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De olho nas mudanças no mercado, as empresas têm se reinventado e compreendido que os colaboradores são muito mais do que pessoas que trabalham em seus respectivos setores, eles são peças-chave para o crescimento e adaptação da corporação na constante transformação mercadológica.


Há diferentes métodos de incentivar o aprimoramento da equipe, como a Universidade Corporativa, que vem despertando cada vez mais o mais interesse do meio corporativo. O tema reuniu gestores de grandes empresas na última semana, na Amcham Curitiba, para o Comitê de Treinamentos com o Coordenador de Aprendizagem e Desenvolvimento do grupo Accor na América do Sul, Sergio Labate. O grupo criou a primeira Universidade Corporativa no ramo de hospitalidade do mundo.

De acordo Labate, a Universidade Corporativa é uma área estratégica de uma empresa dedicada à gestão do conhecimento, desenvolvimento dos colaboradores e manutenção da cultura de uma organização. Para que a UC funcione, alguns pontos devem ser vistos como essenciais. Primeiro, a UC precisa estar alinhada com a estratégia da empresa, do contrário não haverá percepção de valor em suas ações, tanto por parte do empresário como dos colaboradores. Segundo, a empresa precisa entender também que o conhecimento está nas pessoas e não na organização. Desta forma, a UC passa a ser fundamental para a sobrevivência e progresso da empresa garantindo amplo acesso ao conhecimento.

Por fim, Labate afirma que empresas de sucesso são aquelas que investem na educação, qualificação e permanente capacitação de sua força de trabalho, tanto no âmbito técnico-operacional, quanto em habilidades de liderança.

From Paranahop
[ Modificado: quarta, 4 Mar 2020, 15:58 ]
 
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Trata-se de uma iniciativa que ganha força no mundo, graças aos avanços tecnológicos que vêm transformando o dia a dia de profissionais de várias áreas, que passam a contar com equipamentos, ferramentas ou até parceiros de trabalho controlados por softwares.


Sintonizadas com tais ideias, instituições do País oferecem cursos para profissionais de fora da computação se familiarizarem com os códigos que regem as tecnologias à sua volta. Desde 2013, a Fundação Getulio Vargas (FGV) ensina programação nas graduações de Direito, o que gerou frutos. Das suas salas, saíram fundadores de law techs como NetLex, de gestão de documentos em escritórios de advocacia e setores jurídicos de empresas, e Acordo Fechado, plataforma de negociações e conciliações.

Em 2019, a instituição criou o curso de curta duração Lawtechs: Programação para Advogados e Empreendedores, para advogados, juízes e outros profissionais do ramo. “Ele capacita alunos de Direito na linguagem Python para o desenvolvimento de programas de computador. Um exemplo de exercício é a montagem automatizada de partes de um contrato”, explica Ivar Hartmann, co-coordenador do curso, com 60 horas de duração.

A experiência em mesclar tecnologia com legislação culminou na criação de uma pós-graduação que abrirá sua primeira turma em 2020: a Latin Legum Magister - LL.M em Direito: Inovação e Tecnologia. Além de abordar os fundamentos de programação, o curso de 360 horas incluirá temas tecnológicos, como direito para startups e crimes virtuais.

Bisturi e código

Na unidade de ensino do Hospital Albert Einstein, o curso de atualização Big Data, Analytics e Inteligência Artificial para Lideranças na Saúde aproxima médicos e gestores hospitalares de gadgets, cada vez mais presentes em hospitais, clínicas e consultórios. “Saber programar dá mais autonomia na análise de dados, é uma competência do profissional do futuro”, diz Andrea Thome Suman, coordenadora do curso. “Ele pode, por exemplo, ser um ‘tradutor’ entre cientistas de dados e profissionais de saúde.”

“A maioria das pessoas, quando vê uma tela preta com códigos, pensa que é algo de outro mundo. Mas programação é só uma linguagem como as outras. Tem suas complexidades, porém o básico não é difícil de aprender. Os nossos alunos conseguem pôr um site básico na internet, programado por eles mesmos, em poucas horas”, diz Ramon Bez, fundador da escola Growth Hack.

