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À medida que as estruturas organizacionais hierárquicas dão lugar a ambientes com decisões distribuídas, pode ser necessário um novo modelo de aprendizagem e liderança, tanto a nível individual como organizacional.

ADAPTAR-SE a ambientes de mercado cada vez mais digitais e aproveitar as tecnologias para melhorar as operações e gerar valor para novos clientes, são metas importantes para quase todos os negócios contemporâneos. A boa notícia é que muitas empresas estão começando a fazer as mudanças importantes, para adaptar sua organização a um ambiente digital.


Com base numa pesquisa global com mais de 4.300 gestores, executivos e analistas e 17 entrevistas com executivos e líderes de pensamento, MIT Sloan Management Review e da Deloitte, demonstra que o ambiente de negócios digitais é fundamentalmente diferente do tradicional. Empresas que amadurecem digitalmente, reconhecem as diferenças e estão evoluindo na aprendizagem e liderança, para se adaptarem e obterem sucesso num mercado que muda rapidamente. A pesquisa deste ano fornece alguns insights importantes, relatados a seguir, sobre como as empresas estão se adaptando a um ambiente de negócios digitais.

As organizações estão começando a avançar digitalmente, pela primeira vez em quatro anos, notou-se um aumento na forma como os respondentes da pesquisa avaliam a maturidade digital da empresa. Muitas empresas estabelecidas estão começando a levar a ruptura digital mais a sério e essa mudança sugere, que a hora de agir é agora. 

Desenvolver - não apenas ter - líderes digitais, diferencia as empresas que amadurecem digitalmente, simplesmente ter os líderes digitais certos, não é o indicador mais importante de maturidade digital, pois mais de 50% das empresas que estão amadurecendo digitalmente, ainda relatam a necessidade de novos líderes. As organizações mais maduras digitalmente, têm 4 vezes mais chances de desenvolver líderes digitais, do que as menos maduras digitalmente. Os principais traços da liderança digital, são de fornecer visão e propósito, criar condições para experimentação, capacitar as pessoas a pensar de maneira diferente e fazer com que as pessoas colaborem além das fronteiras. 

Empresas que amadurecem digitalmente, impulsionam a tomada de decisões mais para dentro da organização, ao mesmo tempo, que parece haver uma desconexão entre os gerentes de nível, executivo e intermediário, em relação a isso. Enquanto, 59% dos CEOs acreditam que estão reduzindo a tomada de decisões, apenas 33% dos entrevistados vice-presidentes e diretores, acreditam de fato que isso esteja acontecendo. Todavia, pode-se achar que os líderes não estão dispostos a entregar sua autoridade a outros, porém algumas evidências identificadas, demonstram que os funcionários é que podem estar relutantes em se posicionar e assumir papéis de líderes digitais.

O negócio digital é mais rápido, flexível e distribuído, além de ter uma cultura e mentalidade diferente das tradicionais. Os entrevistados da pesquisa, dizem que o ritmo dos negócios, cultura e mentalidade, local de trabalho flexível e distribuído, estão entre as maiores diferenças entre os negócios digitais e tradicionais. Tais descobertas, significam que muitas empresas devem mudar a forma de operação para competir. Os entrevistados também relatam que os maiores desafios são: a necessidade de experimentar e assumir riscos, lidar com ambigüidade e mudanças constantes, comprar e implementar a tecnologia certa e distribuir a tomada de decisões. 

Organizações com maturidade digital, são mais propensas a experimentação e interação, principais formas pelas quais as empresas respondem à ruptura digital. Sozinhos, no entanto, não são suficientes. As empresas devem usar os resultados dessas experiências - sucessos e fracassos - para impulsionar a mudança em toda a organização. Empresas com recursos abundantes podem ser tentadas a simplesmente “jogar dinheiro no problema” na ruptura digital, mas isso geralmente não leva a um aprendizado contínuo e prático como a experimentação. Em vez disso, as empresas devem descobrir formas de experimentar para competir no futuro, ao mesmo tempo em que mantêm o principal negócio para que ele possa atuar no presente. 

Indivíduos relatam a necessidade de desenvolver continuamente suas habilidades, mas dizem que recebem pouco ou nenhum apoio da organização para fazê-lo. Cerca de 90% dos entrevistados indicam que precisam atualizar suas habilidades pelo menos uma vez por ano, com quase metade deles relatando a necessidade de atualizar as habilidades continuamente de forma contínua. No entanto, apenas 34% dos entrevistados dizem que estão satisfeitos com o grau em que sua organização apoia o desenvolvimento contínuo de habilidades. Além disso, muitas empresas mantêm o treinamento formal para desenvolver essas habilidades e ainda no local de trabalho, por acharem mais eficaz. Diante disso, muitos funcionários, estão dispostos a fazer isso sozinho, dado a falta de apoio. 90% dos entrevistados, apontam que desejam usar a análise de dados de sua organização para ajudá-los a melhorar seu próprio desempenho.

