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Elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Mapa do Trabalho Industrial dá a medida das dificuldades que os trabalhadores com carteira assinada terão de enfrentar para se manter em seus empregos, por causa das transformações tecnológicas.

Ao todo, o País terá de qualificar cerca de 10,5 milhões de trabalhadores para o setor industrial, entre 2019 e 2023. Só no Estado de São Paulo, mais de 3,3 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos níveis técnico e superior precisam de cursos de formação continuada.

Desse total, 3/4 já estão empregados. O 1/4 restante necessita de formação inicial para entrar no mercado de trabalho e ocupar vagas novas ou, então, substituir os profissionais que adoecem ou se aposentam.

As áreas que exigem mais capacitação de profissionais com formação técnica são de logística e transporte, metalmecânica, eletroeletrônica e informática. São áreas que necessitam de trabalhadores com qualificação interdisciplinar e múltiplas habilidades.


Segundo o Mapa, entre as ocupações no nível técnico que mais vão exigir profissionais com essa formação em todo o Estado de São Paulo estão preparadores e operadores de máquinas-ferramenta e mecânicos de manutenção de máquinas industriais. No nível superior, a ocupação com maior demanda de capacitação no Estado é de analista de tecnologia da informação, seguida de gerente de produção, engenheiro civil, engenheiro mecânico, engenheiro de produção, engenheiro ambiental, profissionais de planejamento e gerente de segurança.

Elaborado a partir de estimativas sobre o comportamento da economia brasileira, que vem registrando um crescimento muito baixo e aponta uma redução do Produto Interno Bruto (PIB) para 2020, o levantamento do Senai prevê a demanda de formação profissional para suprir as necessidades da indústria e seu impacto no mercado de trabalho nas diferentes unidades da Federação, entre 2019 e 2023.

Além de mostrar que as transformações tecnológicas estão mudando a vida de quem já está no mercado de trabalho, o estudo revela que a necessidade de formações tradicionais vem perdendo espaço e que novas profissões vão surgindo no setor industrial. Destaca ainda que, acompanhando a tendência mundial, as novas profissões estão vinculadas aos avanços da tecnologia de informação e automação de processos.

São profissões que exigem sólida formação em matemática e física, disciplinas em que o desempenho dos alunos da rede pública de ensino fundamental e médio ao longo das últimas décadas tem sido sofrível, como revelam as sucessivas edições do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, em inglês), que é promovido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

É importante olhar para o hoje e para o futuro. É preciso repensar as escolhas de profissão, acompanhar as tendências e se aperfeiçoar. Mas a baixa qualidade da educação básica interfere e atrapalha o processo de escolha das profissões. Muitas vezes, o estudante tem dificuldade de aprender matemática básica na escola e com isso acaba descartando as profissões que exigem esse conhecimento”, afirma Márcio Guerra, gerente de Estudos e Prospectiva da Diretoria de Educação e Tecnologia da CNI.

O Mapa do Trabalho Industrial elaborado pelo Senai reforça o que tem sido constatado por entidades empresariais e por organizações não governamentais do setor educacional. Ou seja, que o problema da má qualidade do sistema de ensino brasileiro não está na escassez de recursos, mas, sim, na falta de gestão e de planejamento. Se esse gargalo não for superado, o Brasil corre o risco de ficar fora das cadeias globais da produção – advertem, com razão, essas entidades.

From Estadão online

[ Modificado: segunda, 10 Fev 2020, 19:28 ]
 
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De acordo com dados apresentados na revista Forbes, o mercado de elearning nos EUA irá bater a incrível marca de $325 bilhões de dólares até 2025. 

Então, por que o mercado de elearning nos EUA é tão forte e consolidado? E por que o Brasil continua abaixo do seu real potencial?

Foi exatamente isso que fez partimos para descobrir nessa matéria. Um mercado BILIONÁRIO, mas que por enquanto, ainda não faz sombra do que já acontece nos EUA, mesmo que a maioria dos empresários já reconhecem o poder da internet para os seus negócios. Mas ao mesmo tempo, a grande maioria dos donos de negócios confessam que ainda se sentem perdidos quando o assunto é gerar negócios usando a internet.


