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por Business Education - segunda, 25 Set 2017, 14:58
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Recentemente, o governo flexibilizou as regras para a oferta desses cursos, mas o mercado de trabalho e os próprios alunos ainda oferecem resistência quanto a modalidade. Ainda há muito a ser melhorado e, esse foi um dos motivos, que levou o Semesp a dedicar uma das versões do periódico Guia de boas práticas para o EAD.

Dicas de Boas Práticas em EAD


From SEMESP

 
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O ministro, Mendonça Filho, disse que, no que for de responsabilidade do MEC, o órgão será muito rígido e duro, para que a EAD não possa comprometer a boa formação profissional.

A declaração foi feita durante o lançamento dos dados do Censo da Educação Superior de 2016, na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília.

Censo EAD 2016

Os dados divulgados revelam que houve crescimento de 20% no ingresso de estudantes em EAD nos últimos dois anos.

O ministro destacou que o MEC trabalhou para aumentar a oferta de vagas e concorrência entre instituições de ensino nos últimos anos, por meio da criação de uma sistemática de regulação com busca de notas e ampliação da concorrência. Até porque a estrutura de oferta de vagas de educação à distância, tendo em vista a base regulatória anterior, era uma base absolutamente concentradora e não abrigava uma ampliação de ofertas de educação à distância por parte de entidades de educação superior.

Assim, com mais ofertas, tem mais competição, melhor qualidade e esse é o princípio que norteia a regulação da oferta de vagas em educação à distância no Brasil, disse o ministro.

Mendonça Filho ainda afirmou que como é uma tendência mundial, o país não pode ficar fora das inovações tecnológicas que a educação à distância traz. “EAD é uma tendência internacional. Cada vez ocupa mais espaço e isso não pode ser uma briga com a oferta de vagas no sistema presencial. Pelo contrário, há espaço para você ter uma complementariedade, uma formação adicional no campo de oferta de vagas da educação superior usando o EAD.


From Portal G1.

[ Modificado: segunda, 18 Set 2017, 11:33 ]
 
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No momento em que está lendo esta resportagem, há mais de 102 milhões de processos tramitando pelo poder Judiciário brasileiro. Somado a isso, existe uma estimativa de que, a cada cinco segundos que se passa, uma nova ação ingressa às varas e fóruns judiciais do país. Entre esses números que crescem anualmente, há diferentes casos de negociação extrajurídicos entre indivíduos – como, por exemplo, casos societários, de condomínio ou de família – que poderiam ser resolvidos de um jeito muito mais rápido e simples conhecido por mediação.

mediação online

Essa alternativa, legitimada pelo Código de Processo Civil em 2015, se baseia na interferência de uma terceira pessoa na discussão que, sem poder de decisão, ajuda as partes discordantes a chegarem a um consentimento. Pensando em como poderia facilitar e atrair mais clientes a esse método, a bacharel em direito Melissa Felipe Gava, 36, de Curitiba, adicionou o fator internet, criando, em 2014, a Mediação Online.

O princípio básico da legaltech desenvolvida por Melissa – abreviada como MOL – é utilizar métodos de solução de conflito de forma online, sem ter que ser necessário sair de casa para abrir processo judicial, comparecer à audiências ou esperar meses para ter uma solução. “A mediação, hoje, pode atuar em cerca de 45% dos processos que estão em tramitação. Quando transportada para o online, tem-se como benefício um ganho enorme de eficiência com velocidade e redução de custos”, afirma a CEO.

A motivação da fundadora nasceu em 2014, quando, após retornar de um período pela Europa, Melissa se deparou com a burocracia e sobrecarga que definem o sistema judiciário atual. Assim, Melissa começou a pesquisar como poderia estruturar seu negócio e investiu cerca de R$ 600 mil na ideia. Em 2015, continuou sendo uma etapa de desenvolvimento, em que a plataforma foi estruturada priorizando a experiência do usuário. Finalmente, em 2016, a MOL estava completamente pronta. Nesse período, a também bacharel em direito Camilla Feliciano Lopes, 36, de Barretos, entrou como sócia no projeto e a dupla passou a atender seus primeiros clientes.

Atualmente, o serviço da MOL, tanto para clientes físicos quanto corporativos, funciona em 4 etapas:

1 - Uma das partes (pessoa física ou uma empresa) envia seu caso, contando o processo e os dados para contato do conflitante, com quem a plataforma se comunicará.