From Deloitte Insights

 
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O elearning está rapidamente se tornando um fenômeno majoritário na maioria dos países ao redor do mundo, como a recente pesquisa Free Online Courses, Recruitment and the University Brand, do instituto internacional ICEF, mostrou. A facilidade e conveniência que o modelo oferece para um público localizado em diferentes lugares, especialmente aquele que tenta balancear trabalho, família e outras obrigações com um curso universitário.

Alguns países melhoraram seus cursos online mais do que outros, liderando o setor não apenas em termos de número de programas, mas também na variedade deles, além de inovações nos métodos de aprendizagem, que dependem das melhorias nas redes de comunicação e nas conexões à Internet em distintos lugares do mundo.

A seguir, os países que estão se destacando, quando o assunto são elearning.

A Índia está protagonizando um papel central no aumento de oportunidades de aprendizagem online por sua popularização na Ásia. Nas últimas décadas, o país desenvolveu numerosas universidades de nível mundial, como a Sikkim-Manipal University, da cidade de Gangtok, capital da província de Sikkim, e faculdades que estão se tornando rapidamente destinos para estudantes do continente asiático. Como consequência, seus programas à distância estão vivendo um boom da mesma intensidade. Parte da explosão desse interesse se originou de preocupações econômicas: como muitas pessoas na Índia não podem ficar dois ou mais anos fora do mercado de trabalho enquanto estudam, as escolas passaram a oferecer graduações a distância para ajudar a resolver o problema. Os programas esperam trazer até US$ 1 bilhão (R$ 3,4 bilhões) em receitas até 2020, de acordo com o ICEF. Nos últimos anos, instituições de ensino dos Estados Unidos, como a Massachusetts Institute of Technology (MIT), também passaram a atuar no mercado de educação indiano, oferecendo cursos.

A Coreia do Sul está liderando hoje a área de inovações nas metodologias de cursos a distância motivada pelo que o país tem de mais forte: a indústria tecnológica e a velocidade de sua conexão à Internet. Nos anos recentes, um número grande de universidades sul-coreanas começaram a oferecer cursos online - hoje o país tem cerca de 17 instituições com programas neste modelo, todas elas com facilidades e softwares de última geração. No entanto, há ainda algumas barreiras ao elearning na Coreia do Sul: uma delas é o estigma que a sociedade mantém sobre a qualidade dos cursos a distância e o alto valor que é dado para o aprendizado face-to-face. Segundo a ICEF, a tendência mundial é que esse "preconceito" não fique no caminho do desenvolvimento de programas online de educação no país, que já usa seus recursos não apenas para ensinar coreanos, mas também trazer estudantes de outros países ao oferecer mais cursos em inglês e promovendo a habilidade de entregar o que já estão chamado de "smart learning" ("aprendizado inteligente", em tradução livre). A Coreia do Sul também está trabalhando para encorajar mais estudantes do país a se matricular, cursar e participar de atividades virtuais, usando até mesmo os games - o esporte mais popular sul-coreano - como um apoio.

Os Estados Unidos são, sem dúvida, o líder mundial em educação online hoje, com centenas de universidades à distância e milhares de cursos oferecidos nessa modalidade. Um estudo feito pela consultoria Sloan Consortium mostrou que ao menos 6 milhões de alunos nos EUA estavam cursando ao menos um programa virtual naquele ano - o que significa um em cada três estudantes matriculados no nível superior do país. Outros dados chegam a indicar que as matrículas em cursos online nos Estados Unidos estão se sobrepondo às da educação superior como um todo, com um crescimento de 10% de alunos em relação ao aumento de 2% do setor como um todo. Em resposta ao novo fenômeno, 65% das instituições de ensino superior do país hoje dizem que o aprendizado à distância é uma parte crítica de suas estratégias de longo prazo.Os EUA, além do mais, não são apenas os líderes em termos de números, mas também nos modelos de aprendizado: muitas universidades prestigiadas do país oferecem ao menos um curso online, e algumas delas desenvolveram programas de nível superior completos ou de mestrado e doutorado. Entre as mais influentes está Harvard, que iniciou um grande projeto de ensino a distância em 2012 ao lado da Massachusetts Institute of Technology (MIT) que hoje já abriga mais de 100 cursos de diversos níveis, certificados e exigências. A maioria deles é gratuita.

