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por Business Education - quarta, 4 Mar 2020, 16:27
Todo o mundo

A Geração Z – dos nascidos a partir de 2001 – deve superar os Millennials em 2019 e representará 1/5 da força de trabalho mundial (além de representarem 32% da população mundial), segundo a ONU.

O principal fator que diferencia a Geração Z dos Millennials é um elemento de autoconsciência, em vez do egocentrismo”, comenta Marcie Merriman, diretora executiva da Ernst & Young. Vale ressaltar que essa geração não conheceu o mundo sem que seja digital e isso já diz muito sobre as mudanças. 


Além disso, pela primeira vez na história moderna, 5 gerações trabalharão lado a lado – e isso deve gerar mudanças drásticas no local de trabalho. 

Basicamente, a Geração Z é marcada pelo mundo digital e pela vontade de aprender com os erros da gerações anteriores. Em maio de 2013, a capa da Time definiu os Millennials com a geração “Me Me Me” (ou “Eu Eu Eu”, em português): preguiçosos, narcisistas e que ainda morava com os pais. Para muitos, essa é a geração que irá mudar o mundo. 

Para eles, questões de gênero e sexualidade não são tão complexas. Relacionamento aberto, monogamia, poliamor? Assuntos que podem ser polêmicos para as gerações anteriores são tratados de forma completamente normal pela Geração Z. Eles são a primeira geração verdadeiramente “global” do mundo.

From Inova Social

 
Todo o mundo

Liderada pelo ensino privado; alta coincide com crescimento da modalidade a distância.

O percentual de jovens de 19 a 24 anos que estudam e trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019, chegando a 2,6 milhões. É o que revela levantamento da consultoria IDados divulgado pelo jornal Valor Econômico em fevereiro. 

A alta acontece em paralelo com o crescimento do ensino a distância (EAD), cuja participação no número de ingressantes subiu de 28% em 2016 para 40% em 2018, de acordo com os dados mais recentes do Censo da Educação Superior. 

Além da necessidade de sustento financeiro, que é o principal motivador de quem estuda e trabalha, existe uma pressão crescente do mercado de trabalho. Segundo o o reitor do Centro Universitário Internacional Uninter, Benhur Gaio, as empresas estão exigindo cada vez mais experiência prévia para a contratação e ter trabalhado antes de se formar é um diferencial. “Mesmo em uma área diferente a experiência de trabalho conta pontos, pois ajuda a desenvolver soft skills, que são as competências comportamentais”, diz.

From Jornale

 
Todo o mundo

Quantas vezes você já se viu sem tempo para iniciar algo novo?

Nesse mundo tão corrido, cresce cada vez mais o número de pessoas que optam por iniciar um curso superior à distância, tendo em vista que estar presente em uma instituição de ensino não é tarefa fácil. São pessoas que buscam se capacitar e melhorar seus posicionamentos no mercado de trabalho. 


A diretora executiva da Kato Consultoria e Treinamento, Roberta Kato, afirma que o mercado já teve um momento de receio com relação a pessoas formadas em EAD, mas isso faz parte do passado, graças as metodologias adotadas pelas instituições de ensino. "Os alunos, além das aulas virtuais têm tutorias que percebem a evolução do aluno, grupos virtuais com troca de conhecimento e outros recursos que permitem o desenvolvimento do estudante", diz. 

O Censo EAD.BR 2018, mostra que no Brasil, o EAD não para de crescer. O número de matrículas em ensino totalmente à distância foi quase 5 vezes maior em 2018 em comparação ao ano de 2015. Atualmente, o ensino superior à distância no Brasil já chega a 26% do número total de alunos. 

Segundo a vice-presidente da ABRH-ES, Neidy Christo, "o EAD não se difere em relação a um curso superior. Tudo depende de como o aluno se empenha", conclui.

From Folha Vitória


[ Modificado: quarta, 4 Mar 2020, 16:14 ]
 
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São os profissionais que nunca param de estudar, mesmo após terem se formado e garantido um bom emprego.

Educação contínua, ou seja, estudar para sempre e adquirir novas competências é a solução para você não ficar obsoleto na carreira. É isso o que dizem especialistas consultados pelo UOL.