O curso é feito de forma remota, com monitoria diária. A proposta é auxiliar na criação de sites e aplicativos, além de entender recursos pedidos por clientes, como chatbots de atendimento ao público. 

E há demanda por programadores no País. “O crescimento exponencial na oferta de empregos na área de tecnologia levou a uma carência de profissionais com essas competências. São milhares de vagas abertas sem mão de obra qualificada”, afirma Richard Vasconcelos, empresário na área de tecnologia.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2024 a demanda por profissionais de tecnologia será de 70 mil ao ano - hoje, 46 mil pessoas com perfil tecnológico são formadas anualmente no País. 

Funções e salários na programação

- Especialista/cientista de dados: Lida com organização de dados, levando a novas aplicações. Entre R$ 13,1 mil e R$ 26,7 mil.

- Desenvolvedor full-stack sênior: Atua com programação e outras tecnologias do sistema. De R$ 8,1 mil e R$ 16,5 mil.

- Desenvolvedor mobile sênior: Cria softwares e recursos para dispositivos móveis. Entre R$ 7,7 mil e R$ 15.750.

- Desenvolvedor back-end pleno: Trabalha com a programação de servidores. De R$ 4.650 a R$ 9.432.

From Estadão online

[ Modificado: quarta, 4 Mar 2020, 15:56 ]
 
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E ampliam a carreira dos professores.

Muitos profissionais que atuam dando aulas particulares estão pensando em estratégias para manter os antigos alunos e fazer novos, o que ficou mais fácil com as plataformas digitais de ensino.

Assim como os aplicativos de transporte ligaram os motoristas aos passageiros, empresas de plataforma de ensino estão conectando os professores particulares, tutores e monitores a alunos, como o Superprof, TutorMundi, Corujito, Beved e Profes, e impulsionando esse mercado.


De acordo com o último censo realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), o Brasil tem 2,5 milhões de professores. A maior parte atua com educação básica - pouco mais de dois milhões -, enquanto cerca de 350 mil trabalham no ensino superior. Em comum, todos enfrentam os desafios de educar em um cenário cada vez mais diversificado, impactado por novas tecnologias e processos de inclusão.

Focamos em universitários de graduação e pós-graduação e recém formados. Aplicamos uma prova e, caso o aluno seja aprovado, fazemos um treinamento. Os tutores podem ganhar de R$ 5 a R$ 50 a hora aula, explica Raphael Rocha Coelho, fundador do TutorMundi, que hoje tem mais de dois mil tutores.

Alguns sites permitem também agendamento de aulas e, no geral, as plataformas dão espaço para os alunos avaliarem os professores. Os melhores avaliados têm mais alunos e ganham melhor. É uma maneira de estar empregado o ano todo.

From Extra.Globo

 
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Tecnologia, comunicação eficaz e novos processos educacionais são ferramentas para trabalhar a diversidade dentro da escola.

A sala de aula mudou: metodologias ativas, conteúdos multidisciplinares e temas contemporâneos dividem espaço com o conteúdo tradicional.

A tecnologia se tornou uma grande aliada dos processos educacionais, demandando novas formas de pensar a abordagem do ensino. Quem explica é a professora doutora Raquel Glitz Kowalski, coordenadora do curso de pós-graduação em Design Educacional da PUCPR: “há dois enfoques na nossa formação: o primeiro é o conhecimento e o estudo da complexidade que é a educação hoje, a segunda é o uso da tecnologia em sala de aula, para preparar material didático”, diz.


FOTO: PUCPR

De acordo com o último censo realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), o Brasil tem 2,5 milhões de professores. A maior parte atua com educação básica - pouco mais de dois milhões -, enquanto cerca de 350 mil trabalham no ensino superior. Em comum, todos enfrentam os desafios de educar em um cenário cada vez mais diversificado, impactado por novas tecnologias e processos de inclusão.