A educação à distância na Austrália, se tornou uma opção popular para aqueles que querem voltar aos bancos escolares sem deixar a carreira de lado - um crescimento que foi dirigido pela crise econômica entre 2008 e 2009. Nos últimos cinco anos, o mercado de educação online cresceu quase 20% e a expectativa é que alcance o valor de US$ 4,6 bilhões até esse ano. Os líderes do mercado australiano são instituições conhecidas dos brasileiros, como a Kaplan e a Open Universities Australia, que recruta estudantes sul-americanos para intercâmbios no país oceânico e agora passaram a oferecer plataformas a distância. A ideia das universidades australianas é continuar crescendo no setor por meio de alunos asiáticos, onde o mercado mundial espera crescer com mais vigor nos próximos 10 anos.

O caso do Brasil é específico, pelo grande número de cursos de pós-graduação oferecidos para alunos que esperam entrar mais qualificados no mercado de trabalho. O último censo da Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED), do ano passado, mostra que a categoria de especialização lato sensu é a que possui mais ofertas de cursos no país: são 1.098 grades totalmente à distância. Em relação a alunos matriculados, no entanto, a modalidade de pós-graduação fica atrás apenas dos que estão cursando uma graduação a distância: hoje, são cerca de 135 mil graduandos em licenciatura e 49 mil pós-graduandos lato sensu - o que totaliza mais de 200 mil pessoas matriculadas em cursos online tirando o número de estudantes de cursos técnicos online. Considerando essa terceira modalidade, o Brasil se destaca ainda mais: os dados da ABED mostram uma expansão significativa na oferta de cursos técnicos a distância no país nos últimos dez anos, indo de 66 em 2006 para 219 no ano passado - um crescimento real de 213%. Em 2017, o Brasil tinha mais de 56 mil alunos matriculados em cursos técnicos a distância.

From Acorda Cidade

 
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por Business Education - segunda, 14 Mai 2018, 13:34
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Todos os dias, o paulistano Rinaldo Luiz Cuco levanta-se antes de o sol nascer e passa de 3 a 4 horas em frente ao computador estudando: assiste as videoaulas, atualiza a leitura e participa de chats e fóruns on-line. Por volta de 8 horas, sai de casa para trabalhar e ao meio dia retorna para o almoço. Após a refeição, sai para a segunda jornada de trabalho numa escola estadual de São Paulo, onde leciona história e geografia aos alunos do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio. “O tempo é escasso e a rotina cansativa, mas vale a pena”, conta o professor, que no primeiro semestre de 2018 concluirá a licenciatura em geografia num curso à distância. Cuco formou-se em estudos sociais em 1981 e, perto dos 60 anos, numa fase da vida em que as obrigações familiares aliviaram, decidiu retomar os estudos a fim de se aperfeiçoar no ofício que considera sua verdadeira vocação: ser professor. “O tempo passa, e a gente acaba ficando para trás. Voltei a estudar para atualizar o conteúdo de geografia.”


Cuco faz parte de um grupo que não para de crescer no Brasil: os estudantes que optam por fazer cursos à distância, seja em nível de graduação ou de pós-graduação, seja em cursos livres. Segundo o Censo da Educação Superior de 2016 do Ministério da Educação (MEC), o número de matrículas em cursos de graduação à distância aproxima-se de 1,5 milhão, o que corresponde a 18,6% dos 8,04 milhões de universitários no país. Somam-se a esse contingente cerca de 2,9 milhões de alunos dos cursos livres corporativos e não corporativos, conforme contabilizou o censo da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed). Uma década atrás, a educação à distância (EAD) respondia por 4,2% dos graduandos brasileiros e os cursos presenciais concentravam 95,8% das matrículas. Apenas em um ano, de 2015 para 2016, a educação à distância assistiu ao aumento de 7,2% das matrículas, ao passo que a educação presencial teve queda de 1,2%. O MEC projeta que em cinco anos a educação à distância deverá responder por metade das matrículas na educação superior brasileira.

O avanço do ensino à distância começou para atender as salas de aula do ensino básico. “No Brasil, houve fomento à educação à distância a partir de 2004 porque havia a necessidade de qualificar os professores. Muitos não tinham a formação de nível superior exigida pela lei e era preciso aumentar a quantidade de docentes com licenciatura”, diz William Klein, CEO da Hoper Educacional. Passada pouco mais de uma década, as pessoas começaram, de um lado, a enxergar a educação à distância como uma alternativa para se formar, se especializar ou mesmo satisfazer uma necessidade de aprender algo importante para a vida. “A educação à distância está atendendo pessoas que buscam todo tipo de objetivo: quem quer um diploma, quem quer se aperfeiçoar profissionalmente e quem tem motivações pessoais para estudar”, analisa Betina von Staa, consultora em inovação educacional e coordenadora técnica do censo da Abed.

