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Todo o mundo

Formar profissionais para atuarem no e-Learning, muito das vezes é complicado. Desta forma, apresentamos a seguir, algumas dicas para ajudá-lo.

Dicas para um e-Learning eficiente

1.Valorização do professor

Parte fundamental da aprendizagem, o papel do professor sofre mudanças ao implementar novos caminhos pedagógicos. Aposte na integração do profissional com a ferramenta e facilite sua adaptação aos novos meios.

2. Investimento em conhecimento

O mercado oferece alternativas e soluções para instituições de ensino que queiram modernizar seu método de ensino de forma integrada com a vanguarda da educação no Brasil. Empresas oferecem conteúdos e treinamentos voltados para IES que queiram se posicionar de forma competitiva num mercado cada vez mais forte.

3. Incentivo em metodologias ativas

O Ministério da Educação tem aberto espaço para o crescimento do ensino e-Learning. De carona na regulamentação, crescem as oportunidades de implementar experiências que já são sucesso no exterior, num sistema que valoriza o engajamento e estimula a curiosidade do aluno.

4. Inversão da sala de aula

Estudar em casa, debater e desenvolver projetos práticos em sala de aula. Com este roteiro, o sistema flipped classroom tem ganhado espaço em modalidades semipresenciais. Mais do que apenas transmitir conteúdo, a preocupação é desenvolver o conhecimento.

5. Visão do professor como aluno

É importante que os docentes que participem de projetos de capacitação para e-Learning, tenham conhecimento total de como o aluno interage com a plataforma. Conhecendo as possibilidades das ferramentas digitais, o profissional pode ser criativo e buscar as melhores formas de ensinar.

6. Mão na massa

O ensino ativo estimula os alunos a colocarem em prática o que aprendem. Cabe ao professor dar oportunidade de ser a ponte entre os livros e o mundo real, ao aplicar os conceitos ensinados em situações cotidianas do profissional em formação.

7. Comunicação é fundamental

Educadores são, via de regra, grandes comunicadores. Aproveitar a familiaridade dos docentes com a oratória e aplicá-la em novas mídias é parte fundamental dos novos processos de aprendizado. Seja em vídeos, em blogs ou nas redes sociais, as ferramentas da web são uma excelente forma de aproximar o aluno do ensino.

Por fim, seja sempre um aprendiz.

A educação mudou radicalmente nos últimos anos. Novas formas de aprender e de ensinar foram criadas e implantadas, e estas mudanças não irão parar. Assim, gestores e educadores precisam estar atentos às novidades, buscando sempre a atualização.


From Desafios da Educação

 
Todo o mundo

No trajeto para a escola,  o aluno receberá textos sobre a aula do dia. Softwares identificaram, com base nas suas atividades, as necessidades individuais para que, a partir daí, o professor escolherá exercícios customizados para ele. Assim, será o futuro da educação!

A mobilidade, a personalização da aprendizagem e o modelo híbrido (presencial e on-line) – já praticado nos cursos de educação a distância – devem chegar ao ensino básico. A escola, ou boa parte dela, vai caber nos dispositivos móveis.

A educação se tornará universal. Discussões em ambientes virtuais, por exemplo, serão incorporadas às aulas presenciais, segundo Daniel Ribeiro Silva Mill, professor e gestor de educação a distância na UFSCar.

Essa personalização do aprendizado traz como grande mudança a possibilidade de respeitar o ritmo de cada aluno, segundo Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, que atua na área da educação. Assim, caberá ao professor, o papel de tutor, pois vai escolher os conteúdos, os meios e fazer a ligação entre eles, com o mundo real.

Ainda de acordo com Mizne, a incorporação da tecnologia pela escola brasileira apresenta desafios como falhas na infraestrutura e a formação do docente. Desta forma, o governo precisa escolher a tecnologia que vai complementar a formação do professor.