Um estudo realizado pelo BID em 2017 revelou que 55% dos professores de escolas públicas utilizam tecnologia digital em sala de aula, e que para 94% deles, as ferramentas digitais auxiliam a incorporar novos métodos de trabalho. Um ponto essencial para transmitir conteúdos de forma inclusiva, num país onde a diversidade está cada vez mais presente nos ambientes educacionais. “Não há mais um modelo de escola de aluno padronizado, em que todo mundo aprende do mesmo jeito, forma e ritmo. Trabalhamos com a ideia de que as pessoas são diferentes. É necessário compreender os processos cognitivos, sociais e emocionais para que todos aprendam e se desenvolvam com qualidade”, analisa a professora doutora Mirian Célia Castellain Guebert, coordenadora do curso de especialização em Educação inclusiva com ênfase na comunicação alternativa da PUCPR.

O levantamento do BID ainda identificou que 34% dos professores percebem que a tecnologia aumenta a motivação dos alunos no processo de aprendizagem, enquanto 11% acreditam que desenhar processos educacionais modernos melhora o desempenho escolar. Para manter esse ritmo, é essencial que os docentes invistam em formação continuada para suas próprias carreiras. “Quais são os recursos, estratégias e metodologias necessários para atender melhor os alunos? É fundamental pensar na inclusão como uma concepção de todo o processo de ensino. Há um grande leque de pessoas nesse conceito: PcDs, imigrantes, refugiados, indígenas, EJA. Quando temos um recurso que facilita a comunicação, temos respostas para a aprendizagem eficaz em qualquer sala de aula”, detalha Mirian.

Além das mudanças na escola e do pensamento voltado à inclusão, quem trabalha com educação também precisa se preparar para atuar em modalidades cada vez mais amplas, como educação a distância e ensino híbrido. É um momento de disrupção na escola. 

From G1

 
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Nas primeiras 24 horas no ar, mais de 1,2 mil pessoas se inscreveram nos cursos online do STF Educa,

projeto do Supremo Tribunal Federal em parceria com o Conselho Nacional de Justiça. Já são 3,6 mil inscritos em menos de uma semana.

O Ensino a Distância (EaD) tem atraído estudantes por todo o Brasil. A modalidade ganhou força no cenário educacional e conquista espaço nas instituições de ensino superior, atentas a novas modalidades de ensino.


Disponíveis na plataforma EaD do CNJ, as atividades são gratuitas e abertas a toda a sociedade. A maioria dos interessados optou pelo curso “Introdução ao Direito Constitucional e ao Controle de Constitucionalidade”, com 2 mil inscritos. 

Em segundo lugar na preferência, até o momento, está o curso de “Atualização Gramatical” (1,4 mil inscritos), seguido pelo curso “Quando nasce um pai: orientações básicas sobre paternidade responsável” (168 inscritos). A ideia é que a oferta ocorra em ciclos de dois meses, como neste primeiro, que vai de fevereiro a março. Para o segundo ciclo, a ser iniciado em abril, já estão previstos mais dois cursos, além dos atualmente disponíveis.

From Conjur


 
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Dos 3,4 milhões de estudantes que ingressaram em cursos de graduação em 2018, 1,4 milhão (40%) optaram por cursos EaD.

Com horários flexíveis e mensalidades mais atrativas, o EaD se tornou a preferência de muitos estudantes brasileiros.

O Ensino a Distância (EaD) tem atraído estudantes por todo o Brasil. A modalidade ganhou força no cenário educacional e conquista espaço nas instituições de ensino superior, atentas a novas modalidades de ensino.

Segundo Giovana Punhagui, gerente executiva de Educação do Sistema Fiep, o diferencial do EaD é justamente a opção de fazer um curso em qualquer lugar onde você estiver, com a flexibilidade que você precisa, diante das necessidades que você tem no seu dia a dia.

From Tribuna do Vale


[ Modificado: quarta, 12 Fev 2020, 15:26 ]
 
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De acordo com dados apresentados na revista Forbes, o mercado de elearning nos EUA irá bater a incrível marca de $325 bilhões de dólares até 2025. 