Junto com a demanda, a oferta cresce. Segundo o censo da Abed, o número de novas instituições que oferecem EAD aumentou em 22%, ao passo que a quantidade de estabelecimentos que oferecem educação em geral aumentou 4%. O negócio está concentrado nas mãos de grandes grupos privados, com capacidade de investimento para implantar os polos e investir em tecnologia, materiais e conteúdos didáticos. O setor privado corresponde a 68% das instituições que atuam no segmento.

Outros fatores ajudam a compreender a explosão da educação à distância no Brasil: da diversidade da oferta, passando pela mensalidade que “cabe no bolso”, à diminuição do preconceito quanto à qualidade dos cursos. Ao contrário do que muitos acreditam, a legislação estabelece que os diplomas de educação à distância possuem o mesmo valor dos diplomas dos cursos presenciais. Em 2007, única vez em que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou uma análise do desempenho dos dois grupos no Enade, os alunos à distância se saíram melhor em sete das 13 áreas comparadas. “Vinte anos atrás, a educação à distância era uma inovação. Hoje, a EAD é natural, sobretudo para os mais jovens”, afirma João Vianney, consultor da Abed e da Hoper Educacional. Além disso, a tecnologia permite levar a educação para quem não tem outra opção. “No interior e em regiões como a Amazônia, muitas vezes a única alternativa para quem quer estudar é o ensino à distância”, afirma Betina.

A flexibilidade da tecnologia e das metodologias dos cursos à distância não significa, necessariamente, uma rotina de estudos leve. Pelo contrário. O sucesso do aluno depende essencialmente de organização e disciplina. Por isso, a motivação interna para se aperfeiçoar é fundamental, analisa Ivete Palange, conselheira da Abed. Para evitar a falta de estímulo e a sensação de isolamento, em decorrência da ausência de contato físico com os colegas de turma, a recomendação é criar uma rotina de estudos, com dias, horários e tempo de dedicação definidos. E segui-la rigorosamente. “A rotina evita o abandono do curso”, diz.

Essa flexibilidade do curso à distância também pode ser útil para o desenvolvimento pessoal, independentemente de alguma aplicação imediata na carreira. Foi o que descobriu a advogada Daniela Stump. Mestre em Direito Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP) e sócia da Machado Meyer Advogados em São Paulo, Daniela está fazendo um curso livre de oito semanas ofertado pela Universidade Berkeley, nos Estados Unidos, chamado “A ciência da felicidade” na plataforma edX, que reúne algumas das mais renomadas instituições americanas. “Troquei o Netflix pela edX”, brinca Daniela, entusiasmada com o curso. “Sempre fiz cursos presenciais, não tinha ideia de como é estudar à distância. É muito estimulante! Dá vontade de sentar-se ao computador para assistir a videoaulas e participar dos chats, mesmo que seja entre as 22 horas e a meia-noite, quando os filhos estão na cama e depois de um dia de trabalho”, conta, ao descrever sua rotina. “Estou aprendendo muito sobre mim mesma e sobre as pessoas de maneira geral.” Daniela diz que graças ao curso está compreendendo a origem de seu interesse por temas como diversidade e inclusão. Hoje ela atua num projeto voltado para ampliar a participação de minorias no escritório. “Já existem estudos de neurociência e psicologia que mostram que a felicidade está ligada a quanto nos dedicamos aos outros. Isso me fez entender por que gosto tanto do projeto.”

Mudanças recentes na legislação sobre educação à distância prometem romper as fronteiras que ainda restam. O novo marco legal acaba com exigências do MEC para o credenciamento de instituições e abertura de cursos. Isso favorece a entrada de instituições de pequeno e médio porte num mercado hoje dominado por grandes grupos educacionais. Até então, era preciso esperar até dois ou três anos para ter um pedido limitado de abertura de polos com a tramitação concluída pelo MEC. Agora, a instituição pode abrir certo número de polos todo ano. A diversidade de opções deve se multiplicar. Voltar a estudar ficará cada vez mais irresistível.

From Época

[ Modificado: segunda, 14 Mai 2018, 13:46 ]
 
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Quando se trata de aprendizagem e treinamento corporativo, os números são realmente surpreendentes nos Estados Unidos.

• Os gastos com treinamento corporativo cresceram mais de US$ 70 bilhões nos Estados Unidos; 

76% dos funcionários desejam crescer na carreira.