Uma dessas tecnologias é o big data, análise de dados em larga escala, que entra em cena para auxiliar na customização do ensino. "Já há softwares capazes de analisar os perfis dos alunos para traçar trilhas de estudo" de acordo com cada caso", diz Mairum Ceoldo Andrade, superintendente de tecnologia do Cieb (Centro de Inovação para a Educação Brasileira).

Desse modo, é importante escolher uma plataforma de ensino adaptativa que indique os pontos que precisam ser melhorados baseada nas respostas do aluno às questões propostas de acordo com o nível de ensino. Além disso, o professor deverá receber relatórios, tal qual um prontuário médico, que o ajude a fornecer o melhor diagnóstico para as dificuldades de aprendizagem. No Brasil, a escola de idiomas Wizard e a LFG, empresa de cursos preparatórios do grupo Kroton Educacional, já utiliza plataforma com esses recursos.

Algumas escolas já colocam em prática essas tendências. Na Steve Jobs Schools, com mais de 20 unidades na Holanda e 2 na África do Sul, os alunos fazem todas as atividades em tablets. Ao invés de aulas há workshops, com temas escolhidos por eles. Outro exemplo, é a associação Projeto Âncora, em Cotia (Grande SP), que mantém uma escola onde o estudante dita o ritmo, escolhendo conteúdo e cronograma. O professor só auxilia o processo, ou seja, é um mentor.

"No futuro, a criança vai ter um caminho só dela e investir no campo de conhecimento que escolheu", com isso a educação tornará a pessoa mais feliz, diz Rosa Alegria, pesquisadora do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP.

Para Mill, da UFScar, o desafio é educar professores e alunos, para que saibam quais ferramentas utilizar. Além disso, acrescenta que o docente precisa pesquisar a tecnologia, mas não tem tempo nem salário que o incentive a isso. Madalena Guasco Peixoto, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP, concorda e afirma que o ensino básico tem grande deficit de qualidade, os professores são desvalorizados. 

Deste modo, o grande desafio é: Como, sem dinheiro, fazer políticas eficientes para que esse futuro aconteça?

From Folha

 
businesseducation
por Business Education - segunda, 23 Out 2017, 16:10
Todo o mundo

Na disputa pela sua matricula, vence aquele que se encaixar melhor na sua rotina. Mas o que os cursos a distância têm de diferente dos cursos presenciais?

Boa pergunta! Além disso, você já ouviu falar em modelo híbrido de ensino? E de sala de aula invertida?

Neste vídeo, Marcelo Tas, tenta responder todas essas questões.

From SEMESP

 
businesseducation
por Business Education - segunda, 16 Out 2017, 17:40
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O ensino superior brasileiro enfrenta hoje, desafios de acesso, com a necessidade de políticas públicas de financiamento estudantil para interiorização e ampliação da oferta, e de qualidade, com o oferecimento de um ensino atualizado e comprometido com a aprendizagem do aluno. 

Além disso, têm surgido novos formatos de aprendizagem, com acesso rápido às informações e conteúdos na internet, o que muda o papel do professor no ensino superior para um mediador de ações didáticas que envolvem a interação entre o conteúdo e o processo de aprendizagem do aluno. 

Neste contexto, a mudança do paradigma educacional, é inevitável. Assim, devemos repensar a estrutura e a abordagem pedagógica, ou seja, devemos migrar de uma metodologia passiva para uma metodologia mais ativa, enriquecida pelo uso da tecnologia. 

Segundo Garcia et al. (2011) na interatividade entre aluno-professor por meio eletrônico,  o professor assume o papel de protagonista e direciona o uso das ferramentas tecnológicas para a aprendizagem do aluno que também conta com a aproximação dos modelos "híbridos", combinando atividades presenciais e on-line. O professor Valente (2014) acrescenta que o ensino hibrido, misturado ou blended learning possibilita que parte das atividades do aluno possam ser realizadas a distância e parte em sala de aula. Com esta estratégia, o aluno deve realizar a gestão da sua aprendizagem nos momentos on-line, potencializando os momentos presenciais.

Quais são os modelos de ensino hibrido?