"Entramos na era do chamado "lifelong learning', conceito que introduz a tese de que, diferentemente do passado, nossa jornada de aprendizado será contínua e longa. Ela tende a nunca acabar", afirmou Sandro Magaldi, especialista em gestão de negócios. 

Ainda segundo ele, o conhecimento está muito mais acessível e disponível do que anteriormente, quando a única forma de estudar era por meio do modelo formal de ensino. "Atualmente, a internet permite o acesso a inúmeros conteúdos de alta relevância em diversos formatos, como videoaulas, podcasts, cursos online etc. O aprendizado contínuo é o caminho para se preparar para esses novos tempos", declarou Magaldi. 

Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, afirma que as empresas buscam ativamente um colaborador que seja atualizado, ou seja, que domine bem os conhecimentos da sua área de atuação.

From Uol - Empregos e Carreiras

 
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De olho nas mudanças no mercado, as empresas têm se reinventado e compreendido que os colaboradores são muito mais do que pessoas que trabalham em seus respectivos setores, eles são peças-chave para o crescimento e adaptação da corporação na constante transformação mercadológica.


Há diferentes métodos de incentivar o aprimoramento da equipe, como a Universidade Corporativa, que vem despertando cada vez mais o mais interesse do meio corporativo. O tema reuniu gestores de grandes empresas na última semana, na Amcham Curitiba, para o Comitê de Treinamentos com o Coordenador de Aprendizagem e Desenvolvimento do grupo Accor na América do Sul, Sergio Labate. O grupo criou a primeira Universidade Corporativa no ramo de hospitalidade do mundo.

De acordo Labate, a Universidade Corporativa é uma área estratégica de uma empresa dedicada à gestão do conhecimento, desenvolvimento dos colaboradores e manutenção da cultura de uma organização. Para que a UC funcione, alguns pontos devem ser vistos como essenciais. Primeiro, a UC precisa estar alinhada com a estratégia da empresa, do contrário não haverá percepção de valor em suas ações, tanto por parte do empresário como dos colaboradores. Segundo, a empresa precisa entender também que o conhecimento está nas pessoas e não na organização. Desta forma, a UC passa a ser fundamental para a sobrevivência e progresso da empresa garantindo amplo acesso ao conhecimento.

Por fim, Labate afirma que empresas de sucesso são aquelas que investem na educação, qualificação e permanente capacitação de sua força de trabalho, tanto no âmbito técnico-operacional, quanto em habilidades de liderança.

From Paranahop
[ Modificado: quarta, 4 Mar 2020, 15:58 ]
 
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Trata-se de uma iniciativa que ganha força no mundo, graças aos avanços tecnológicos que vêm transformando o dia a dia de profissionais de várias áreas, que passam a contar com equipamentos, ferramentas ou até parceiros de trabalho controlados por softwares.


Sintonizadas com tais ideias, instituições do País oferecem cursos para profissionais de fora da computação se familiarizarem com os códigos que regem as tecnologias à sua volta. Desde 2013, a Fundação Getulio Vargas (FGV) ensina programação nas graduações de Direito, o que gerou frutos. Das suas salas, saíram fundadores de law techs como NetLex, de gestão de documentos em escritórios de advocacia e setores jurídicos de empresas, e Acordo Fechado, plataforma de negociações e conciliações.

Em 2019, a instituição criou o curso de curta duração Lawtechs: Programação para Advogados e Empreendedores, para advogados, juízes e outros profissionais do ramo. “Ele capacita alunos de Direito na linguagem Python para o desenvolvimento de programas de computador. Um exemplo de exercício é a montagem automatizada de partes de um contrato”, explica Ivar Hartmann, co-coordenador do curso, com 60 horas de duração.

A experiência em mesclar tecnologia com legislação culminou na criação de uma pós-graduação que abrirá sua primeira turma em 2020: a Latin Legum Magister - LL.M em Direito: Inovação e Tecnologia. Além de abordar os fundamentos de programação, o curso de 360 horas incluirá temas tecnológicos, como direito para startups e crimes virtuais.

