empresa.

No EAD, é possível fazer um mix de tecnologias e metodologias que otimizam o aprendizado do aluno, assim no futuro a realidade aumentada em todos os cursos, será ainda maior.

[ Modificado: segunda, 8 Mai 2017, 18:53 ]
 
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A Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), operacionaliza a plataforma Brasil Mais TI, que oferece capacitação gratuita a jovens e adultos, por meio do ensino à distância. Durante a 62ª Reunião do Conselho de Administração da Softex, realizada no mês passado, em Brasília (DF), a associação apresentou o relatório anual de 2016 sobre o programa.

Brasil mais TI

Segundo Ruben Delgado, presidente da Softex, os dados comprovam que o Brasil Mais TI é o maior portal de educação tecnológica gratuita do mundo, com mais de 278 mil alunos cadastrados, 610 cursos em andamento e 175 mil seguidores nas redes sociais. Em 2016, foram mais de 4 milhões de acesso à página da plataforma, em 35 diferentes cursos oferecidos. Além disso, a plataforma, atualmente, alcança mais de 61 mil alunos matriculados em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs), que a utilizam como ferramenta de aprendizado.

A associação também desenvolve ações para promover a melhoria da competitividade da indústria brasileira de software e serviços de TI e a disponibilidade de recursos humanos qualificados em pesquisa e negócios. Para isso, foi lançado um portal para conectar empresas com vagas disponíveis a estudantes que tenham entregado currículo, um matchmaking entre quem estudou e quem precisa de recursos humanos.

A Start-Up Brasil, é mais um programa da Softex, que busca agregar um conjunto de atores e instituições em favor do empreendedorismo de base tecnológica. De acordo com Ruben Delgado, a Start-Up Brasil representa um marco entre os projetos do governo, pois para cada dólar investido pelo governo, a iniciativa privada aportou 3,5 dólares, o que demonstra o sucesso.

Em 2018, o Brasil receberá a 19ª edição do Encontro Internacional Virtual Educa, considerada a maior feira do mundo na área de tecnologia para educação, promovida pela Organização dos Estados Americanos [OEA], que busca difundir projetos inovadores no campo da educação e da formação profissional, com impacto no desenvolvimento humano.

From Agência ABIPTI.

[ Modificado: terça, 2 Mai 2017, 20:29 ]
 
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Uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, revelou que 90% dos brasileiros usuários da internet, estão propensos a realizar algum tipo de curso online, sendo que, dentre eles, 61% já fizeram. Esses números, demonstram que nos últimos anos os cursos online se popularizaram e se estabeleceram como uma alternativa no País.

Segundo Felipe Simões, Diretor de Produto da NZN,  o e-Learning parece atrair cada vez mais os brasileiros que não tem tempo, mas que desejam se aperfeiçoar em alguma área ou precisam adquirir novos conhecimentos por exigência do mercado.

aluno a distância

A pesquisa aponta que entre as pessoas que disseram que não fariam um curso à distância, 64,5% nunca tiveram essa experiência, enquanto 35,5% já haviam realizado algum curso pela internet. Os que nunca fizeram e não pretendem fazer, apontaram a desconfiança na qualidade do ensino em relação aos cursos presenciais como principal motivo para isso.

Com relação ao nível de educação entre as pessoas que fariam cursos pela internet, 58% apontaram os cursos livres, 47% cursos técnicos, 44% cursos profissionalizantes e 41% cursos de Ensino Superior - com mais de uma resposta.

Entre as pessoas que já fizeram cursos pela internet, 57% fizeram cursos livres, 23% cursos técnicos, 22% cursos de Ensino Superior e 20% cursos profissionalizantes (mais de uma resposta permitida).

Os cursos que mais despertam o interesse dos usuários brasileiros de internet são disparadamente os de idiomas (59%), seguidos pelas Engenharias (25%), Administração (22%) e Gestão (21%) – com mais de uma resposta permitida.