O modelo de rotação de um curso ou disciplina alterna diferentes modalidades de aprendizagem, presencial e on-line, dentro ou fora do ambiente da instituição de ensino, individual ou em grupo, com ações planejadas pelo professor. O modelo é dividido em:


1. Rotação por Estações: possibilita que o aluno circule em diversas estações dentro ou fora da sala de aula que foram planejadas pelo professor para a turma ou grupo de alunos com atividades de estudo (exposição do professor e/ou leitura dirigida) e de aprendizagem individual e/ou colaborativa, sendo uma delas on-line. 

2. Laboratórios Rotacionais:   planejadas por um ou mais professores, na qual o aluno ou parte da turma circula,  por diversos "laboratórios" dentro da instituição oferendo espaços para estudos dirigidos, monitoria, dinâmicas de grupo, oficinas/vivencias, estudo de caso, palestras com profissionais etc, incluindo um laboratório de informática com atividades on-line. 

3. Rotação Individual: rotação de um curso ou disciplina em que o aluno tem um cronograma individual definido pelo professor na qual são estabelecidas as atividades que deve contemplar em sua rotina para cumprir os temas a serem estudados. O desafio neste modelo é a personalização do ensino para cada um dos alunos. 

4. Sala de Aula Invertida ou Flipped classroom: na qual o aluno estuda on-line fora da sala de aula, a teoria e a aula presencial se torna o lugar de aprendizagem ativa, para práticas, resolução de atividades e elaboração de projetos orientados pelo professor. A principal oferta de conteúdo e do ensino, é on-line. 

5. Outros modelos de Ensino Híbrido também são apresentados pelos autores (HORN e STAKER, 2015) tais como: 

. Modelo flex: o processo de aprendizagem do aluno é via plataforma on-line, o que flexibiliza o suporte ao aluno nos momentos presenciais, pois pode ser realizado por um professor ou por um instrutor, que auxilia ou supervisiona a realização das atividades. 

. Modelo blended misturado: consiste na possibilidade do aluno escolher uma ou mais disciplinas on-line para complementar o currículo e as disciplinas presenciais. 

. Modelo virtual enriquecido: sua ênfase está nas disciplinas on-line. Este modelo difere do blended misturado, pois a maior parte do processo de ensino acontece on-line. 

A flexibilidade do modelo "hibrido" possibilita que o aluno escolha onde e quando estudar, respeitando a sua autonomia e o protagonista do seu processo de aprendizagem, possibilitando uma personalização do ensino para cada aluno.

From Marcos Galini | Consultores Acadêmicos, Marcos Galini, Melhoria do desempenho dos alunos

[ Modificado: segunda, 16 Out 2017, 17:45 ]
 
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Antes mais nada, o que são Influenciadores Digitais? São pessoas, personagens ou grupos que se popularizam em redes sociais como YouTube, Instagram, Snapchat, Twitter, Facebook, Tumblr e entre outras. Esses influenciadores desenvolvem conteúdos com autenticidade, qualidade e periodicidade, gerando curtidas, comentários, compartilhamentos, público, fama e audiência. Estima-se que os influenciadores produzem 7,2 bilhões de interações na internet, motivo pelo qual as marcas oferecem brindes (produtos) que posteriormente são divulgados por eles.

Diante dessa tendência mundial, alguns dos youtubers mais famosos do Brasil buscam diversificar suas rendas. Depois de Felipe Neto surpreender boa parte da internet ao ter seu recente aplicativo oficial baixado 400 mil vezes só na última quinta-feira (29/09), é a vez de Whindersson também variar seus rendimentos com o lançamento do seu próprio curso. Com a promessa de descobrir tudo o que ele aprendeu e aplicou para crescer na internet, o workshop tem a apresentação do programa de aulas veiculada no Youtube e uma parte que só será possível realizar após a inscrição.