2 - Se houver retorno da outra parte, os indivíduos ganham acesso à plataforma, assinam um termo de mediação e agendam uma data com um dos mediadores da MOL.

3 - Na data ocorre a mediação entre as partes, que pode ocorrer por videoconferência, telefonema ou chat – sempre com a presença do mediador.

4 - Se houver o acordo, as partes assinam o acordo digitalmente. Caso não haja uma conciliação, o mediador redige o termo negativo.

“Se houver o acordo, caso a ação já esteja na justiça ou não, nós homologamos o acordo para que ele vire um título executivo judicial e põe fim ao processo judicial”, afirma a CEO. “Outro benefício é que o pagamento do serviço é condicionado. Ou seja, quando o indivíduo ingressa na plataforma, nós informamos, sem nenhum custo, o orçamento e o prazo de quanto tempo a mediação deverá durar. A pessoa só irá pagar caso a outra parte aceite participar do serviço e após agendar as sessões. Para pessoa física, a taxa de adesão e as sessões custam R$ 250. Para as empresas, é cobrado um valor fixo”, diz Melissa.

Há cerca de 40 mediadores na plataforma – os quais recebem uma capacitação para aprender a lidar com casos extrajudiciais – que estão atendendo, no momento, casos em São Paulo e da região Sul. Hoje, as principais ações que a plataforma está resolvendo são processos de clientes corporativos.

Desde a criação do negócio até hoje, duas aceleradoras já apostaram no projeto. Em janeiro, a MOL recebeu o investimento de R$ 200 mil da brasileira Wayra e, em julho deste ano, a californiana 500 Startups está acelerando e aplicando R$ 500 mil reais no negócio. Para o final deste ano, a previsão da plataforma é mediar cerca de 15 mil casos e faturar até R$ 1,5 milhão.


From PEGN.

 
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Depois do veto à fusão, entre a Estácio e Kroton,  pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), há cerca de um mês, a expectativa era de que Chaim buscaria assumir o controle da Estácio. No dia 17, porém, ele vendeu boa parte de suas ações para a gestora de private equity Advent, reduzindo sua fatia a 1,25%.

Chaim Zaher

Com o acordo, embolsou cerca de R$ 430 milhões. E, com o caixa reforçado, vai voltar a priorizar o segmento no qual fez boa parte de sua fama: a educação básica. “Vou aplicar tudo no meu negócio”, diz Chaim. Ele já vinha buscando parceiros para a expansão do SEB, que faturou R$ 600 milhões, em 2016. “Minha ideia é investir em todos os segmentos da educação básica.” Um dos principais e mais recentes projetos é o lançamento de uma bandeira com mensalidades mais acessíveis, na faixa de R$ 500 a R$ 600.

Fruto de pesquisas que vêm sendo realizadas há mais de um ano, a iniciativa prevê a montagem de quatro escolas já em 2018. A princípio, a capital paulista e cidades do interior do estado, como Sorocaba, receberão os primeiros colégios. Em cinco anos, a meta é ter ao menos uma unidade em cada capital. A estratégia da nova marca poderá combinar crescimento orgânico e aquisições. O grupo está perto de fechar três aquisições em segmentos nos quais já atua. A primeira, em Florianópolis, abrigará um colégio voltado à aprovação para o vestibular.

As outras duas, no Recife e no Rio de Janeiro, receberão unidades do Pueri Domus, focado em alunos de maior poder aquisitivo. A capital carioca é também um dos próximos pontos no mapa da Concept, bandeira lançada nesse ano, em Ribeirão Preto (SP) e Salvador. Aposta de vanguarda do grupo e com mensalidades entre R$ 7 mil e R$ 8 mil, a escola bilíngue investe em uma metodologia baseada em conceitos como criatividade. Além do Rio, a Concept chegará a São Paulo, em 2018. E já tem um terreno adquirido para a construção de uma unidade no Vale do Silício.

Os investimentos no exterior também incluem a Maple Bear, rede canadense de escolas bilíngues. Desde fevereiro, Chaim é o principal franqueador da marca na América Latina. Um dos planos é abrir uma unidade em Beirute, no Líbano. No Brasil a estratégia da bandeira passa pelo lançamento de uma escola trilíngue, em São Paulo. Com ensino em português, inglês e árabe, o projeto deve contar com a parceria do Monte Líbano, tradicional clube da comunidade árabe na capital paulista. “Tenho que me defender dos predadores”, diz o empresário. “Agora, todos estão descobrindo essa galinha dos ovos de ouro.”