Perguntadas sobre qual o valor máximo que investiriam em cursos online por mês, 26% dos pesquisados se mostraram dispostos a gastar R$ 50 por mês.

A pesquisa foi aplicada a um público predominantemente jovem, com 41% de 18 a 24 anos, 35,7% de 25 a 34 anos e 12,87% de 35 a 44 anos. As mulheres representam 43,5% do público, e os homens 56,5%.

From Último Segundo - iG.

 
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Em passagem pelo Brasil durante o Fórum de Lideranças: Desafios da Educação, Katie Blot (Diretora de estratégia da Blackboard, com mais de 23 anos atuando com educação) afirmou que a tecnologia é o caminho para democratizar a educação ao redor do mundo.


Segundo Katie, hoje os estudantes esperam aprender e estar conectados com todos e não somente com quem está ensinando, eles esperam se relacionar com pessoas de dentro e fora das disciplinas, como também ter as coisas no momento em que querem,ou seja, on demand.

Num futuro breve, a educação será muito mais sobre conseguir trafegar por diversas áreas e possuir determinados talentos, do que dominar apenas aquilo que estudamos e o desenvolvimento das chamadas soft skills estará entre um dos pontos que mais serão abordados.

Os empregos estão mudando, assim a educação também precisa mudar, pois precisa desenvolver diversas habilidades e não apenas uma, ou seja, o Ensino Superior será mais sobre talento do que currículo.

Por fim, Katie afirma que a tecnologia está sendo implementadas pelas instituições, pois já se explora questões como foco em dados e insight, novos modelos de entrega para os estudantes, foco na experiência do estudante e muito mais conteúdo on-line. Ao que tudo indica, o conceito de sala de aula, professor único e mesas seguidas, umas das outras, não terá vida longa.

From Universia Brasil.

[ Modificado: segunda, 10 Abr 2017, 17:24 ]
 
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Formar equipes é essencial para que as redes de franquias consigam manter um padrão de atendimento, aumentar as vendas e fidelizar o cliente. "Por mais que a marca seja forte, o serviço prestado é o grande diferencial do negócio", diz Luciano Kliemaschewsk, presidente da Pearson no Brasil, grupo que reúne as marcas Wizard, Yázigi e Microlins, entre outras.


Só que quando há falhas no atendimento, é certo que o problema começou em etapas anteriores. Para Américo José da Silva Filho, diretor da Cherto Atco, empresa de educação corporativa especializada em redes de franquias, falta a algumas marcas desenhar uma sequência de padrão de atendimento. "Em cada momento o treinamento é trabalhado de um jeito, sem uniformidade", critica Filho. "É preciso ter um planejamento, para saber qual capacitação deve ser feita primeiro, qual vem depois e assim por diante."

A universidade corporativa, adotada por algumas redes, tem esse objetivo. "As trilhas de aprendizagem estabelecidas mostram que existe um planejamento para o desenvolvimento dos funcionários, está claro o que é preciso aprender em cada cargo e fase dentro da empresa", diz Filho. "Quando não existe a trilha, há uma grande chance de o treinamento ficar repetitivo e uma pessoa receber a mesma capacitação mais de uma vez."

As universidades corporativas das redes englobam treinamentos presenciais e a distância. Como as marcas têm franquias espalhadas pelo país, muitas optam por fazer o primeiro treinamento, pré-inauguração da loja, de forma presencial. O resto é on-line.

É o que acontece no grupo SMZTO, que abriga diversas redes de franquias, entre elas Casa X, EspaçoLaser e Instituto Embelezze. Trinta dias antes da inauguração da loja, a equipe da nova unidade vai para uma franquia-piloto da marca e vivencia a operação, ao mesmo tempo em que é treinada. Os demais programas de desenvolvimento, com poucas exceções, são feitos a distância. "Eu diria que 90% da capacitação é online", afirma Daniel Guedes, diretor de operações da SMZTO. Guedes explica que, na plataforma on-line, para cada indicador de desempenho há ações de capacitação que ajudam o franqueado e equipe a melhorarem a métrica. Além disso, alguns funcionários, conforme a função, têm a obrigatoriedade de cursar determinados programas periodicamente.