Com 77 lições online, divididas em 8 módulos como fundamentos para criação e divulgação do seu trabalho, criatividade, humor, gravação, performance, voz e canto, edição e monetização, a parte inscrita do curso, que em momento algum tem o seu valor revelado, as inscrições já estão abertas. Com vagas limitadas, o novo modelo de negócio promete ser um sucesso, já que o criador foi eleito pelo próprio Youtube como o brasileiro mais influente em 2017 e com seus 23 milhões de seguidores só na plataforma, é bem possível que as matrículas se esgotem rapidamente.

From Exame

 
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A MasterClass, startup criada em 2015, já lançou mais de uma dúzia de cursos sobre cinema pela internet, alguns com a assinatura de artistas como Kevin Spacey, Dustin Hoffman, Aaron Sorkin e Steve Martin, entre outros. O mais novo integrante, é o cineasta americano Martin Scorsese, que lançará um curso de cinema em 2018.


Segundo Scorsese, o projeto o entusiasmou muito, porque permitirá compartilhar suas próprias fontes de inspiração, suas experiências, suas práticas e o seu desenvolvimento como cineasta. Ainda de acordo com Scorsese, "não se trata de seguir ao pé da letra o que eu fiz, mas oferecer aos jovens uma ajuda para que encontrem seu próprio caminho".

bastidores

O curso custará US$ 90 (em torno de R$ 270,00) e permitirá um acesso ilimitado a um total de 20 aulas dadas em vídeos. Nessas aulas, o diretor nova-iorquino analisará toda sua filmografia e oferecerá dados sobre suas experiências atrás das câmeras, incluindo lições sobre narrativa, montagem e trabalho com atores.

Além disso, dará acesso ao download de um livro com resumos de cada aula e material adicional. Os estudantes poderão enviar vídeos com perguntas ao produtor, e Scorsese dará respostas aos assuntos de maior interesse.

From UOL

[ Modificado: terça, 3 Out 2017, 13:10 ]
 
businesseducation
por Business Education - segunda, 25 Set 2017, 14:58
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Recentemente, o governo flexibilizou as regras para a oferta desses cursos, mas o mercado de trabalho e os próprios alunos ainda oferecem resistência quanto a modalidade. Ainda há muito a ser melhorado e, esse foi um dos motivos, que levou o Semesp a dedicar uma das versões do periódico Guia de boas práticas para o EAD.

Dicas de Boas Práticas em EAD


From SEMESP

 
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O ministro, Mendonça Filho, disse que, no que for de responsabilidade do MEC, o órgão será muito rígido e duro, para que a EAD não possa comprometer a boa formação profissional.

A declaração foi feita durante o lançamento dos dados do Censo da Educação Superior de 2016, na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília.

Censo EAD 2016

Os dados divulgados revelam que houve crescimento de 20% no ingresso de estudantes em EAD nos últimos dois anos.

O ministro destacou que o MEC trabalhou para aumentar a oferta de vagas e concorrência entre instituições de ensino nos últimos anos, por meio da criação de uma sistemática de regulação com busca de notas e ampliação da concorrência. Até porque a estrutura de oferta de vagas de educação à distância, tendo em vista a base regulatória anterior, era uma base absolutamente concentradora e não abrigava uma ampliação de ofertas de educação à distância por parte de entidades de educação superior.

Assim, com mais ofertas, tem mais competição, melhor qualidade e esse é o princípio que norteia a regulação da oferta de vagas em educação à distância no Brasil, disse o ministro.

Mendonça Filho ainda afirmou que como é uma tendência mundial, o país não pode ficar fora das inovações tecnológicas que a educação à distância traz. “EAD é uma tendência internacional. Cada vez ocupa mais espaço e isso não pode ser uma briga com a oferta de vagas no sistema presencial. Pelo contrário, há espaço para você ter uma complementariedade, uma formação adicional no campo de oferta de vagas da educação superior usando o EAD.


From Portal G1.