Segundo Natanael Oliveira, CEO da Marketing Com Digital e Make Sales Daily Corp, mesmo aqueles que dominam as ferramentas do mundo digital e as mídias sociais, ainda sofrem tentando transformar likes em vendas, comentários em faturamento e compartilhamentos em dinheiro no bolso. Além disso, ele acrescenta que quando o assunto é usar todo o potencial do elearning , a situação fica um pouco mais complicada.

“Falta uma ÚNICA coisa acontecer para que o Brasil viva o mesmo BOOM de crescimento no mundo do elearning. E eu não estou falando de simplesmente “mais alunos”, estou falando de entrarmos na categoria de um mercado bilionário (principalmente quando o assunto for lucratividade do ramo), afirma Oliveira.

O mercado de elearning no Brasil já passou da casa dos 1,5 milhões de alunos, sendo que a maioria dos dados apurados levam em consideração somente instituições de educação no nível técnico e acadêmico (Cursos supletivos, graduações, pós-graduações), ou seja, os números podem ser ainda maires se forem acrescentados plataformas online e corporativas.

Nesse sentido, Natanael Oliveira aponta 2 grandes oportunidades:

A primeira, é que o mundo do elearning ainda está muito relacionado as faculdades, basicamente, opções online para quem não pode se locomover ou mora em regiões mais distantes. A grande oportunidade que ainda está aberta é um novo olhar para o elearning como modelo de negócios, mais propriamente como um novo tipo de negócio. 

Por exemplo, uma empresa que vende brinquedos para crianças (ecommerce), na  qual poderia criar uma nova fonte de lucro (nova empresa), com cursos para os pais que querem aprender como ajudar no desenvolvimento dos seus filhos, ou seja, uma combinação perfeita que já acontece nos EUA em diversos ramos. Outro exemplo são cursos que falam sobre como ganhar dinheiro como maquiador profissional, criados por empresas que tem ecommerce de cosméticos. Existem ainda aqueles que criam sua própria plataforma de educação online e simplesmente compartilham o seu conhecimento e experiência, empacotado em cursos online. Somente quando os empreendedores dos mais diversos ramos de atuação, começarem a enxergar o elearning como uma plataforma de LUCRO à distância, o Brasil avançará para o próximo nível. 

A segunda seria o elearning para quem quer resultados e não apenas um certificado. O começo do elearning foi muito marcado pela chance de disseminar as oportunidades para uma educação de altíssimo nível por um custo baixíssimo, mas apresentou um problema: o engajamento no elearning, principalmente para os cursos gratuitos, nunca foi um dos pontos fortes. Um outro problema, ainda mais grave, e o que gera muitas críticas ao modelo, é a qualidade dos alunos formados pelo ensino à distancia. Mas temos que entender que existem aqueles alunos que buscam o certificado de conclusão, aqueles que querem melhorar o currículo e ainda aqueles que buscam crescer na carreira ou avançar nos negócios. Foi nesse contexto que surgiram empresas voltadas para o desenvolvimento profissional ou desenvolvimento de empresas (um dos grandes nichos do elearning). Por exemplo, o site Lynda.com, empresa foi comprada pelo LinkedIn por 1.5 bilhões. E hoje os cursos são disponibilizados para os usuários premium da rede social. 

From Exame online

[ Modificado: terça, 14 Jan 2020, 18:00 ]
 
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O "primeiro ranking de educação a distância do Brasil", é calculado com base em quatro indicadores

Se o crescimento no número de estudantes do ensino superior particular que optam pelo ensino a distância continuar no ritmo que está, em 2023, eles vão superar os alunos de cursos presenciais de instituições privadas, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES).


A cada cinco estudantes de ensino superior no Brasil, um utiliza a modalidade a distância. Dados do Censo Superior, divulgado pelo Inep, indicam que 1,8 milhão de universitários estão na EAD. O ensino superior tem 8,3 milhões, segundo último Censo, divulgado ano passado.