Na Multicoisas, os cursos a distância também predominam. Apenas o treinamento inicial é feito na sede da Universidade Multicoisas, que fica em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O prédio, aliás, foi construído a partir de uma percepção da empresa de que era preciso fortalecer o atendimento diferenciado, um dos pilares da marca. Hoje, o edifício tem 800 m2 e abriga seis salas de aula. No treinamento inicial, franqueado e equipe vão até Campo Grande para a capacitação. "Como toda a equipe é nova e ainda não teve contato com a Multicoisas, entendemos que é o momento de transmitir a cultura da empresa", explica Rodolfo Martin, gerente geral da Universidade Multicoisas. Já na capacitação de reciclagem, o ensino a distância é priorizado.

Na Pearson, a universidade corporativa engloba desde programas de integração das novas equipes até a capacitação inicial e a reciclagem dos funcionários mais antigos. A maior parte também é feita a distância. Em 2016, 1.400 pessoas foram treinadas presencialmente e 20 mil receberam capacitação online. Na fase que antecede a inauguração de novas lojas do grupo Pearson, apenas o franqueado é treinado presencialmente. As equipes fazem a integração e um nivelamento de conhecimento a distância e, depois, a consultoria de campo vai até a unidade para capacitar os funcionários.

Na Ecoville, rede que comercializa produtos de limpeza, o fundador Leonardo Castelo acredita no mix entre capacitação presencial e a distância para alcançar a padronização no atendimento. As trilhas de conhecimento desenvolvidas para gestores e funcionários das lojas são outro aspecto essencial para garantir a capacitação adequada. "A frequência dos treinamentos vai diminuindo à medida que a loja vai amadurecendo." O empresário acredita ainda no papel de um multiplicador em cada franquia, que cabe ao franqueado.

Na rede de cafés especiais Cheirin Bão o formato é o mesmo. "Como temos um modelo de negócio enxuto, capacitamos o gestor em relação à marca e também como figura atuante no processo de desenvolvimento de todas as unidades", explica Renata Galante, diretora comercial da empresa.

Via Jornal Valor Econômico.

[ Modificado: terça, 4 Abr 2017, 19:23 ]
 
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O Meet by Google Hangouts para empresas foi lançado ontem pelo Google sem muito alarde. O aplicativo permite aos usuários do G Suite (produtos para empresas do Google) configurar e participar de reuniões de vídeo HD. Até o momento, só possui aplicativo para Web e iOS. Para Android ainda não existem informações.

Como o Hangouts, o Meet também oferece chamadas de vídeo em grupo, e não apenas bate-papo por vídeo. Porém, enquanto o Hangouts é limitado a 10 pessoas, o Meet informa que suporta reuniões de vídeo HD, com até 30 participantes.

Além disso, na tela principal do aplicativo, é exibida uma lista de reuniões agendadas pelo usuário, juntamente com outros detalhes como hora, local, assunto, participantes e muito mais. O usuário pode clicar em um botão verde "join", para participar de uma reunião do seu telefone, que lança a interface de bate-papo por vídeo. Os botões permitem silenciar a chamada ou desligar o vídeo. Já em grandes conferências, há uma janela principal no topo, onde o usuário pode assistir com quem está falando, seguido por uma lista dos participantes, nomes e e-mails.

O momento do lançamento do Meet pelo Google chama atenção, pois há duas semanas atrás, a Amazon lançou o seu aplicativo para videoconferência, Chime. Assim, é difícil dizer se o lançamento do Google é para se posicionar junto aos concorrentes,  Microsoft Skype e GoToMeeting.