87% dos millennials (geração Y) dizem que as oportunidades de desenvolvimento ou de crescimento profissional, são extremamente importantes; 

68% dos trabalhadores dizem que treinamento e desenvolvimento são as políticas mais importantes numa empresa; 

84% dos executivos globais classificaram a aprendizagem dos funcionários como importante ou muito importante;

40% dos funcionários que recebem treinamento ruim, deixam seus empregos, no primeiro ano; 

Cada dólar investido em treinamento on-line resulta em um aumento de US$ 30,00 na produtividade; 

• Empresas que usam tecnologia de eLearning obtêm um aumento de 18% no engajamento dos funcionários.

A Inteligência Artificial pode descobrir no padrões de comportamento humano, cognição, envolvimento e desempenho que os humanos não conseguem discernir. 

Além disso, a Inteligência Artificial pode ajudar no eLearning, a prever o aprendizado e o desempenho, criar uma personalização profunda com base nas preferências individuais e identificar lugares onde os cursos precisam ser otimizados ou aprimorados.

Desta forma, a Inteligência Artificial e a análise preditiva (capaz de usar dados, algoritmos e técnicas de machine learning na tentativa de prever situações futuras) têm importância significativamente em beneficiar o ambiente de eLearning, se adotadas corretamente.

Assim, pode-se ter certeza, de qual experiência os funcionários estão adquirindo, realizar interferências sobre o desempenho, analisar como os funcionários estão aprendendo, capturando: o comportamento, a cognição, engajamento e desempenho, além de usar a IA para analisar os dados. 

From Steve Olenski - Forbes

[ Modificado: segunda, 7 Mai 2018, 15:04 ]
 
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O Google lançou um aplicativo chamado Grasshopper, que ensina linguagem de programação para iniciantes via dispositivos móveis. O app foi criado pela Area 120, braço em que são desenvolvidos produtos experimenteias da gigante de tecnologia.

“Programar está se tornando uma habilidade essencial e queremos que seja possível que todos aprendam”, dizem os desenvolvedores do app. “Criamos o Grasshopper para ajudar pessoas como você a programar de uma maneira divertida e fácil.”

O aplicativo oferece um curso de três fases: começando com fundamentos, quando os usuários aprendem como a programação funciona — funções, variáveis, strings, arrays e condicionais. Já nas fases seguintes, os usuários aprendem a desenhar formas usando os códigos, além de criar funções mais complexas.

O curso funciona como um jogo de perguntas que vai se tornando mais difícil a cada etapa. “Cada desafio faz o aluno escrever um código JavaScript real usando um ambiente de edição de código personalizado”, disse Laura Holmes, fundadora do Grasshopper, segundo o TechCrunch. “É dado um desafio ao estudante, que tem que resolvê-lo usando a programação, mas são precisos apenas alguns toques para escrever”.

Para manter os usuários engajados, o app conta com ferramentas motivacionais como conquistas, indicadores de progresso e barras que indicam o aprendizado. Cada vez que um usuário cria um novo código, ele recebe um feeedback em tempo real. O app – em inglês – pode ser baixado gratuitamente em dispositivos Android e iOS, na Google PlayStore e na Apple App Store.

From Época Negócios

 
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O texto abaixo foi escrito por Claudio de Moura Castro.

Os mais impacientes julgam que, se fosse fechado o MEC, as coisas iriam melhor. É difícil dizer. Mas é certo que ele está prejudicado na sua função principal: zelar pela educação do país. Isso porque nem tem escolas nem tem poderes diretos sobre os estados e municípios que as têm. Pode fazer alguma coisa, mas nem manda nem financia.



Nas suas funções de cuidar do ensino superior, criou um labirinto de exigências burocráticas. Estas nem sempre levam aos resultados esperados, além de complicar a vida de todos e ser um gentil convite para a pequena corrupção.

O Enade faz do Brasil o único país a medir o que aprenderam os alunos ao se diplomar. Sendo assim, para que escarafunchar tanto os processos, se a medida do produto é confiável? Mal comparando, o Guia Michelin avalia a gastronomia oferecida pelos restaurantes, ignorando a marca do fogão e os diplomas do chef de cuisine. Por que não fazer o mesmo?

Mas, o que é pior, o MEC julga todos os cursos pela quantidade de diplomas de mestrado e doutorado dos professores. Isso é ótimo na física. Mas e na educação física? De fato, por razões históricas, trata as áreas profissionais igualzinho às acadêmicas. Os professores das engenharias são avaliados pelos diplomas e pela quantidade de papers, e não pela sua excelência na profissão. Sendo assim, para melhorar as notas perante o MEC, vale a pena defenestrar professores com décadas de vivência no mundo real e contratar jovens doutores que jamais entraram em uma fábrica ou canteiro de obras. Nos cursos de administração, se nossos grandes executivos virassem professores, fariam baixar a nota do curso junto ao MEC, já que não têm Ph.D. E isso não é diferente nas demais áreas profissionais.