Então, por que o mercado de elearning nos EUA é tão forte e consolidado? E por que o Brasil continua abaixo do seu real potencial?

Foi exatamente isso que fez partimos para descobrir nessa matéria. Um mercado BILIONÁRIO, mas que por enquanto, ainda não faz sombra do que já acontece nos EUA, mesmo que a maioria dos empresários já reconhecem o poder da internet para os seus negócios. Mas ao mesmo tempo, a grande maioria dos donos de negócios confessam que ainda se sentem perdidos quando o assunto é gerar negócios usando a internet.


Segundo Natanael Oliveira, CEO da Marketing Com Digital e Make Sales Daily Corp, mesmo aqueles que dominam as ferramentas do mundo digital e as mídias sociais, ainda sofrem tentando transformar likes em vendas, comentários em faturamento e compartilhamentos em dinheiro no bolso. Além disso, ele acrescenta que quando o assunto é usar todo o potencial do elearning , a situação fica um pouco mais complicada.

“Falta uma ÚNICA coisa acontecer para que o Brasil viva o mesmo BOOM de crescimento no mundo do elearning. E eu não estou falando de simplesmente “mais alunos”, estou falando de entrarmos na categoria de um mercado bilionário (principalmente quando o assunto for lucratividade do ramo), afirma Oliveira.

O mercado de elearning no Brasil já passou da casa dos 1,5 milhões de alunos, sendo que a maioria dos dados apurados levam em consideração somente instituições de educação no nível técnico e acadêmico (Cursos supletivos, graduações, pós-graduações), ou seja, os números podem ser ainda maires se forem acrescentados plataformas online e corporativas.

Nesse sentido, Natanael Oliveira aponta 2 grandes oportunidades:

A primeira, é que o mundo do elearning ainda está muito relacionado as faculdades, basicamente, opções online para quem não pode se locomover ou mora em regiões mais distantes. A grande oportunidade que ainda está aberta é um novo olhar para o elearning como modelo de negócios, mais propriamente como um novo tipo de negócio. 

Por exemplo, uma empresa que vende brinquedos para crianças (ecommerce), na  qual poderia criar uma nova fonte de lucro (nova empresa), com cursos para os pais que querem aprender como ajudar no desenvolvimento dos seus filhos, ou seja, uma combinação perfeita que já acontece nos EUA em diversos ramos. Outro exemplo são cursos que falam sobre como ganhar dinheiro como maquiador profissional, criados por empresas que tem ecommerce de cosméticos. Existem ainda aqueles que criam sua própria plataforma de educação online e simplesmente compartilham o seu conhecimento e experiência, empacotado em cursos online. Somente quando os empreendedores dos mais diversos ramos de atuação, começarem a enxergar o elearning como uma plataforma de LUCRO à distância, o Brasil avançará para o próximo nível. 

A segunda seria o elearning para quem quer resultados e não apenas um certificado. O começo do elearning foi muito marcado pela chance de disseminar as oportunidades para uma educação de altíssimo nível por um custo baixíssimo, mas apresentou um problema: o engajamento no elearning, principalmente para os cursos gratuitos, nunca foi um dos pontos fortes. Um outro problema, ainda mais grave, e o que gera muitas críticas ao modelo, é a qualidade dos alunos formados pelo ensino à distancia. Mas temos que entender que existem aqueles alunos que buscam o certificado de conclusão, aqueles que querem melhorar o currículo e ainda aqueles que buscam crescer na carreira ou avançar nos negócios. Foi nesse contexto que surgiram empresas voltadas para o desenvolvimento profissional ou desenvolvimento de empresas (um dos grandes nichos do elearning). Por exemplo, o site Lynda.com, empresa foi comprada pelo LinkedIn por 1.5 bilhões. E hoje os cursos são disponibilizados para os usuários premium da rede social. 