Bisturi e código

Na unidade de ensino do Hospital Albert Einstein, o curso de atualização Big Data, Analytics e Inteligência Artificial para Lideranças na Saúde aproxima médicos e gestores hospitalares de gadgets, cada vez mais presentes em hospitais, clínicas e consultórios. “Saber programar dá mais autonomia na análise de dados, é uma competência do profissional do futuro”, diz Andrea Thome Suman, coordenadora do curso. “Ele pode, por exemplo, ser um ‘tradutor’ entre cientistas de dados e profissionais de saúde.”

“A maioria das pessoas, quando vê uma tela preta com códigos, pensa que é algo de outro mundo. Mas programação é só uma linguagem como as outras. Tem suas complexidades, porém o básico não é difícil de aprender. Os nossos alunos conseguem pôr um site básico na internet, programado por eles mesmos, em poucas horas”, diz Ramon Bez, fundador da escola Growth Hack.

O curso é feito de forma remota, com monitoria diária. A proposta é auxiliar na criação de sites e aplicativos, além de entender recursos pedidos por clientes, como chatbots de atendimento ao público. 

E há demanda por programadores no País. “O crescimento exponencial na oferta de empregos na área de tecnologia levou a uma carência de profissionais com essas competências. São milhares de vagas abertas sem mão de obra qualificada”, afirma Richard Vasconcelos, empresário na área de tecnologia.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2024 a demanda por profissionais de tecnologia será de 70 mil ao ano - hoje, 46 mil pessoas com perfil tecnológico são formadas anualmente no País. 

Funções e salários na programação

- Especialista/cientista de dados: Lida com organização de dados, levando a novas aplicações. Entre R$ 13,1 mil e R$ 26,7 mil.

- Desenvolvedor full-stack sênior: Atua com programação e outras tecnologias do sistema. De R$ 8,1 mil e R$ 16,5 mil.

- Desenvolvedor mobile sênior: Cria softwares e recursos para dispositivos móveis. Entre R$ 7,7 mil e R$ 15.750.

- Desenvolvedor back-end pleno: Trabalha com a programação de servidores. De R$ 4.650 a R$ 9.432.

From Estadão online

[ Modificado: quarta, 4 Mar 2020, 15:56 ]
 
Todo o mundo

E ampliam a carreira dos professores.

Muitos profissionais que atuam dando aulas particulares estão pensando em estratégias para manter os antigos alunos e fazer novos, o que ficou mais fácil com as plataformas digitais de ensino.

Assim como os aplicativos de transporte ligaram os motoristas aos passageiros, empresas de plataforma de ensino estão conectando os professores particulares, tutores e monitores a alunos, como o Superprof, TutorMundi, Corujito, Beved e Profes, e impulsionando esse mercado.


De acordo com o último censo realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), o Brasil tem 2,5 milhões de professores. A maior parte atua com educação básica - pouco mais de dois milhões -, enquanto cerca de 350 mil trabalham no ensino superior. Em comum, todos enfrentam os desafios de educar em um cenário cada vez mais diversificado, impactado por novas tecnologias e processos de inclusão.

Focamos em universitários de graduação e pós-graduação e recém formados. Aplicamos uma prova e, caso o aluno seja aprovado, fazemos um treinamento. Os tutores podem ganhar de R$ 5 a R$ 50 a hora aula, explica Raphael Rocha Coelho, fundador do TutorMundi, que hoje tem mais de dois mil tutores.

Alguns sites permitem também agendamento de aulas e, no geral, as plataformas dão espaço para os alunos avaliarem os professores. Os melhores avaliados têm mais alunos e ganham melhor. É uma maneira de estar empregado o ano todo.

From Extra.Globo

 
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Tecnologia, comunicação eficaz e novos processos educacionais são ferramentas para trabalhar a diversidade dentro da escola.

A sala de aula mudou: metodologias ativas, conteúdos multidisciplinares e temas contemporâneos dividem espaço com o conteúdo tradicional.

A tecnologia se tornou uma grande aliada dos processos educacionais, demandando novas formas de pensar a abordagem do ensino. Quem explica é a professora doutora Raquel Glitz Kowalski, coordenadora do curso de pós-graduação em Design Educacional da PUCPR: “há dois enfoques na nossa formação: o primeiro é o conhecimento e o estudo da complexidade que é a educação hoje, a segunda é o uso da tecnologia em sala de aula, para preparar material didático”, diz.