[ Modificado: segunda, 18 Set 2017, 11:33 ]
 
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No momento em que está lendo esta resportagem, há mais de 102 milhões de processos tramitando pelo poder Judiciário brasileiro. Somado a isso, existe uma estimativa de que, a cada cinco segundos que se passa, uma nova ação ingressa às varas e fóruns judiciais do país. Entre esses números que crescem anualmente, há diferentes casos de negociação extrajurídicos entre indivíduos – como, por exemplo, casos societários, de condomínio ou de família – que poderiam ser resolvidos de um jeito muito mais rápido e simples conhecido por mediação.

mediação online

Essa alternativa, legitimada pelo Código de Processo Civil em 2015, se baseia na interferência de uma terceira pessoa na discussão que, sem poder de decisão, ajuda as partes discordantes a chegarem a um consentimento. Pensando em como poderia facilitar e atrair mais clientes a esse método, a bacharel em direito Melissa Felipe Gava, 36, de Curitiba, adicionou o fator internet, criando, em 2014, a Mediação Online.

O princípio básico da legaltech desenvolvida por Melissa – abreviada como MOL – é utilizar métodos de solução de conflito de forma online, sem ter que ser necessário sair de casa para abrir processo judicial, comparecer à audiências ou esperar meses para ter uma solução. “A mediação, hoje, pode atuar em cerca de 45% dos processos que estão em tramitação. Quando transportada para o online, tem-se como benefício um ganho enorme de eficiência com velocidade e redução de custos”, afirma a CEO.

A motivação da fundadora nasceu em 2014, quando, após retornar de um período pela Europa, Melissa se deparou com a burocracia e sobrecarga que definem o sistema judiciário atual. Assim, Melissa começou a pesquisar como poderia estruturar seu negócio e investiu cerca de R$ 600 mil na ideia. Em 2015, continuou sendo uma etapa de desenvolvimento, em que a plataforma foi estruturada priorizando a experiência do usuário. Finalmente, em 2016, a MOL estava completamente pronta. Nesse período, a também bacharel em direito Camilla Feliciano Lopes, 36, de Barretos, entrou como sócia no projeto e a dupla passou a atender seus primeiros clientes.

Atualmente, o serviço da MOL, tanto para clientes físicos quanto corporativos, funciona em 4 etapas:

1 - Uma das partes (pessoa física ou uma empresa) envia seu caso, contando o processo e os dados para contato do conflitante, com quem a plataforma se comunicará.

2 - Se houver retorno da outra parte, os indivíduos ganham acesso à plataforma, assinam um termo de mediação e agendam uma data com um dos mediadores da MOL.

3 - Na data ocorre a mediação entre as partes, que pode ocorrer por videoconferência, telefonema ou chat – sempre com a presença do mediador.

4 - Se houver o acordo, as partes assinam o acordo digitalmente. Caso não haja uma conciliação, o mediador redige o termo negativo.

“Se houver o acordo, caso a ação já esteja na justiça ou não, nós homologamos o acordo para que ele vire um título executivo judicial e põe fim ao processo judicial”, afirma a CEO. “Outro benefício é que o pagamento do serviço é condicionado. Ou seja, quando o indivíduo ingressa na plataforma, nós informamos, sem nenhum custo, o orçamento e o prazo de quanto tempo a mediação deverá durar. A pessoa só irá pagar caso a outra parte aceite participar do serviço e após agendar as sessões. Para pessoa física, a taxa de adesão e as sessões custam R$ 250. Para as empresas, é cobrado um valor fixo”, diz Melissa.

Há cerca de 40 mediadores na plataforma – os quais recebem uma capacitação para aprender a lidar com casos extrajudiciais – que estão atendendo, no momento, casos em São Paulo e da região Sul. Hoje, as principais ações que a plataforma está resolvendo são processos de clientes corporativos.

Desde a criação do negócio até hoje, duas aceleradoras já apostaram no projeto. Em janeiro, a MOL recebeu o investimento de R$ 200 mil da brasileira Wayra e, em julho deste ano, a californiana 500 Startups está acelerando e aplicando R$ 500 mil reais no negócio. Para o final deste ano, a previsão da plataforma é mediar cerca de 15 mil casos e faturar até R$ 1,5 milhão.