No entanto, a integração com as ferramentas de produtividade para empresas do Google - o que também pode significar o seu custo incluído na taxa de assinatura do G Suite - pode torná-lo uma boa opção, para as 3 milhões de empresas que já estão investidas, no conjunto de aplicativos do Google.

Via TechCrunch.

 
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Principalmente em tempos de crise, os gestores se questionam se vale mesmo a pena investir em treinamento? A resposta é SIM, uma vez que não faltam estudos na área, que comprovam a importância de possuir recursos humanos capacitados. No artigo, A Study on Training Importance for Employees of their Successful Performance in the Organization, publicado no International Journal of Science and Research, o pesquisador, UMA S. N, revela a existência de uma relação intensa entre a qualidade de capacitação dos colaboradores e a sua produtividade. Outros questionamentos estão relacionados ao timing para iniciar um treinamento, por exemplo: Como saber se capacitação é a resolução para o(s) problema(s)? Quais são os sinais de que a equipe, em termos de competências, está aquém do que seria esperado? Quais os indicadores de uma formação insuficiente ou ineficiente entre os meus colaboradores? Para responder a esses questionamentos, preparamos uma lista dos motivos que indicam a necessidade de treinar seus colaboradores.

10 motivos

1. Metas não são atingidas

É um sinal de que pode estar faltando treinamento, pois será que os colaboradores sabem exatamente que metas atingir? Será que está claro o papel de cada um, dentro da empresa? Será que as competências de cada colaborador estão alinhadas com seus cargos e até mesmo com suas expectativas? Esses questionamentos, podem levar a empresa ou área de recursos humanos,a perceber a necessidade da capacitação dos colaboradores, como estratégia! 

2. Queda nas vendas

É um indicativo importante e com grande impacto em toda a empresa.  As razões podem ser diversas, por exemplo: será que os profissionais estão utilizando as técnicas de vendas adequadas? Será que sabem se relacionar com o cliente? Será que estão focando o público-alvo certo? entre outros.

3. Baixa participação em atividades ou projetos

Baixa participação ou participação deficiente, sempre causa resultados negativos. Diante disso, é necessário realizar uma análise sobre esse baixo comprometimento. Será que o colaborador não se sente valorizado pela empresa? Que recursos são necessários para aumentar a motivação? Como reverter, em curto espaço de tempo, a situação? Ao responder estes questionamentos, torna-se obrigatório a aplicação de treinamentos.

4. Falta de assiduidade e pontualidade

Quando o colaborador é assíduo e de repente muda seu comportamento, a empresa deve ficar em alerta e não apenas encarar como um simples descaso do colaborador. Pouca motivação e sentimentos inadequados, na maioria das vezes, são o cerne do problema.

5. Aversão à mudança

A aversão à mudanças é característico de cenários de pouca criatividade e com colaboradores estagnados. Assim, vale uma reflexão mais profunda, sobre a visão global da empresa, passando por questões culturais e políticas corporativas. 

6. Retrabalho em processos

Esse é clássico da necessidade urgente de treinamento. Nesse caso, é fundamental que a empresa avalie seus processos e verifique se os envolvidos conhecem e compreendem seus papéis no mesmo. Além disso, é importante verificar se existe suporte adequado quando surgem as dúvidas.

7. Turnover elevado

Turnover elevado é um problema comum nas empresas. É fundamental analisar os reais motivos do colaborador ter deixado a empresa. Casos de desligamentos por baixa performance e participação, são os mais comuns, e podem ser superados com treinamento. Já a tendência dos próprios profissionais optarem por deixar a empresa, podem estar relacionados com falta de perspectiva de crescimento, cultura organizacional, problemas com a liderança, ausência de reconhecimento e outros. Quantos desses itens podem ser minimizados com treinamento dos próprios colaboradores, ou do seus gestores direto? Turnover elevado causa custos elevados a médio prazo para empresa.