Com uma receita estimada de aproximadamente R$ 55 bilhões, ao segmento de educação básica vem sendo apontada como a próxima fronteira de consolidação do setor no País. Por trás dessas projeções está o interesse crescente de fundos e empresas estrangeiras, como a Avenues, escola infantil e de ensino fundamental com mensalidades na faixa de R$ 7 mil e que lançou, neste ano, em São Paulo, sua primeira unidade fora dos Estados Unidos. O segmento também vem atraindo cada vez mais grupos brasileiros, como a própria Kroton, que já atua nessa vertente, mas com maior presença em sistemas de ensino.

A “volta” à educação básica não significa que o ensino superior será deixado totalmente de lado por Chaim. Um dos braços do SEB no setor é a Dom Bosco, em Curitiba, que acaba de aprovar um plano de expansão de 150 polos de ensino a distância. No entanto, o empresário admite que sua grande aposta residia, de fato, na Estácio. “Saí frustrado, porque o grupo tem potencial para ser uma nova Kroton”, diz. Ele conta que, após o veto do Cade, sua ideia inicial era ampliar a participação na companhia.


From Isto é.

 
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Agora é a vez da Samsung aderir o e-Learning, em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico, instituição de desenvolvimento tecnológico, a Samsung está oferecendo cursos de programação, eletrônica básica, robótica e desenvolvimento de aplicativos Android.

O Code IoT, nome dado à plataforma, é uma iniciativa que faz parte do Tech Institute, programa da Samsung que oferece a oportunidade para jovens obterem uma formação técnica por meio de cursos gratuitos ou concessão de bolsas de estudos.

Internet das Coisas (IoT)

A Internet das Coisas (IoT) é um tema que está cada vez mais presente nas nossas vidas. Já não devemos apenas conectar grupos, mas também pessoas com seus objetos. Nas próximas décadas, espera-se que bilhões de dispositivos inteligentes estejam interconectados, interpretando informações do ambiente e interagindo com o mundo. Essas tecnologias permitirão a otimização de diversos aspectos da vida cotidiana em áreas como saúde, transporte, agricultura e gerenciamento de resíduos.

Os cursos são destinados a estudantes e professores do ensino fundamental e médio. No entanto, qualquer interessado nos conteúdos ofertados pode se inscrever e fazer as aulas normalmente. Com duração média de quatro a seis semanas, os cursos são gratuitos e os participantes que cumprirem as tarefas propostas receberão um atestado de conclusão.

From Code IoT .

[ Modificado: terça, 22 Ago 2017, 16:34 ]
 
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Flávio Augusto da Silva, brasileiro, que aos 23 anos de idade, fundou a escola de inglês Wise Up, vendida em 2013 por cerca de R$ 1 bilhão e recomprada, dois anos depois, por metade do preço. Além disso, é proprietário do time de futebol Orlando City que agora tem estádio próprio, para 25 mil pessoas e que custou aproximadamente US$ 110 milhões. Bom, dias atrás, Flávio indicou este vídeo para reflexão!

From Pepe-School-Land

[ Modificado: terça, 8 Ago 2017, 19:04 ]
 
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Em junho de 2016, foi anunciada a fusão entre a Kroton e a Estácio. Desde então, ficou sob os holofotes, pois o negócio foi avaliado em R$ 5,5 bilhões, além de criar uma gigante do ensino superior privado, com valor de mercado de cerca de R$ 30 bilhões, uma receita combinada de R$ 8,4 bilhões e uma base de 1,6 milhão de alunos.

ChaimZauer e RodrigoGalindo

No entanto, o fato de o negócio figurar como o maior da história do mercado brasileiro de educação não foi o único ponto a chamar a atenção. Após meses de negociações para que os conselhos de administração das duas empresas aprovassem a fusão, uma série de episódios deixou claro que o caminho para que o casamento fosse sacramentado seria tortuoso.