De quebra, pelas regras da dedicação exclusiva, os professores das universidades federais não podem ter experiência nas fábricas. Menos mau que, nesse particular, há amplo descumprimento!

Aleluia! Em uma portaria recente (Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação/Inep), o MEC começou a considerar também a experiência profissional dos professores — em paralelo aos diplomas. Faz mais de trinta anos que insisto nisso. Mas não acredito que a mudança tenha sido influenciada pelo meu patético espernear. Importa a retificação de um cacoete antigo.

Nesse mesmo documento, o MEC passa a reconhecer que livros e periódicos em formato digital são um item integrante e igualmente valioso de uma biblioteca universitária. Por muitos anos, ouviam-se casos de bibliotecas alugadas, apenas para a liturgia das visitas iniciais do MEC. Terminada a visita, um caminhão levava os livros — para o próximo curso a ser visitado. Vacinado contra essas malandragens, além de valorizar agora o acervo eletrônico, o MEC está às voltas com a nova e legítima preocupação de saber se a assinatura dos periódicos digitais tem uma duração aceitável ou vai evaporar-se no dia seguinte. Pela segunda vez, aleluia!

Uma reforma em profundidade no MEC é como o trabalho de Hércules de limpar as cavalariças de Áugias: missão para décadas. Mas, pouco a pouco, alguns reparos vão aparecendo, como os dois acima citados.

From Revista VEJA - Por Claudio de Moura Castro

[ Modificado: terça, 17 Abr 2018, 15:18 ]
 
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Os estudantes brasileiros podem demorar mais de 260 anos para atingir a proficiência em leitura dos alunos dos países ricos. Em matemática, a previsão é de que os brasileiros levarão 75 anos para atingir a pontuação média registrada nos países desenvolvidos. As estimativas são de um relatório sobre a crise da aprendizagem produzido pelo Banco Mundial com dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa).


O Pisa é uma prova coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aplicada a cada três anos entre 35 membros da OCDE e 35 parceiros, incluindo o Brasil. Entre os itens avaliados, está o conhecimento dos alunos em ciências, leitura e matemática.

O relatório aponta que em países como o Quênia, Tanzânia e Uganda, quando se pediu aos alunos do 3º ano do ensino fundamental que lessem em inglês ou kiswahili uma frase simples como “o nome do cão é Filhote”, 75% deles não compreenderam seu significado. Na zona rural da Índia cerca de 75% dos alunos do mesmo ano não foram capazes de fazer uma subtração de dois dígitos.

Para que a aprendizagem cumpra a promessa de eliminar a pobreza e criar oportunidades para todos, o Banco Mundial aponta três recomendações de políticas públicas:

- Avaliação da aprendizagem. Segundo o estudo, só metade dos países em desenvolvimento tem dispositivos para medir a aprendizagem no final do ensino fundamental e das primeiras séries do médio;

- Fazer as escolas trabalharem para todas as crianças. O relatório propõe desde oferecer nutrição adequada até a utilização da tecnologia que ajudem os professores a ensinar e o e-Learning pode contribuir de maneira exponencial para o crescimento do ensino, por meio de tecnologias de aprendizagem adaptativa e inteligência artificial;

- Mobilizar todas as pessoas interessadas na aprendizagem, como a comunidade;

O relatório aponta casos de países que investiram em estratégias de aprendizagem e tiveram sucesso em avaliações internacionais. Um exemplo citado é a Coreia do Sul, país que foi assolado pela guerra e tinha taxas de alfabetização muito baixas em 1950, mas conseguiu universalizar o acesso de matrículas em 1995 e atingir altos índices em rankings de aprendizagem.

From G1 - Educação

 
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A UniGlobo, plataforma e-learning da Globo, completa 16 anos atuando na disseminação de conhecimento e desenvolvimento das 118 afiliadas da Globo ao redor do país, recebeu em 2017, dois importantes prêmios de gestão e liderança. 

O primeiro foi o Prêmio Destaque Gestão de Pessoas, organizado pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), onde a plataforma da Globo, ficou entre os oito projetos de destaque, dos mais de 50 inscritos, por sua capacidade de desenvolver e compartilhar, de forma inovadora, novos conhecimentos ligados às áreas estratégicas do negócio, através de iniciativas voltadas à gestão de pessoas.