From Exame online

[ Modificado: terça, 14 Jan 2020, 18:00 ]
 
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O "primeiro ranking de educação a distância do Brasil", é calculado com base em quatro indicadores

Se o crescimento no número de estudantes do ensino superior particular que optam pelo ensino a distância continuar no ritmo que está, em 2023, eles vão superar os alunos de cursos presenciais de instituições privadas, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES).


A cada cinco estudantes de ensino superior no Brasil, um utiliza a modalidade a distância. Dados do Censo Superior, divulgado pelo Inep, indicam que 1,8 milhão de universitários estão na EAD. O ensino superior tem 8,3 milhões, segundo último Censo, divulgado ano passado.


Mas ao contrário dos cursos presenciais, os cursos a distância não são contemplados, com a mesma atenção, pelos rankings de faculdades. Uma iniciativa em parceria entre o Canvas, a Rede Rankintacs, a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e o Grupo Gestão RH traz uma classificação inédita que mira exclusivamente educação a distância.


O EAD Ranking, que é apresentado como o “primeiro ranking de educação a distância do Brasil”, é calculado com base em quatro indicadores: avaliação de tutores e coordenadores de cursos (40% da pontuação), popularidade entre empregadores (20% da pontuação),efetividade dos recursos tecnológicos oferecidos pelo curso (20% da pontuação), quantidade de alunos por tutor (20%).


Foram avaliados, 200 cursos, em diversos níveis (regulares, graduação ou pós) e áreas de interesse. A maior pontuação ficou com uma pós na FECAP de São Paulo. Confira:


Ranking Curso Instituição Estado
1 Pós Graduação em Gestão Pública,
ênfase em Auditoria e Controladoria
FAAP SP
2 Assistente Administrativo Senai RJ
3 Pós Graduação em Produção de Grãos Rehagro MG
4 Letras Português UNINASSAU PE
5 Gerenciamento de Projetos PUC Minas Virtual MG
6 Licenciatura em Letras Português UNINASSAU PE
7 Letras Inglês UNIVERITAS RJ
8 Gestão de Pessoas PUC Minas Virtual MG
9 Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Faculdade Católica Paulista SP
10 Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciai Universidade São Francisco SP

From Exame online

[ Modificado: segunda, 9 Set 2019, 11:41 ]
 
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Capacitarse es una demanda de todas las profesiones: siempre quedan contenidos por aprender, surgen novedades que exigen actualizarse, se arrastran “baches” de la carrera... Pero entre las exigencias laborales y las familiares, muchas veces falta tiempo. La excusa vale cada vez menos: de la mano de Internet, la educación a distancia crece y ofrece a más personas la posibilidad de estudiar. A esta nueva tendencia se sumó Diario Judicial, una institución que brinda cursos de actualización para abogados. 


“Empezamos con educación a distancia en 2003. En ese momento era algo novedoso, y fue una apuesta arriesgada, porque había bastantes dificultades de conexión; muchos de nuestros alumnos tenían dial up (conexión telefónica)” , cuenta Analía Zygier, directora de Diario Judicial. “El disparador fue que nuestros cursos tenían mucha demanda en el interior del país: nos costaba llegar a esos alumnos. Nuestros profesores viajaron a algunas localidades, pero finalmente decidimos iniciar la modalidad a distancia” , dice Zygier. 


La expansión del acceso a la Web y el aumento de la velocidad de conexión son dos de los factores que explican el crecimiento de la educación a distancia, también conocida como e-learning (aprendizaje electrónico). Hoy más del 80% de los institutos terciarios y universitarios de la Argentina ofrecen la posibilidad de estudiar de esta manera. Una de las iniciativas más masivas en el país es UBA XXI, el programa que permite cursar algunas materias del Ciclo Básico Común sin asistir a las clases: por sus aulas ya pasaron alrededor de 500 mil estudiantes. 