A contestação de concorrentes e as extensas tratativas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) foram algumas das tramas paralelas desse roteiro. Os exemplos mais emblemáticos, porém, envolveram conflitos entre executivos, acionistas e conselheiros da Estácio. Maior acionista individual da companhia, com uma fatia de 9,7%, o empresário Chaim Zaher fez uma proposta para assumir o controle da Estácio. Outro capítulo dessa difícil parceria incluiu uma troca de e-mails no qual Pedro Thompson, CEO da Estácio, supostamente tramava contra o acordo. Seu antecessor, Gilberto Melzi, foi acusado de ter liderado a clonagem do computador do executivo e de ser o autor da denúncia anônima que trouxe o caso à tona. O caso acabou gerando um inquérito policial.

No final de junho, depois de quase sete horas de sessão, o acordo foi rejeitado pelo Cade, por cinco votos a um, sob a alegação de que as contrapartidas propostas pela dupla não resolveriam “os potenciais impactos concorrenciais identificados durante a análise da operação”. Em fato relevante, Kroton e Estácio informaram que, conforme previsto nos termos da transação, a aprovação “tornou-se sem efeitos”. Na prática, o negócio foi encerrado, sem multas e obrigações de ambas as partes. “A Kroton respeita a decisão final do órgão regulador em não aprovar a transação e, assim, as companhias seguem atuando de maneira independente”, escreveu a companhia liderada pelo CEO Rodrigo Galindo, em outro comunicado.

E AGORA?

A Kroton parece disposta a dar essa resposta ao mercado rapidamente. Na manhã seguinte à reprovação, a empresa realizou uma reunião de quatro horas com 70 diretores, que formam a cúpula da companhia, para começar a discutir o planejamento para o período de 2018 a 2020. Após o encontro, Rodrigo Galindo reforçou essa mensagem a outros 500 executivos por meio da TV Kroton. Conforme apurou a DINHEIRO, o principal impacto com a negativa do Cade é uma mudança na estratégia de aquisições. A ideia agora é focar os ativos de pequeno e médio porte, especialmente em regiões nas quais ela ainda tem pouca ou nenhuma presença, como Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Outra frente que pode envolver aquisições e que ganhará peso é a educação básica. No segmento, a Kroton já atua na oferta de sistemas de ensino, com a bandeira Pitágoras. O plano é investir na gestão direta de colégios, um mercado que movimenta R$ 57 bilhões no País. “A Kroton tem uma posição de caixa confortável e esse segmento ainda tem muito espaço para consolidação”, diz Bruno Giardino, analista do Santander. Com uma receita de R$ 5,2 bilhões em 2016, a companhia encerrou o primeiro trimestre de 2017 com R$ 1,3 bilhão em caixa.

Já os rumos da Estácio, ao menos nesse primeiro momento, parecem longe de uma definição. Para alguns analistas, a preparação para a fusão fez com que a empresa, que faturou R$ 3,2 bilhões em 2016, alcançasse avanços em sua gestão. Especialmente no que diz respeito às políticas comerciais. “A Estácio deixou de ser tão agressiva em preços e descontos, e passou a privilegiar a rentabilidade”, diz Vinícius Ribeiro, analista do Brasil Plural. “A companhia arrumou a casa e ser uma consolidadora é um dos planos na mesa”, afirma uma fonte próxima à empresa. Em contrapartida, uma parcela do mercado entende que todos esses esforços tiveram como única finalidade a união com a Kroton.

E que o fato de a nova gestão estar há pouco tempo à frente da operação deixa a companhia ainda mais fragilizada para seguir com suas próprias pernas, o que a colocaria como um alvo a ser disputado no mercado. A lista dos candidatos a investir na Estácio inclui dois nomes que já tentaram adquirir o controle da operação no início da negociação da empresa com a Kroton. O primeiro deles é Chaim Zaher. Apesar de ressaltar que está mais focado na educação básica, segmento no qual atua por meio da SEB., com marcas como Pueri Domus e Dom Bosco, o empresário observa que encabeçar uma nova proposta é uma possibilidade. “Quero analisar como o mercado vai se comportar nas próximas semanas”, afirma. “Afinal, preciso proteger meu patrimônio.”

À parte dessas movimentações, os analistas consultados pela DINHEIRO apontam um outro fator que deve trazer impactos para a Kroton e para a Estácio. Há duas semanas, o Ministério da Educação publicou uma nova portaria que regulamenta e acelera a oferta de cursos superiores na modalidade de ensino a distância (EAD).