Já o segundo, foi o Prêmio Educorp, realizado pela HR Academy,  o reconhecimento veio para a diretora da área de Desenvolvimento de Afiliadas da Globo, Daniela Campos, que recebeu o prêmio nacional de Melhor Líder de Educação Corporativa de 2017.

Daniela Campos afirmou que estão muito orgulhosos com ambas as premiações, pois são um importante reconhecimento do nosso trabalho de desenvolvimento dos profissionais da rede de afiliadas, oferecendo conteúdo exclusivo, alinhando práticas e contribuindo para o melhor exercício da presença regional.

O UniGlobo busca atender aos principais desafios, projetos e direcionamentos estratégicas da Globo na produção e programação de conteúdo, no relacionamento com as comunidades, na comunicação com nosso público, no relacionamento com o mercado publicitário, na formatação de soluções para o negócio dos nossos clientes e na distribuição do nosso sinal com qualidade e confiabilidade. Através desta visão multidisciplinar do negócio e do relacionamento e conhecimento dos mercados regionais, a UniGlobo atua fazendo conexões, convergindo interesses e traduzindo princípios, estratégia e um jeito próprio de fazer em projetos, atuação e iniciativas regionais, viáveis a todas as afiliadas.

Com a essência de desenvolver e contribuir para a qualificação de profissionais em diferentes níveis de formação e vivência, a UniGlobo é uma plataforma multimídia, colaborativa e construída com o conceito de gamefication, que valoriza o acesso e participação dos usuários. Com conteúdos divididos em cursos online, tutoriais, pílulas de conhecimento, comunidades de prática, vídeo, áudios, textos e fóruns, é construída com a participação de profissionais da Globo, referências em suas áreas de atuação, que fundamentam conceitos e compartilham suas experiências.

Contribuem também as Afiliadas, porque a UniGlobo tem como premissa valorizar a diversidade e aproveitar todo o potencial de conhecimento regional da Rede, abrindo espaço para incorporar as melhores práticas locais. Como resultado, a plataforma reúne cursos construídos de forma coletiva, onde todos cooperam e compartilham suas vivências. Segundo Daniela Campos, Formamos uma rede de conhecimento única.

A Uniglobo já soma mais de 42 mil inscrições, 3,5 mil turmas realizadas, 88% de engajamento, 130 cursos desenvolvidos e mais de 100 tutores.

From Rede Globo

 
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O e-learning da LATAM Linhas Aéreas é um dos casos mais bem-sucedidos do Brasil, com um modelo consolidado e estratégico que atende todas as áreas de negócio da companhia e até mesmo empresas do mesmo setor. 


Em meados de 2005, foi estabelecido uma meta audaciosa de treinamento, treinar todos os agentes de viagens que vendiam bilhetes da TAM e isso só seria possível se fosse à distância. Assim, se optou pela implantação temporária de um LMS (Learning Management System) apenas para o público externo. Com o sucesso do projeto,  o mesmo modelo foi implementado para TAM Linhas Aéreas. Atualmente, a educação a distância atende todas as áreas de negócio e ainda conta plenamente com o apoio da alta gestão da empresa para investir, cada vez mais em soluções de e-learning e novas mídias aplicadas à educação. 

A estrutura do e-learning é dividido em 3 áreas: conteúdo (designers instrucionais), suporte em português, inglês e espanhol (apoio aos colaboradores que utilizam a plataforma de educação a distância) e qualidade (garantir a qualidade de todos os conteúdos produzidos). 

A plataforma possui cerca de 150 cursos, segmentados entre treinamentos obrigatórios (conhecimento crítico para o negócio), desejáveis (conhecimento desejável para o negócio) e livres (desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais). Destes, 20 cursos são traduzidos para o inglês e espanhol, com planos de expansão. 

Os colaboradores das bases internacionais realizam os mesmos treinamentos on-line disponibilizados no Brasil, o que é fundamental para o desempenho. O entendimento pleno do curso, é essencial para garantir a segurança em todas as esferas da operação. Por esse motivo, todos os treinamentos obrigatórios foram traduzidos. 

A LATAM possui operação internacional em 14 países, distribuída em aeroportos da América do Sul, América do Norte e Europa. Fora dos aeroportos, existem escritórios de negócios espalhados por todos os continentes. Desta forma, investir em ações de educação a distância é fundamental para o negócio, pois anualmente trazer centenas de colaboradores para cursos presenciais, é muito dispendioso e insustentável. Além da sensível redução de custo com a logística de treinamento presencial, há o benefício do conhecimento atualizado e disponibilizado em tempo real, independentemente de fronteiras ou outros entraves que possam impactar. Outro fator, é que profissionais que estão longe da sede da empresa tendem a se sentirem afastados da estratégia. A plataforma oferece fóruns e comunidades para que os colaboradores se comuniquem e compartilhem experiências com colegas de outros países, o que favorece a diminuição desse distanciamento. 