En los últimos diez años, los recelos que antes inspiraba esta modalidad se han ido disipando. “Cuando arrancamos, teníamos alumnos que no sabían ni usar la PC. Nos llamaban por teléfono para preguntarnos por el antivirus. Hoy hay mucho menos resistencia ”, explica Zygier. También los profesores se resisten menos. Trabajar en esta modalidad les exige capacitarse en el uso de las herramientas tecnológicas. Y adoptar algunos hábitos: en Diario Judicial, por ejemplo, les piden que no dejen pasar más de 24 horas sin responder los mails de los estudiantes. 


Las herramientas que se utilizan con más frecuencia en este tipo de propuestas son los contenidos multimedia (documentos, material bibliográfico, presentaciones, audios, videos, guías de estudio), las videoconferencias (que se pautan previamente con los alumnos y permiten dar clases en tiempo real, en formato streaming) y los foros (plataformas de debate entre docentes y alumnos, y de los alumnos entre sí). Todo esto se centraliza en un campus virtual, aunque las comunicaciones también llegan a los correos de los estudiantes, para que puedan enterarse de las novedades desde allí. 


Según Zygier, cada vez más alumnos eligen estudiar a distancia: “Es gente que prioriza la libertad de saber que puede avanzar con sus cursos en cualquier momento del día, cuando tienen un rato libre en sus casas o en la oficina. El e-learning permite no solo ahorrar tiempo, sino también evitar los contratiempos que suele implicar irse al centro para cursar”. 


El mayor desafío que enfrenta esta modalidad es, sin duda, la altísima deserción. Estudiar a distancia exige autodisciplina y perseverancia: el alumno tiene el control absoluto de su aprendizaje, y no cuenta con el estímulo de compartir una rutina cotidiana con sus compañeros. En Diario Judicial aseguran que, para combatir este problema, la clave es el seguimiento cercano de cada uno de los estudiantes. Zygier describe: “El campus nos permite saber cuando un alumno lleva mucho tiempo sin conectarse. En esos casos, nos comunicamos con él para saber qué le está pasando. Es fundamental que los estudiantes sepan que la institución los acompaña y que tengan dónde plantear sus inquietudes”.Y concluye: “Lo importante es que esta modalidad no sea un obstáculo sino un aliciente para estudiar”.


From Clarín

 
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Não é novidade que o elearning cresce a passos largos em todos mundo. Nos Estados Unidos, o mercado alcançará a incrível marca de $325 bilhões de dólares até 2025, segundo a Revista Forbes. No Brasil, apesar do mercado ainda engatinhar perto dos norte-americanos, o crescimento não deixa de ser exponencial. De acordo com a Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), 2017 registrou um número recorde de matriculados: 7.773.828. 



Seguindo os princípios econômicos básicos, com o aumento da demanda, a oferta de cursos também bate recordes. As instituições mais renomadas entraram de cabeça no mercado de elearning e já apostam suas fichas em pós-graduações e MBAs. 


No mercado odontológico, ainda não é possível a graduação a distância por questões óbvias. No entanto cursos de atualização já chegam ao mercado com grande sucesso. Os dentistas parecem ter se adaptado muito bem à mudança na forma de aprendizado. “O cirurgião-dentista é um profissional técnico e extremamente minimalista. O elearning permite a absorção do conteúdo com mais calma e total atenção aos detalhes. Acredito que por isso a adaptação foi tão rápida”, conta Ricardo Novack, empresário e sócio do SucessOdonto, um dos cursos pioneiros em elearning para a área de gestão e marketing na Odontologia. 


Com a popularização da educação a distância, cursos técnicos de atualização também chegaram ao mercado. Hoje é possível encontrar vários cursos técnicos odontológicos já no formato elearning e as instituições de ensino têm apostado cada dia mais em recursos audiovisuais que permitam a experiência completa do aluno. “Considero o formato elearning até superior ao presencial em muitos casos. Nele o aluno possui comodidade de assistir os cursos de onde quiser, no melhor horário e, mais que isso, eles podem rever o conteúdo, o que possibilita maior absorção dos ensinamentos”, acrescenta Novack.



From Exame online

[ Modificado: terça, 14 Mai 2019, 10:19 ]