Mas ao contrário dos cursos presenciais, os cursos a distância não são contemplados, com a mesma atenção, pelos rankings de faculdades. Uma iniciativa em parceria entre o Canvas, a Rede Rankintacs, a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e o Grupo Gestão RH traz uma classificação inédita que mira exclusivamente educação a distância.


O EAD Ranking, que é apresentado como o “primeiro ranking de educação a distância do Brasil”, é calculado com base em quatro indicadores: avaliação de tutores e coordenadores de cursos (40% da pontuação), popularidade entre empregadores (20% da pontuação),efetividade dos recursos tecnológicos oferecidos pelo curso (20% da pontuação), quantidade de alunos por tutor (20%).


Foram avaliados, 200 cursos, em diversos níveis (regulares, graduação ou pós) e áreas de interesse. A maior pontuação ficou com uma pós na FECAP de São Paulo. Confira:


Ranking Curso Instituição Estado
1 Pós Graduação em Gestão Pública,
ênfase em Auditoria e Controladoria
FAAP SP
2 Assistente Administrativo Senai RJ
3 Pós Graduação em Produção de Grãos Rehagro MG
4 Letras Português UNINASSAU PE
5 Gerenciamento de Projetos PUC Minas Virtual MG
6 Licenciatura em Letras Português UNINASSAU PE
7 Letras Inglês UNIVERITAS RJ
8 Gestão de Pessoas PUC Minas Virtual MG
9 Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Faculdade Católica Paulista SP
10 Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciai Universidade São Francisco SP

From Exame online

[ Modificado: segunda, 9 Set 2019, 11:41 ]
 
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Capacitarse es una demanda de todas las profesiones: siempre quedan contenidos por aprender, surgen novedades que exigen actualizarse, se arrastran “baches” de la carrera... Pero entre las exigencias laborales y las familiares, muchas veces falta tiempo. La excusa vale cada vez menos: de la mano de Internet, la educación a distancia crece y ofrece a más personas la posibilidad de estudiar. A esta nueva tendencia se sumó Diario Judicial, una institución que brinda cursos de actualización para abogados. 


“Empezamos con educación a distancia en 2003. En ese momento era algo novedoso, y fue una apuesta arriesgada, porque había bastantes dificultades de conexión; muchos de nuestros alumnos tenían dial up (conexión telefónica)” , cuenta Analía Zygier, directora de Diario Judicial. “El disparador fue que nuestros cursos tenían mucha demanda en el interior del país: nos costaba llegar a esos alumnos. Nuestros profesores viajaron a algunas localidades, pero finalmente decidimos iniciar la modalidad a distancia” , dice Zygier. 


La expansión del acceso a la Web y el aumento de la velocidad de conexión son dos de los factores que explican el crecimiento de la educación a distancia, también conocida como e-learning (aprendizaje electrónico). Hoy más del 80% de los institutos terciarios y universitarios de la Argentina ofrecen la posibilidad de estudiar de esta manera. Una de las iniciativas más masivas en el país es UBA XXI, el programa que permite cursar algunas materias del Ciclo Básico Común sin asistir a las clases: por sus aulas ya pasaron alrededor de 500 mil estudiantes. 


En los últimos diez años, los recelos que antes inspiraba esta modalidad se han ido disipando. “Cuando arrancamos, teníamos alumnos que no sabían ni usar la PC. Nos llamaban por teléfono para preguntarnos por el antivirus. Hoy hay mucho menos resistencia ”, explica Zygier. También los profesores se resisten menos. Trabajar en esta modalidad les exige capacitarse en el uso de las herramientas tecnológicas. Y adoptar algunos hábitos: en Diario Judicial, por ejemplo, les piden que no dejen pasar más de 24 horas sin responder los mails de los estudiantes. 