As autoridades brasileiras e internacionais exigem que qualquer prestador de serviços em uma companhia aérea deve ser treinado sobre a operação aeroportuária e os processos da empresa. O e-learning atendem plenamente essa necessidade, pois, por meio de uma parceria, é possível ministrar o cursos para os prestadores de serviço a custo zero. Este modelo é aplicado no Brasil e nas bases internacionais. Empresas que prestam serviços para LATAM também podem acessar a plataforma de educação a distância para realizar treinamentos on-line e consultar bibliotecas virtuais com publicações técnicas para desempenhar melhor suas funções. Devido a essa normatização, surgiu um nicho de negócio, que possibilitou a comercialização da licença de alguns cursos on-line obrigatórios pela ANAC (Agência Nacional da Aviação Civil) sobre as operações aeroportuárias para empresas que não são parceiras, mas que necessitam do treinamento para atender outras empresas do nosso setor. 

A fusão com a LAN trouxe novas oportunidades para a internacionalização do e-learning, como o curso de Código de Ética, que foi desenvolvido em vários idiomas e atingiu mais de 50 mil colaboradores da holding. Como em todo processo de fusão, há também profissionais expatriados e compartilhamento de profissionais. Em ambos os casos, o e-learning proporcionou o conhecimento de processos, políticas e operação das companhias, que foram indispensáveis no processo de fusão.  

Mapear proficiência linguística e digital dos colaboradores, possuir parceiros com expertise na tradução de materiais instrucionais, LMS e suporte ao colaborador em multi-idiomas são, sem dúvida, foram fatores importantes para oferecer um treinamento de qualidade, elevar a satisfação do colaborador no treinamento e obter resultados. 

A empresa se preocupa em conhecer as políticas locais de uso de Internet. Se for usado um vídeo do Youtube ou artigo no curso, por exemplo, a empresa certificar-se de que o site e o vídeo são liberados naquele país. As nuances culturais devem ser criteriosamente analisadas. Metáforas ou analogias necessitam ser cuidadosamente avaliadas antes de serem disponibilizadas em um treinamento, ou ainda, as ilustrações. O cuidado com o texto e contexto cultural é essencial, pois a aprendizagem só será significativa, se houver contexto com a realidade do colaborador.

From Melissa Casagrande, gerente de treinamento da LATAM, entrevista concedida a Webaula

[ Modificado: segunda, 19 Mar 2018, 19:20 ]
 
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No primeiro momento, a notícia causa impacto, mas David Roberts,  especialista em inovação e membro da Singularity University, acredita piamente que, no futuro, graduações não serão mais tão importantes. Em entrevista ao jornal espanhol El País, ele comentou o porquê dessa opinião. 


Para Roberts, só sobreviverá quem tiver uma marca firme e souber se transformar. Investir em novas tecnologias é uma das saídas. “As grandes universidades não querem oferecer seus conteúdos online porque acreditam que a experiência será pior para o aluno, que nada se compara a uma aula cara a cara. Enquanto isso, ignoram a revolução que está acontecendo”, explica. 

Ainda segundo Roberts, grande parte do problema da educação está na maneira de se ensinar. “Estamos ensinando da mesma forma durante os últimos 100 anos e, como crescemos nesse sistema, achamos que é normal, mas é loucura”, conta. O especialista acredita que é preciso ensinar novas ferramentas aos alunos, que realmente os ajude a lidar com o mundo em que vivem. Para ele, a resistência em se adaptar às mudanças contribuirá para o fim das universidades como conhecemos. 

É preciso lembrar, de acordo com Roberts, que cada indivíduo possui um tipo de inteligência e que não adianta ensinar a todos da mesma maneira. Mas, as mudanças não devem vir só por parte das instituições. Apesar de inserido na atualidade, os jovens tendem a seguir modos mais tradicionais e isso precisa mudar. “Não se deve aspirar que uma empresa te contrate. Não temos que ensinar como conseguir um trabalho, mas sim cria-lo”, comenta. 

Por fim, Roberts afirma que,para as universidades, é preciso ter como foco formar líderes, pessoas inovadoras que vão contra as normas e alcancem resultados ambiciosos. Sobre o futuro, ele não tem dúvidas: “O mundo seguirá girando em torno do dinheiro, que é a energia para fazer as coisas ou muda-las. Esses novos inventos te inspirarão a trabalhar para poder comprar”, conclui.

From Universia Brasil