From PEGN.

 
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Depois do veto à fusão, entre a Estácio e Kroton,  pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), há cerca de um mês, a expectativa era de que Chaim buscaria assumir o controle da Estácio. No dia 17, porém, ele vendeu boa parte de suas ações para a gestora de private equity Advent, reduzindo sua fatia a 1,25%.

Chaim Zaher

Com o acordo, embolsou cerca de R$ 430 milhões. E, com o caixa reforçado, vai voltar a priorizar o segmento no qual fez boa parte de sua fama: a educação básica. “Vou aplicar tudo no meu negócio”, diz Chaim. Ele já vinha buscando parceiros para a expansão do SEB, que faturou R$ 600 milhões, em 2016. “Minha ideia é investir em todos os segmentos da educação básica.” Um dos principais e mais recentes projetos é o lançamento de uma bandeira com mensalidades mais acessíveis, na faixa de R$ 500 a R$ 600.

Fruto de pesquisas que vêm sendo realizadas há mais de um ano, a iniciativa prevê a montagem de quatro escolas já em 2018. A princípio, a capital paulista e cidades do interior do estado, como Sorocaba, receberão os primeiros colégios. Em cinco anos, a meta é ter ao menos uma unidade em cada capital. A estratégia da nova marca poderá combinar crescimento orgânico e aquisições. O grupo está perto de fechar três aquisições em segmentos nos quais já atua. A primeira, em Florianópolis, abrigará um colégio voltado à aprovação para o vestibular.

As outras duas, no Recife e no Rio de Janeiro, receberão unidades do Pueri Domus, focado em alunos de maior poder aquisitivo. A capital carioca é também um dos próximos pontos no mapa da Concept, bandeira lançada nesse ano, em Ribeirão Preto (SP) e Salvador. Aposta de vanguarda do grupo e com mensalidades entre R$ 7 mil e R$ 8 mil, a escola bilíngue investe em uma metodologia baseada em conceitos como criatividade. Além do Rio, a Concept chegará a São Paulo, em 2018. E já tem um terreno adquirido para a construção de uma unidade no Vale do Silício.

Os investimentos no exterior também incluem a Maple Bear, rede canadense de escolas bilíngues. Desde fevereiro, Chaim é o principal franqueador da marca na América Latina. Um dos planos é abrir uma unidade em Beirute, no Líbano. No Brasil a estratégia da bandeira passa pelo lançamento de uma escola trilíngue, em São Paulo. Com ensino em português, inglês e árabe, o projeto deve contar com a parceria do Monte Líbano, tradicional clube da comunidade árabe na capital paulista. “Tenho que me defender dos predadores”, diz o empresário. “Agora, todos estão descobrindo essa galinha dos ovos de ouro.”

Com uma receita estimada de aproximadamente R$ 55 bilhões, ao segmento de educação básica vem sendo apontada como a próxima fronteira de consolidação do setor no País. Por trás dessas projeções está o interesse crescente de fundos e empresas estrangeiras, como a Avenues, escola infantil e de ensino fundamental com mensalidades na faixa de R$ 7 mil e que lançou, neste ano, em São Paulo, sua primeira unidade fora dos Estados Unidos. O segmento também vem atraindo cada vez mais grupos brasileiros, como a própria Kroton, que já atua nessa vertente, mas com maior presença em sistemas de ensino.

A “volta” à educação básica não significa que o ensino superior será deixado totalmente de lado por Chaim. Um dos braços do SEB no setor é a Dom Bosco, em Curitiba, que acaba de aprovar um plano de expansão de 150 polos de ensino a distância. No entanto, o empresário admite que sua grande aposta residia, de fato, na Estácio. “Saí frustrado, porque o grupo tem potencial para ser uma nova Kroton”, diz. Ele conta que, após o veto do Cade, sua ideia inicial era ampliar a participação na companhia.


From Isto é.