FOTO: PUCPR

De acordo com o último censo realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), o Brasil tem 2,5 milhões de professores. A maior parte atua com educação básica - pouco mais de dois milhões -, enquanto cerca de 350 mil trabalham no ensino superior. Em comum, todos enfrentam os desafios de educar em um cenário cada vez mais diversificado, impactado por novas tecnologias e processos de inclusão.

Um estudo realizado pelo BID em 2017 revelou que 55% dos professores de escolas públicas utilizam tecnologia digital em sala de aula, e que para 94% deles, as ferramentas digitais auxiliam a incorporar novos métodos de trabalho. Um ponto essencial para transmitir conteúdos de forma inclusiva, num país onde a diversidade está cada vez mais presente nos ambientes educacionais. “Não há mais um modelo de escola de aluno padronizado, em que todo mundo aprende do mesmo jeito, forma e ritmo. Trabalhamos com a ideia de que as pessoas são diferentes. É necessário compreender os processos cognitivos, sociais e emocionais para que todos aprendam e se desenvolvam com qualidade”, analisa a professora doutora Mirian Célia Castellain Guebert, coordenadora do curso de especialização em Educação inclusiva com ênfase na comunicação alternativa da PUCPR.

O levantamento do BID ainda identificou que 34% dos professores percebem que a tecnologia aumenta a motivação dos alunos no processo de aprendizagem, enquanto 11% acreditam que desenhar processos educacionais modernos melhora o desempenho escolar. Para manter esse ritmo, é essencial que os docentes invistam em formação continuada para suas próprias carreiras. “Quais são os recursos, estratégias e metodologias necessários para atender melhor os alunos? É fundamental pensar na inclusão como uma concepção de todo o processo de ensino. Há um grande leque de pessoas nesse conceito: PcDs, imigrantes, refugiados, indígenas, EJA. Quando temos um recurso que facilita a comunicação, temos respostas para a aprendizagem eficaz em qualquer sala de aula”, detalha Mirian.

Além das mudanças na escola e do pensamento voltado à inclusão, quem trabalha com educação também precisa se preparar para atuar em modalidades cada vez mais amplas, como educação a distância e ensino híbrido. É um momento de disrupção na escola. 

From G1

 
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Nas primeiras 24 horas no ar, mais de 1,2 mil pessoas se inscreveram nos cursos online do STF Educa,

projeto do Supremo Tribunal Federal em parceria com o Conselho Nacional de Justiça. Já são 3,6 mil inscritos em menos de uma semana.

O Ensino a Distância (EaD) tem atraído estudantes por todo o Brasil. A modalidade ganhou força no cenário educacional e conquista espaço nas instituições de ensino superior, atentas a novas modalidades de ensino.


Disponíveis na plataforma EaD do CNJ, as atividades são gratuitas e abertas a toda a sociedade. A maioria dos interessados optou pelo curso “Introdução ao Direito Constitucional e ao Controle de Constitucionalidade”, com 2 mil inscritos. 

Em segundo lugar na preferência, até o momento, está o curso de “Atualização Gramatical” (1,4 mil inscritos), seguido pelo curso “Quando nasce um pai: orientações básicas sobre paternidade responsável” (168 inscritos). A ideia é que a oferta ocorra em ciclos de dois meses, como neste primeiro, que vai de fevereiro a março. Para o segundo ciclo, a ser iniciado em abril, já estão previstos mais dois cursos, além dos atualmente disponíveis.

From Conjur


 
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Dos 3,4 milhões de estudantes que ingressaram em cursos de graduação em 2018, 1,4 milhão (40%) optaram por cursos EaD.

Com horários flexíveis e mensalidades mais atrativas, o EaD se tornou a preferência de muitos estudantes brasileiros.

O Ensino a Distância (EaD) tem atraído estudantes por todo o Brasil. A modalidade ganhou força no cenário educacional e conquista espaço nas instituições de ensino superior, atentas a novas modalidades de ensino.

Segundo Giovana Punhagui, gerente executiva de Educação do Sistema Fiep, o diferencial do EaD é justamente a opção de fazer um curso em qualquer lugar onde você estiver, com a flexibilidade que você precisa, diante das necessidades que você tem no seu dia a dia.

From Tribuna do Vale


[ Modificado: quarta, 12 Fev 2020, 15:26 ]