Apesar da tendência de crescimento do “bolo” desse segmento, a perspectiva é de que a Kroton, líder em EAD, com 37,2% de participação, sofra consequências. “Hoje, muito da liquidez da empresa vem desse segmento. A concorrência vai aumentar e a tendência é que ela passe a ser mais baseada no preço”, diz Willian Klein, CEO da consultoria Hoper Educação. Em contraponto, ele enxerga boas perspectivas para a Estácio, dona de uma fatia de 9,3% nessa vertente. “Com o novo marco, a Estácio e outros players vão poder acelerar sua expansão. Para o bem e para o mal, esse é um mercado que as duas empresas terão de olhar com mais atenção.”

From Isto é Dinheiro.

[ Modificado: segunda, 24 Jul 2017, 16:52 ]
 
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Agora, pense se não gastasse horas no trânsito para se deslocar, já imaginou?

Esta é uma das razões que levam o e-Learning a ser uma das grandes tendências do mundo moderno. 

Porém, é muito mais do que isso! Pois,  revoluciona a vida de  milhões de pessoas, na medida em que proporciona o amplo acesso e a redução dos custos. Além de possibilitar assistir na hora, lugar e quantas vezes quiser aulas definitivas e recursos multimídia.

e-learning

Não à toa, que o investimento nesta área, está cada vez mais nessa modalidade, com grande predominância pelo formato audiovisual. A seguir, as vantagens dessa modalidade.

Vantagens do e-Learning

Provavelmente é possível encontrar vantagens e aplicações extras, assim listamos abaixo os motivos mais comuns que levam empresas do setor corporativo e educacional, adotarem o e-Learning.

1.  Flexibilidade

É uma das principais vantagens dos cursos e-Learning, pois alunos e colaboradores podem se organizar da melhor forma possível.

2. Sem Fronteiras

Outro obstáculo que o e-Learning ajudou a superar, foram as fronteiras. Já que não é preciso estar presencialmente num determinado local para assistir uma aula ou treinamento.

3. Economia

Redução progressiva dos custos para as empresas, devido à escala e à perenidade do conteúdo. Já  para as pessoas, a redução dos custos envolve o deslocamento e as perdas de tempo.

A importância dos vídeos no e-Learning

Decidir o formato do conteúdo é uma das fases mais importantes do e-Learning. Assim, o vídeo tem sido a opção mais comum, pelas razões abaixo:

. Os vídeos prendem melhor a atenção

Por unir os canais visual e auditivo (Teoria dos Dois Canais), o formato em vídeo aumenta o entendimento das pessoas em mais de 70% e também está associado a um elevado nível de lembrança sobre o conteúdo. No Brasil, 58 milhões de vídeos online são assistidos mensalmente, com uma média de 5 vídeos por visita de usuário. Ao todo, são gastos 6 horas diariamente assistindo vídeo online, segundo a comScore. 

. As pessoas preferem vídeos

O vídeo online já é parte de nossas vidas, 80% dos internautas preferem ver vídeos a ler conteúdos em textos. No Brasil, 86% dos dos usuários de internet assistem conteúdo em vídeo, sendo que 36% veem pelo menos uma vez ao dia, de acordo com a comScore. Outro dado que chama a atenção vem da Forrester Research, segundo o qual 75% dos colaboradores de uma empresa estão mais propensos a assistir a um vídeo do que ler um artigo, e-mail ou documentos disponíveis na web.  

. A valorização do dispositivo mobile 

Diversos estudos mostram que quanto mais cresce o uso dos dispositivos móveis, mais o formato vídeo irá prevalecer, o que também pode ser muito bem aproveitado no e-Learning, já que muitas pessoas têm tempo livre durante os trajetos do dia a dia. No ambiente organizacional, é muito útil um vendedor rever um módulo relacionado a um determinado produto ou no caminho de uma reunião, por exemplo.  

. A viabilidade financeiramente 

O vídeo é uma opção extremamente viável, pois quando as aulas estão prontas podem ser reproduzidas em escala, pulverizando os custos unitários ou de turmas, principalmente quando se leva em conta um prazo maior de utilização. Este ponto é extremamente útil para empresas com alta rotatividade ou que precisam atualizar os colaboradores frequentemente.