Las herramientas que se utilizan con más frecuencia en este tipo de propuestas son los contenidos multimedia (documentos, material bibliográfico, presentaciones, audios, videos, guías de estudio), las videoconferencias (que se pautan previamente con los alumnos y permiten dar clases en tiempo real, en formato streaming) y los foros (plataformas de debate entre docentes y alumnos, y de los alumnos entre sí). Todo esto se centraliza en un campus virtual, aunque las comunicaciones también llegan a los correos de los estudiantes, para que puedan enterarse de las novedades desde allí. 


Según Zygier, cada vez más alumnos eligen estudiar a distancia: “Es gente que prioriza la libertad de saber que puede avanzar con sus cursos en cualquier momento del día, cuando tienen un rato libre en sus casas o en la oficina. El e-learning permite no solo ahorrar tiempo, sino también evitar los contratiempos que suele implicar irse al centro para cursar”. 


El mayor desafío que enfrenta esta modalidad es, sin duda, la altísima deserción. Estudiar a distancia exige autodisciplina y perseverancia: el alumno tiene el control absoluto de su aprendizaje, y no cuenta con el estímulo de compartir una rutina cotidiana con sus compañeros. En Diario Judicial aseguran que, para combatir este problema, la clave es el seguimiento cercano de cada uno de los estudiantes. Zygier describe: “El campus nos permite saber cuando un alumno lleva mucho tiempo sin conectarse. En esos casos, nos comunicamos con él para saber qué le está pasando. Es fundamental que los estudiantes sepan que la institución los acompaña y que tengan dónde plantear sus inquietudes”.Y concluye: “Lo importante es que esta modalidad no sea un obstáculo sino un aliciente para estudiar”.


From Clarín

 
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Não é novidade que o elearning cresce a passos largos em todos mundo. Nos Estados Unidos, o mercado alcançará a incrível marca de $325 bilhões de dólares até 2025, segundo a Revista Forbes. No Brasil, apesar do mercado ainda engatinhar perto dos norte-americanos, o crescimento não deixa de ser exponencial. De acordo com a Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), 2017 registrou um número recorde de matriculados: 7.773.828. 



Seguindo os princípios econômicos básicos, com o aumento da demanda, a oferta de cursos também bate recordes. As instituições mais renomadas entraram de cabeça no mercado de elearning e já apostam suas fichas em pós-graduações e MBAs. 


No mercado odontológico, ainda não é possível a graduação a distância por questões óbvias. No entanto cursos de atualização já chegam ao mercado com grande sucesso. Os dentistas parecem ter se adaptado muito bem à mudança na forma de aprendizado. “O cirurgião-dentista é um profissional técnico e extremamente minimalista. O elearning permite a absorção do conteúdo com mais calma e total atenção aos detalhes. Acredito que por isso a adaptação foi tão rápida”, conta Ricardo Novack, empresário e sócio do SucessOdonto, um dos cursos pioneiros em elearning para a área de gestão e marketing na Odontologia. 


Com a popularização da educação a distância, cursos técnicos de atualização também chegaram ao mercado. Hoje é possível encontrar vários cursos técnicos odontológicos já no formato elearning e as instituições de ensino têm apostado cada dia mais em recursos audiovisuais que permitam a experiência completa do aluno. “Considero o formato elearning até superior ao presencial em muitos casos. Nele o aluno possui comodidade de assistir os cursos de onde quiser, no melhor horário e, mais que isso, eles podem rever o conteúdo, o que possibilita maior absorção dos ensinamentos”, acrescenta Novack.



From Exame online

[ Modificado: terça, 14 Mai 2019, 10:19 ]
 
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Embora o nome em inglês possa causar alguma confusão, elearning para as empresas é apenas uma nova forma de se referir ao já familiar, T&D, só que numa versão modernizada e conectada à internet.


Por se encaixar com o perfil dos nativos digitais, o elearning tem ganhado a disputa com treinamentos presenciais por inúmeros motivos. Dentre eles, listamos os 5 que se sobressaem.


1. Economia - especialmente para empresas com múltiplas sedes, um treinamento online pode sair até 70% mais barato do que a modalidade presencial. Isso acontece porque não há gastos com deslocamento de instrutores, alocação de sala, coffee break, decoração de ambiente e instalação de áudio e vídeo.


