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O Google lançou um aplicativo chamado Grasshopper, que ensina linguagem de programação para iniciantes via dispositivos móveis. O app foi criado pela Area 120, braço em que são desenvolvidos produtos experimenteias da gigante de tecnologia.

“Programar está se tornando uma habilidade essencial e queremos que seja possível que todos aprendam”, dizem os desenvolvedores do app. “Criamos o Grasshopper para ajudar pessoas como você a programar de uma maneira divertida e fácil.”

O aplicativo oferece um curso de três fases: começando com fundamentos, quando os usuários aprendem como a programação funciona — funções, variáveis, strings, arrays e condicionais. Já nas fases seguintes, os usuários aprendem a desenhar formas usando os códigos, além de criar funções mais complexas.

O curso funciona como um jogo de perguntas que vai se tornando mais difícil a cada etapa. “Cada desafio faz o aluno escrever um código JavaScript real usando um ambiente de edição de código personalizado”, disse Laura Holmes, fundadora do Grasshopper, segundo o TechCrunch. “É dado um desafio ao estudante, que tem que resolvê-lo usando a programação, mas são precisos apenas alguns toques para escrever”.

Para manter os usuários engajados, o app conta com ferramentas motivacionais como conquistas, indicadores de progresso e barras que indicam o aprendizado. Cada vez que um usuário cria um novo código, ele recebe um feeedback em tempo real. O app – em inglês – pode ser baixado gratuitamente em dispositivos Android e iOS, na Google PlayStore e na Apple App Store.

From Época Negócios

 
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O Meet by Google Hangouts para empresas foi lançado ontem pelo Google sem muito alarde. O aplicativo permite aos usuários do G Suite (produtos para empresas do Google) configurar e participar de reuniões de vídeo HD. Até o momento, só possui aplicativo para Web e iOS. Para Android ainda não existem informações.

Como o Hangouts, o Meet também oferece chamadas de vídeo em grupo, e não apenas bate-papo por vídeo. Porém, enquanto o Hangouts é limitado a 10 pessoas, o Meet informa que suporta reuniões de vídeo HD, com até 30 participantes.

Além disso, na tela principal do aplicativo, é exibida uma lista de reuniões agendadas pelo usuário, juntamente com outros detalhes como hora, local, assunto, participantes e muito mais. O usuário pode clicar em um botão verde "join", para participar de uma reunião do seu telefone, que lança a interface de bate-papo por vídeo. Os botões permitem silenciar a chamada ou desligar o vídeo. Já em grandes conferências, há uma janela principal no topo, onde o usuário pode assistir com quem está falando, seguido por uma lista dos participantes, nomes e e-mails.

O momento do lançamento do Meet pelo Google chama atenção, pois há duas semanas atrás, a Amazon lançou o seu aplicativo para videoconferência, Chime. Assim, é difícil dizer se o lançamento do Google é para se posicionar junto aos concorrentes,  Microsoft Skype e GoToMeeting.

No entanto, a integração com as ferramentas de produtividade para empresas do Google - o que também pode significar o seu custo incluído na taxa de assinatura do G Suite - pode torná-lo uma boa opção, para as 3 milhões de empresas que já estão investidas, no conjunto de aplicativos do Google.

Via TechCrunch.

 
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A guerra entre as gigantes, agora está sendo travada nas salas de aula. Nos últimos meses a Apple lançou um aplicativo para iPad para auxiliar em sala de aula depois de ter realizado melhorias no iTunes U; a Microsoft aumentou a eficiência do Office 365 Education; o Google inseriu novos recursos para fornecer APIs para o Google Classroom que suporta atribuição do fluxo de trabalho e classificação e a Amazon anunciou uma plataforma para permitir que os professores compartilhem recursos educacionais abertos. 

Assim, é estimulante ver essas empresas de tecnologia oferecendo soluções para educação. Na tabela abaixo, é possível observar alguns dados sobre o número de instituições que usam esses produtos.

Tabela

Apesar das preocupações com a privacidade, pouco mais da metade das instituições com mais de 700 alunos estão ​​nos últimos anos utilizando mais softwares de produtividade do Google e da Microsoft, particularmente porque os serviços de e-mail foram terceirizados para a nuvem. Porém, mais de 375 instituições parecem ainda usar serviço de e-mail separado para professores e funcionários, talvez por questões de privacidade ou de propriedade intelectual. 

Uma dúzia de universidades utilizam tanto o Google Apps como o Microsoft Office 365 para Educação, além de outras instituições estarem optando cada vez mais entre essas duas soluções.

O Google Classroom parece ter sofrido uma queda, pois 9 instituições estão utilizam ativamente o serviço para uso geral, apesar de alguns professores compartilharem links em determinadas salas de aula, o que pode indicar uma maior aceitação dessas tecnologias por parte das comunidades, ao contrário de outras instituições. Também é estimulante ver iTunes U sendo usado por quase 500 instituições. 

Curiosamente, 78% das instituições que utilizam o Google Classroom usam também o iTunes U - em comparação com apenas 14,8% da população geral - demonstrando que certas instituições possuiem perfis mais favoráveis ​​às práticas de tecnologia inovadora. 

A melhor parte dessa descoberta, é que tudo isso pode significar uma forte tendência dessas empresas entrarem nesse mercado.


Texto original, clique aqui.


[ Modificado: quarta, 11 Jan 2017, 18:47 ]