. Efetividade dos vídeos

Ao assistir um vídeo, há uma melhora de 74% na compreensão da mensagem. Além disso, 70% do conteúdo lido e escutado é recordado, de acordo com dados do Infopresse. Os formatos audiovisuais captam melhor a atenção dos espectadores e requerem menos esforço do que o texto.

Segundo Forrester Research, "uma imagem vale mais que mil palavras, enquanto um minuto de vídeo equivale a 1.8 milhões de palavras?"

. Os vídeos geram mais confiança

Um estudo divulgado recentemente pela Animoto, 71% das pessoas afirmam que assistir um vídeo deixa uma impressão muito positiva sobre a empresa. Além disso, melhora os índices de reputação, gerando uma confiança maior dos usuários.

Segundo Lara Krumholz, gerente-geral da DynAdmic na América Latina, "58% dos consumidores acreditam que as empresas que utilizam uma estratégia de vídeo são mais confiáveis".

[ Modificado: terça, 4 Jul 2017, 17:23 ]
 
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Nova norma também vai permitir credenciamento de instituições para cursos de educação a distância sem credenciamento para os presenciais.

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, no Diário Oficial da União na última quarta-feira (21/06), uma portaria que vai ampliar a oferta de cursos superiores a distância no Brasil. A norma possibilita o credenciamento de Instituições de Ensino Superior (IES) para cursos de Educação a Distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais.

Na prática, isso significa que as instituições poderão oferecer exclusivamente esses cursos na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial. A medida deve ajudar o País a atingir a meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida em 33% da população de 18 a 24 anos.

Na mesma linha, as instituições de ensino públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta de EaD, devendo ser recredenciadas pelo MEC em até 5 anos após a oferta do primeiro curso na modalidade. A portaria reitera que a oferta desses cursos requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento, exceto para as instituições de ensino superior que possuem autonomia, e que todas as instituições devem manter cursos de graduação em funcionamento, não sendo permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu. 

Outra inovação que a portaria traz é a criação de polos de Educação a Distância pelas próprias instituições já credenciadas para essa modalidade de ensino. O documento detalha ainda a quantidade de polos que as instituições poderão criar, baseado no Conceito Institucional (CI) mais recente da instituição.

From Portal Brasil.

 
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O Ministério da Educação (MEC) publicou no final do mês passado, um decreto que amplia os casos em que é autorizada a oferta de aulas a distância para alunos dos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). A modalidade poderá ser adotada quando os estudantes estiverem "sem acesso às disciplinas obrigatórias do currículo escolar".

ensino fundamental 2

O ensino a distância para o ensino básico (do 1º ano do fundamental ao 3º do médio) já era liberado em "situações emergenciais" em que o estudante está impedido de acompanhar as aulas presencialmente, como motivos de saúde, os que se encontram no exterior ou privados de liberdade. Com o decreto, o MEC passou a liberar também a modalidade para os casos em que as disciplinas obrigatórias não estiverem sendo ofertadas para os alunos dos anos finais

O decreto também alterou as regras para o ensino a distância no ensino médio e superior. As mudanças, segundo o MEC, atendem à reforma do ensino médio - o texto sancionado pelo presidente Michel Temer (PMDB), em fevereiro, já abria a possibilidade para que algumas disciplinas fossem ofertadas nessa modalidade.

Os critérios de como será a oferta das disciplinas a distância ainda não foram definidos. Segundo o ministério, eles serão estabelecidos em conjunto com os sistemas de ensino, o Conselho Nacional de Educação (CNE) e Secretarias Estaduais de Educação.

Para o ensino superior, as mudanças vão permitir agora que as instituições possam criar cursos e polos de ensino a distância (EaD) sem exigir o credenciamento prévio para a oferta presencial. Elas também poderão ofertar exclusivamente os cursos a distância, sem que haja a oferta simultânea presencial.

Dessa forma, as instituições vão apenas comunicar o MEC sobre a criação dos polos e deverão respeitar os limites quantitativos, que serão definidos com base nos indicadores de qualidade de cada uma.

Janguiê Diniz, presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), diz que as mudanças vão agilizar a oferta de vagas e cursos.

Segundo o ministério, as mudanças fazem parte de uma estratégia para ampliar a oferta de vagas no ensino superior no País para atingir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) que prevê elevar até 2024 a taxa de matrícula para 33% da população de 18 a 24 anos - em 2015, ela era de 18,1%.

From Uol Educação.