2. Melhor controle do tempo - com o elearning, o colaborador pode gerenciar seu tempo da forma que achar melhor. Ao encaixar o curso em seu horário de trabalho de forma, ele fará o possível para que sua produtividade não seja prejudicada. Ao optar por assistir às aulas e ler o material nos horários em que tem menor rendimento, e focar nos momentos de pico, o aprendizado vai além do conteúdo programático. Chega também ao autoconhecimento e gestão do seu próprio tempo.


3. Interatividade e confidencialidade -  em grandes treinamentos presenciais, pode haver algum constrangimento que impeça alguém de tirar dúvidas. Com o auxílio da plataforma online, o aluno pode escolher fazer perguntas diretamente ao instrutor, de forma privada, ou em fóruns de discussão, de forma pública.


4. Gestão do conhecimento e métricas no elearning -  no mundo corporativo, há um jargão que diz “Você só consegue melhorar aquilo que consegue medir”. Com o elearning, é possível pensar em mais possibilidades de métricas. É possível medir a assiduidade nos cursos online e a assertividade dos conteúdos com alguns testes. Além disso, pode-se usar essas informações para entender como melhorar os próximos cursos.


5. Engajamento, possibilidade de pesquisa e complemento do material em tempo real -  uma das coisas mais interessantes e, naturais de quem estuda pela internet é a possibilidade de pesquisar em tempo real. Enquanto na plataforma, o aluno consegue pesquisar para participar melhor da aula ou formular melhor as perguntas para tirar as dúvidas.



From Business Education

[ Modificado: segunda, 29 Abr 2019, 14:18 ]
 
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Mas como se pode encontrar o equilíbrio certo do uso da tecnologia na educação? Esse foi um dos tópicos abordados hoje por Jim Knight, chefe de educação na TES Global, plataforma britânica para capacitação e desenvolvimento de professores, e ex-ministro da educação e do emprego do Reino Unido. Ele participou do primeiro dia de Brazil at Silicon Valley, conferência que debate os desafios para a inovação no Brasil na Universidade de Stanford.


Para ele, a introdução da tecnologia ao ambiente educacional se fez de maneira errada, negando aos professores o uso desses recursos dentro da sala e incentivando fora dela a utilização desenfreada de dispositivos. “Se eu saio de casa sem minha caneta, não muda muito. Mas se eu esqueço o telefone, é um desastre. E não conseguimos refletir isso de forma benéfica no ensino, usando a tecnologia de forma inteligente para criar valor”, apontou, no painel em que dialogou com Iona Szkurnik, uma das conselheiras do evento e membro do conselho de alunos da Escola de Educação de Stanford.


Knight afirma que faltam estratégias para colocar as melhores tecnologias à disposição do professor, o que acaba tornando-os reféns de métodos tradicionais. Enquanto isso, alunos em universidades estão o tempo todo olhando seus celulares. “Para os professores, a importância de ter essas ferramentas nas mãos é extraordinária, mas muitos deles estão assustados porque não foram treinados em relação a isso. É uma grande falha que precisa ser revertida, tanto nas escolas quanto nos sindicatos de professores”, opina.


O britânico comentou experiências frustradas que ele próprio teve em ONGs que visavam usar ferramentas tecnológicas para ensinar crianças. E disse que, da mesma forma que é preciso ambientar os professores aos recursos, se faz necessário um cuidado maior com o nível de acesso que as crianças têm hoje a qualquer tecnologia.


Para Jim Knight, foi o tempo em que, na relação entre universidades e empresas, interessava a essas últimas simplesmente atrair os melhores alunos das mais graduadas instituições para seus quadros. Hoje, além de competência técnica, a sociedade e as companhias requerem também um olhar criativo e diverso sobre seus jovens profissionais – mas as universidades vêm falhando em proporcionar isso.