8. Conflitos generalizados

Conflitos internos representam sempre um grande transtorno para as organizações. Mesmo que em muitas vezes não causem desligamentos, ainda mais num cenário de crise. Porém, impactam de maneira negativa na produtividade. Os sintomas mais comuns são a redução da quantidade produzida e a baixa qualidade da comunicação interna. Nessas situações, a capacitação em diferentes direções é, sem dúvida, uma poderosa ferramenta para minimizar as falhas.

9. Ausência de estratégia de diferenciação

Já teve a sensação que apesar de ter uma equipe forte, trabalhando em ações de melhoria contínua parece que os clientes cada vez mais veem sua empresa ou seu produto como mais um? Realmente, é uma tendência em todos mercados, e por isso os caminhos para se diferenciar com poucos recursos, dependem da criatividade e proatividade da sua equipe. Diante disso, além da participação, é necessário capacitar constantemente a esquipe.

10. Falta gestão do conhecimento

Nos últimos 20 anos houve um crescimento vertiginoso do mercado acadêmico no Brasil,  com isso se previa que o padrão de efetividade seria multiplicado. Infelizmente, outros problemas apareceram, por exemplo: os mercados, regulamentação, processos, tecnologias estão cada vez mais segmentados e específicos; o estudo formal é muito valioso, mas é básico; boa parte do conhecimento chave é aprendido no trabalho, porém é demorado aprender na prática; grande número de pessoas graduadas, cada vez mais ouvindo sobre gestão de conhecimento, trilhas de aprendizado, entre outros, mas absorvendo muito pouco.

Diante desses motivos, a principal forma de acelerar esse processo é treinando a distância. Para se ter ideia, acredita-se que até 2020, o mercado global de e-learning movimentará mais de US$ 30 bilhões, pense nisso!

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 16:44 ]
 
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Em seis anos, o número de alunos matriculados em cursos a distância deve ultrapassar o ensino presencial. A estimativa em 2023 é de 4,7 milhões de alunos em faculdades privadas estudando on-line, ou seja, 51% do total de 9,2 milhões de estudantes, de acordo com os dados da consultoria Educa Insights. No último dado divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2015, era de apenas 20% dos alunos estudando a distância. 

A projeção leva em conta o histórico de crescimento dos últimos 5 anos, como também a entrada de instituições renomadas no mercado de graduação a distância como FGV, PUC, USP, entre outras. 

Além disso, o Ministério da Educação (MEC) liberou um grande número de polos para variados grupos de ensino e aprovou novas graduações a distância, como engenharia e outras na área da saúde, já que até 2014 apenas os cursos de administração, pedagogia e licenciaturas eram permitidos a distância.

Outro fator que impulsiona esta projeção, é que algumas pessoas moram em regiões distantes dos grande centros e os cursos on-line são a única opção. Em 2015, eram apenas 434 municípios com cerca de 153 mil alunos, que contavam somente com graduações a distância. No Brasil hoje, são 3,8 mil polos de ensino a distância em operação, conforme tabela abaixo. 

Até 2023 graduação a distãncia será maior que a presencial

Segundo Luiz Trivelato, sócio da Educa Insights, um curso a distância é rentável a partir de 10 mil alunos". Além disso, a força da marca no presencial é importante para atrair alunos para os cursos a distância, porém a instituição precisa ter fôlego financeiro, pois o ensino a distância demanda um investimento alto antes da geração de receita.

O MEC projeta novas regras para o segmento, como a de permitir que as universidades e centros universitários tenham autonomia para abrir novos polos, sem precisar de aval do ministério. Hoje, a aprovação de pedidos de abertura dessas unidades pode levar anos, espera-se que com isso, a concentração de polos nas mãos dos atuais grupos diminuam.

Quer saber mais, clique aqui.

[ Modificado: domingo, 30 Abr 2017, 16:50 ]