Ainda segundo ele, existe uma mudança a respeito do que os empregadores procuram em termos de talento. Costumava se contratar apenas os melhores graduandos das melhores escolas, pagando uma fortuna a eles, e não se entendia é que preciso ter diversidade para trazer a inovação. Agora estamos vendo isso mudar, mas no meu país, assim como Estados Unidos, não se consegue responder a esse desafio”


"Não podemos ficar descartando as pessoas porque elas não passaram em uma prova. Precisamos trazer talento nato, em sistemas que valorizem técnicas e também valores humanos”, Segundo ele, já é possível ver mudanças nesse sentido acontecendo em países como Singapura e Finlândia, que já costumavam estra na vanguarda da educação. O que se faz nesses países, diz Jim Knight, é incentivar o ensino criativo – o que implica não apenas apresentar respostas definitivas, mas assumir que mais importante do que elas, são as perguntas que devem ser feitas.


Nesses países se percebeu que esse paradigma educacional de técnica e contabilidade não funciona, só faz com que nos afastemos de um bom resultado. E que precisamos pensar de forma mais profunda, ter mais de inteligência colaborativa.


From ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE

 
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Cerca de 18 mil novas vagas de emprego devem ser geradas pelos restaurantes do McDonald's no Brasil em 2019. Otimista com a recuperação do consumo, o presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, Paulo Camargo, afirma que a meta é atingir o maior ritmo de expansão da rede desde o início da crise econômica brasileira.


Para o McDonald’s, o treinamento de seus funcionários é levado muito a sério. Todas as pessoas que entram na empresa passam pelo menos uma vez por todas as tarefas em um restaurante e até o presidente aprende a montar um Big Mac.


Como parte de seus objetivos, o McDonald's disponibilizará seus módulos de treinamento FRED e Campus Virtual para novos franqueados, cuja grande maioria abrirá na China. Rob Lauber, CLO do McDonalds, diz que os donos de franquias ainda seriam responsáveis ​​por treinar seus próprios funcionários.


Os módulos de treinamento são breves e fáceis de entender, combinando experiência prática com aprendizado virtual que imita o ambiente de um típico trabalhador de fast food. Os proprietários de franquias também podem acompanhar o progresso dos trabalhadores durante o treinamento.


Além disso, com a mudança de processos internos e até de gerações, a rede de fast food precisou adaptar o método de aprendizagem dos funcionários. O tablet entrou em cena para ajudar a assimilar melhor cada etapa do processo. Em uso há três meses, a tecnologia cortou pela metade o tempo total de treinamento.


O aparelho traz vídeos e jogos em que o funcionário deve montar o hambúrguer perfeito, indicando ao final onde ele acertou ou errou. Só depois de acertar a preparação virtual é que ele irá para a chapa.


“Dessa forma, atraímos o funcionário da nova geração, que costuma aprender com tutoriais no YouTube”, afirmou Camila Neris, gerente de treinamento, durante o evento Portas Abertas.


O treinamento dura de 8 a 19 semanas, dependendo se o restaurante possui McCafé ou DriveThru, o que aumenta o tempo. 


A inclusão do tablet não é a única mudança digital feita na companhia. A rede pretende incluir totens de atendimento automático ou a possibilidade de fazer pedidos pelo celular no ano que vem, afirmou Paulo Camargo, presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, empresa que opera os restaurantes McDonald’s em toda a América Latina. 


From Exame online

[ Modificado: terça, 9 Abr 2019, 13:37 ]
 
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O advento da internet e os avanços na área da tecnologia trouxeram muitas mudanças para a área do conhecimento. O acesso à informação se tornou mais simples e prático, além de facilitar o intercâmbio, entre outras culturas e países, de aprendizados. 


A tendência é observada nos últimos dados do Censo, que apontam que, entre 2016 e 2017, o número de estudantes matriculados na graduação a distância no Brasil cresceu 17,6%, chegando a quase 1,8 milhão de estudantes em 2017. No ano passado, depois da publicação do decreto que regulamenta a modalidade, o número de polos de ensino a distância (EAD) autorizados no país cresceu 133% e chegou a 15.394, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Antes da regra, eram 6.583, resultado da capilarização do EAD no país. 


Não é só no número de matrículas do ensino superior que este aumento foi percebido. Uma pesquisa do Conectaí Express, uma iniciativa do IBOPE, realizada em junho de 2017 com 2000 internautas, mostrou que 56% já realizaram cursos livres.


O Censo de 2017/2018 da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), destacou que como a maioria dos matriculados em cursos a distância trabalha e estuda, a modalidade reflete o esforço para a constante atualização profissional, mesmo em face de desafios. 


O coach Felipe Marx, CEO da Super Boss Inteligência Socioemocional e coach facilitador da Alta Performance Pessoal, sustenta que mais pessoas estão buscando treinamentos pessoais. 


O próprio profissional revela ter adquirido conhecimento com especialistas de outros países sem nem precisar ter saído de casa. Em 2013, ele observou a nova tendência e criou um canal numa plataforma de vídeos para compartilhar conhecimento sobre nossos aspectos emocionais, mentais, físicos e espirituais. Seis anos depois, ele já ajudou mais de 550 mil brasileiros pelas redes sociais e treinou cerca de 10 mil alunos.


De acordo com Felipe, “são inúmeras as vantagens de um curso online, o internauta pode escolher quando e onde vai assistir às aulas, não precisa se deslocar, os custos são reduzidos, ele pode interromper a aula e voltar a assistir a qualquer momento e o material pode ser consultado a quando ele quiser”


From Exame online

 
businesseducation
por Business Education - segunda, 18 Mar 2019, 17:58
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Anos atrás, a Forbes escreveu um artigo na qual falava que a Adidas sempre se dedicou intensamente no aprendizado, mas usava métodos tradicionais para treinar todos os funcionários.


Pois bem, nos últimos dois anos a empresa criou a Adidas Group Learning Campus e mudou o formato de aprendizado para um misto que fornece elementos interativos, sociais e de multimídia. Desta forma, o aprendizado passou a ser "leve, desejável e divertido".


O objetivo da empresa agora é fazer com que todos atinjam o seu melhor, por meio de uma grande variedade de oportunidades de aprendizado e desenvolvimento com a meta de ajudá-los a desenvolver suas habilidades, seus pontos fortes e de superar os seus desafios diários. Assim, ela espera, combinar as aspirações específicas de seus funcionários com as necessidades da organização. 


O aprendizado digital oferecido pela Adidas cria módulos baseados em tópicos específicos para que os funcionários possam decidir o caminho a ser percorrido. Esses módulos oferecem desde blogs, fóruns, animações até vídeos. 


A filosofia de aprendizado e implementação da empresa incluem:

. Engajamento dos líderes da empresa no processo de aprendizagem; 

. Elementos de aprendizagem em todas as interações com funcionários; 

. Compromisso, engajamento e desempenho intrinsecamente ligados ao processo de aprendizado e desenvolvimento; 

. Medição do envolvimento dos funcionários com base numa pesquisa de satisfação a cada três anos. 


Além disso, a Adidas estabeleceu cinco princípios gerais que estão interligados com a forma de aprendizado e treinamento dos seus funcionários. Observe abaixo. 

. Trabalhar é aprender a aprender com que está funcionando;

. Estabelecer uma meta para criar um ambiente de aprendizado social e aberto, com colaboração e senso de conexão; 

. A liderança deve compartilhar, ensinar e aprender; 

. A inovação deve fazer parte do processo de trabalho diário de todos na organização; 

. A cultura da Adidas deve ser autodirigida e focada na aprendizagem ao longo da vida, ou seja, todo funcionário é responsável por sua carreira e desenvolvimento pessoal.

 

A Adidas conta com mais de 50.000 funcionários espalhados pelo mundo e entende que cabe a eles escolher o que aprender, quando e onde. Não se espera que os funcionários aprendam sozinhos, mas que ensinem sempre que possível e permaneçam focados em networking e colaboração. 



From Adidas Group Blog